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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Compradores são infiéis em relação às lojas de brinquedos



"Pesquisa da Sonne Branding mostra que entre os pais das classes A, B e C, os índices de infidelidade são superiores a 68%. Classe B é a que mais se planeja antes de comprar."




*\\||//* Por Bruno Garcia || 29/11/2012




brinquedos,sonne branding,comportamento do consumidorOs compradores das classes A, B e C são pouco fiéis quando o assunto é a compra de brinquedos. Pesquisa realizada pela Sonne Branding revela que em média, 68% dos shoppers brasileiros são infiéis às redes ESPECIALIZADAS em diversões para as crianças. A Classe C apresenta o maior índice de infidelidade, com 78%. Quando perguntados sobre planejamento antes da compra, os pais da Classe B são os que mais se preparam antes de ir às lojas. Dos entrevistados, 78% concordaram total ou parcialmente com esta afirmação, enquanto este percentual cai para 61% na C e 53% na A.

Os números servem como alerta para que as redes especializadas orientem suas ações de ponto de venda no período de Natal. “As lojas de brinquedos são muito parecidas com supermercados, onde os produtos ficam amontoados em prateleiras, sem nenhum atrativo ou trabalho de marca diferenciado. Aliado a isso, o atendimento deixa muito a desejar na opinião dos entrevistados. A maior frustração é com o mau atendimento. Esta deveria ser uma questão básica de qualquer empresa de varejo e pode ser considerado, ainda hoje, um diferencial competitivo importante mais relevante que o próprio preço”, diz Maximiliano Bavaresco, Sócio DIRETOR da Sonne Branding, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Embora o preço não seja apontado como fator mais influente para a decisão de compra, nas classes B e C somente 32% e 21% dos pais, respectivamente, afirmam comprar os brinquedos de acordo com a vontade dos filhos. Na classe A, este índice é de 60%. Isso não impede que a maioria dos entrevistados, independente da renda, considere a compra de brinquedos com a presença dos filhos. “Os pais gostam de levar o filho para comprar o brinquedo. A maioria afirmou ter a companhia das crianças no ato da compra: 78% na classe A, 63% na classe B e 48% na classe C. Os números parecem contraditórios com relação a atender as vontades dos filhos, mas a compra do brinquedo transcende o ato em si e é encarado como um momento familiar”, explica o Sócio Diretor da Sonne BRANDING.

O caminho para fidelizar este cliente passa por melhorar as experiências no ponto de venda, pois o ato de comprar brinquedos tornou-se importante para a interação entre pais e filhos. “Temos a clara percepção de que existe uma oportunidade enorme de mercado, pois falta ao cliente uma experiência de MARCA única, que poderia ser proporcionada no ponto de venda, e desta forma, transformar a visita à loja de brinquedos em uma atividade prazerosa, sem deixar de lado as questões relativas ao atendimento”, afirma Maximiliano Bavaresco. A consultoria entrevistou pais de todas as classes sociais com filhos entre três a 11 anos de idade.

Tintas Coral revitaliza comunidade do Santa Marta



"Cerca de seis mil moradores terão as fachadas de suas casas renovadas com o projeto “Tudo de Cor para você”. Iniciativa reforça ações de relacionamento e aproximação com população."



*||//||* Por Isa Sousa || 29/11/2012



A Tintas Coral iniciou hoje, dia 29, a REVITALIZAÇÃO das casas da comunidade Santa Marta, no Rio de Janeiro. Em 2010, a companhia realizou um PROJETO piloto no local com a pintura da Praça do Cantão e, com os resultados positivos, volta nesta nova etapa com o objetivo de que todas as moradias do morro tenham suas fachadas renovadas. Há dois anos, 2.600 litros de tintas Coral foram utilizados para REVITALIZAR 34 imóveis, além da quadra da escola de samba local.

Desta vez, serão cerca de 300 mil litros de tintas utilizados em 24 diferentes tonalidades para a realização do Tudo de Cor no Santa Marta. Os moradores poderão escolher a cor preferida dentre as opções oferecidas e contarão com a consultoria do arquiteto Jorge Abrantes, parceiro do projeto. A população do morro também receberá cursos de capacitação na área de pintura em conjunto com o SENAI.

Além das casas, o Santa Marta também receberá uma pintura especial em um muro no topo do morro. ÍCONES da história da comunidade serão retratados de forma artística em um desenho criado pelo artista local Swell. A previsão é de que essa fase da revitalização da comunidade termine em até dois anos e conte com o engajamento de centenas de moradores da região. Estarão autorizadas a participarem da ação casas que estiverem com validação da Empresa de Obras Públicas do Governo do Estado (Emop).
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Cielo se integra ao Facebook para promover lojistas e relacionamento



"Clientes poderão fazer check-ins diretamente nas máquinas da operadora, compartilhar na rede social e ter acesso a promoções cadastradas pelos lojistas."




*//||\\* Por Leticia Muniz || 28/11/2012




Cielo,Facebook,linkci,aplicativo,ferramentaA Cielo permitirá os consumidores que fazerem check-ins e recomendações de estabelecimentos COMERCIAIS em seus perfis no Facebook. O processo será realizado por meio das máquinas de pagamento eletrônico. Batizada de Cielo Linkci, a iniciativa é a primeira frente da companhia no desenvolvimento de serviços business-to-business-to-consumer e funcionará inicialmente em São Paulo e Campinas a partir do próximo mês, para depois ser ampliada para todo o país.

O projeto atuará em três diferentes frentes: a primeira delas é voltada para o estabelecimento comercial, que poderá promover a sua marca e oferecer promoções e descontos para os clientes que fizerem check-ins e recomendações por meio das máquinas da Cielo. Outra OPORTUNIDADE é a da divulgação direta boca-a-boca, já que o Facebook Brasil conta com cerca de 60 milhões de usuários.

Outra frente de atuação é junto ao cliente, que recebe as bonificações no ato da recomendação e ainda pode guardá-las para utilizar posteriormente. O terceiro ponto de contato está ligado à própria Cielo, que pretende utilizar o Linkci como uma forma de aumentar sua participação no mercado nacional. ATUALMENTE o share da empresa gira em torno dos 95%.

Marketing Boca-a-Boca
Para participar do Linkci é preciso que o dono do estabelecimento comercial faça um cadastro na página do projeto no Facebook. A habilitação do terminal móvel é feita automaticamente em até 24 horas. Na própria página é possível criar uma fan page com logomarca onde cada loja cadastrará as promoções que oferecerá aos clientes que recomendarem seus estabelecimentos por meio das máquinas da Cielo.


As promoções atuarão como uma “moeda de troca” para que o Marketing na rede social seja feito. “Essa solução é uma forma importante de Marketing boca a boca. Com o cadastro permitimos que o lojista possa promover o seu estabelecimento fazendo uma viralização”, explica o Presidente da Cielo, Rômulo de Mello Dias, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O oferecimento de bonificações atingirá também os amigos que “curtirem” as recomendações dos clientes no Facebook, o que resultará em aumento no fluxo de clientes nos estabelecimentos comerciais participantes. ”Essa é uma oportunidade de garantir a visualização da marca e a sua disseminação na rede em ampla escala”, comenta Rômulo Dias.

Cielo,Facebook,linkci,aplicativo,ferramentaEngajamento de marcas
Do ponto de vista da rede social, a ideia é que a ferramenta possa atuar como uma nova forma de engajamento de marcas, que hoje atuam muito focadas em promover ações promocionais e concursos para atrair os consumidores. 


“Hoje mais de 13 milhões de empresas mantém páginas no Facebook e este é um processo que ajuda a tornar as marcas mais conhecidas. Esta ferramenta ajuda principalmente aqueles estabelecimentos menores que ainda não tinham uma relação com o meio digital”, diz o presidente do Facebook no Brasil, Alexandre Hohagen, ao Portal.

A ferramenta deve intensificar o Marketing gerado por recomendações de amigos no Facebook, ferramenta já considerada bastante efetiva. “Acreditamos que a importância da recomendação será levada a um nível ainda maior. Sabemos que 92% das recomendações no Facebook valem mais que qualquer propaganda em TV ou mídia impressa. Os consumidores confiam naquilo que os amigos recomendam”, completa, Alexandre Hohagen, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O projeto começa a funcionar em fase piloto no dia 6 de dezembro em 30 estabelecimentos comerciais que fizeram cadastro na Grande São Paulo e em Campinas. Esta é a primeira vez que a Cielo opta por colocar um aplicativo em fase beta e a ideia é avaliar qual será a aceitação dos consumidores. 

“Está tudo pronto do ponto de vista tecnológico, no entanto, é fundamental avaliarmos agora como será o comportamento do consumidor e a interação com os lojistas para refinarmos as inúmeras possibilidades. O aperfeiçoamento depende do uso”, pondera o Vice-Presidente de Produtos e Negócios da Cielo, Eduardo Chedid.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Skol lança sorvete de cerveja



"Produto será vendido em bares selecionados de São Paulo e do Rio de Janeiro, em potes de 150 ml. Marca estuda a possibilidade de comercialização pela fan page do Facebook."




*||\/||* Por Bruno Garcia || 28/11/2012



A Skol lança um sorvete no sabor cerveja. A partir de janeiro, o produto será comercializada em alguns bares de São Paulo e do Rio de Janeiro por tempo limitado e somente para maiores de 18 anos. A marca também estuda a viabilidade da venda do sorvete pela sua fan page no FACEBOOK

O Sorvete Skol vem em potes de 150 ml e a EMPRESA quer fazer dele a sobremesa do verão. A agência Bullet Promo é responsável pela criação e DESENVOLVIMENTO do projeto.

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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Neymar cria marca própria NJR



"Assim como Ronaldo, que possui o R9, craque terá produtos licenciados com própria empresa. Primeira ação será o reforço do posicionamento como atleta da elite esportiva nacional."



*||/\||* Por Isa Sousa || 26/11/2012



O jogador Neymar criou sua marca própria, a NJR. O desenvolvimento leva em conta o mesmo conceito da R9, assinatura do ex-jogador Ronaldo e que está em todos os produtos lançados ou licenciados por ele.

No caso de Neymar, o primeiro trabalho da marca será o reforço do posicionamento do jogador como um ATLETA pertencente à elite do cenário esportivo mundial. Com apenas 17 anos, o atleta teve destaque no Santos e, com 18 anos, já havia sido convocado para ser titular da Seleção Brasileira, onde permanece até hoje.

O desenvolvimento da NJR é assinado pela agência Loducca, que passa a ser também a responsável pelas ações de Marketing e publicidade de Neymar.
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Kit Kat triplica vendas e amplia canais de distribuição



"Chocolate mais vendido da companhia no mundo foi retirado do país em 1994 e, após 15 meses novamente no mercado nacional, alcança resultados expressivos."



*//||\\* Por Isa Sousa || 26/11/2012




Kik Kat,Nestlé,chocolate,snacks,mercado de chocolatesUm ano e meio foi o tempo suficiente para o Kit Kat se fixar entre os chocolates preferidos dos brasileiros. Extinto em 1994 no país, a marca mais vendida da Nestlé em todo o mundo voltou após dois anos de estudo de mercado e centenas de pedidos dos consumidores, que viajavam para o exterior e encontravam as barras em duty frees. Com a consolidação das vendas no Brasil e a produção triplicada, a meta da companhia agora é se tornar líder no segmento de snacks.

Nascido em 1935, em Londres, a barra de wafer coberto por chocolate ao leite não teve os resultados esperados quando chegou ao mercado brasileiro pela primeira vez. Tanto é que permaneceu apenas um ano. As mudanças econômicas que o país sofreu nesses 18 anos, no entanto, foram fundamentais para a Nestlé relançar o produto.
Kik Kat,Nestlé,chocolate,snacks,mercado de chocolatesO primeiro fator é que o Brasil nunca esteve tão estável e, do ponto de vista mercadológico, tão atraente como nos últimos cinco anos. A estabilização da economia trouxe grupos até então inéditos ao país e fez com que outros pudessem ampliar seus portfólios. A Nestlé faz parte do segundo exemplo. Com 90 anos, sendo 75 em território nacional, a marca suíça tem um diálogo bem amplo com seus consumidores, principalmente pelas redes sociais, principal canal de pedidos para que o chocolate voltasse.

Somando-se a isso, houve um boom da nova classe C e com ele, um novo comprador, com ACESSO a bens de consumo e serviço até então impensáveis. Se uma parte dos fãs de Kit Kat veio das mídias digitais, outra foi formada por pessoas que viajavam e se questionavam porque o chocolate só existia dentro dos aeroportos. “O brasileiro começou a viajar mais e se tornou um hábito comprar um Kit Kat. Avaliamos a demanda crescente no duty free e também a reprimida junto aos que não viajavam, mas queriam comprá-lo. Enxergamos uma maturidade do mercado e trouxemos”, relembra Marco Nonis, Diretor da Unidade de Chocolates da Nestlé Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Mercado promissor
O amadurecimento do mercado nacional não foi apenas no fato do brasileiro ter ampliado a sua capacidade de COMPRAR. De forma bem específica, o mercado de chocolates apresentou um desempenho significativo. Na década de 1990, por exemplo, se comprava um quilo do produto ao ano, geralmente em datas mais significativas, como a Páscoa. Hoje a média é de 2,5 quilos.

Dados da Associação Brasileira das Indústrias de Cacau, Chocolate, Amendoim e Balas e Derivados (ABICAB) indicavam em 2008 a expansão do Brasil nessa área. À época, o mercado nacional era o terceiro em produção de chocolates, perdendo apenas para Estados Unidos e Alemanha, e ganhando de países com forte tradição no doce, como Reino Unido e França.

Atualmente, o país tem uma média de crescimento anual no setor de chocolates de 4%. Em 2011 foram consumidos 631 mil toneladas do produto, 12,2% a mais que em 2010. A especialidade tem sido um dos itens que tem mantido o mercado interno aquecido. O antes considerado supérfluo ganhou seu espaço.

Kik Kat,Nestlé,chocolate,snacks,mercado de chocolatesNo caso de Kit Kat, a “pegada” saudosista influencia o consumo. Mas não só ela. Claro que grande parte dos pedidos de volta do doce era de fãs que conheceram o produto na década de 1990, mas uma percentagem importante é formada por novos consumidores. “Nosso grande diferencial é o ingresso de outras pessoas, que ou não conheceram ou nem haviam nascido quando Kit Kat chegou ao mercado brasileiro em 1994 e hoje têm contato com o produto pela primeira vez”, afirma Nonis.

Have a brake, have a Kit Kat
A adesão de mais consumidores para que a Nestlé alcance a liderança do segmento de snacks, do qual Kit Kat faz parte, é o grande desafio da companhia. Para tanto, da mesma forma que o apelo para que o produto voltasse se deu na INTERNET, a rede tem sido usada de forma cada vez mais frequente. Atualmente a página oficial do produto no Brasil no Facebook tem mais de 480 mil usuários e, periodicamente, ações de Marketing são feitas para estreitar laços com o público.

A ideia é que o slogan do Kit Kat – “Have a brake. Have a Kit Kat” (algo como “Dê um tempo. Coma Kit Kat”) – seja cada vez mais colocado em prática. Recentemente a marca realizou um “break” mundial, convidado os consumidores a pararem um pouco suas rotinas e desejarem um mundo melhor. “Temos uma estratégia de comunicação muito próxima dos nossos consumidores. Não só identificamos a necessidade e OPORTUNIDADE de falar com eles, mas trabalhamos com as mídias, interagimos. O Kit Kat tem hoje um trabalho de distribuição muito forte e ainda temos muito pela frente. Para o ano que vem vamos adotar novas estratégias, ampliar nossos canais e nos tornarmos líder no segmento”, define Marco Nonis.

domingo, 25 de novembro de 2012

Mattel transforma carros em Hot Wheels em shopping



"Marca instala embalagem gigante dos brinquedos em estacionamento de para que motoristas parem seus carros, fotografem e compartilhem imagens nas redes sociais."




*|*\/*|* Por Leticia Muniz || 23/11/2012



A Mattel realizou o sonho de muitos adultos e transformou os CARROS das pessoas em Hot Wheels durante uma ação realizada hoje, dia 23, no Shopping Center Norte, em São Paulo. Uma embalagem gigante dos carrinhos de brinquedo foi instalada no pátio do estabelecimento e permitia que os clientes estacionassem seus veículos dentro dela para fazerem fotografias e compartilharem nas redes sociais.

A IDÉIA da iniciativa foi obter visibilidade para a marca e uma maior relação emocional com os consumidores. A ação tem a assinatura da agência AGE Isobar, responsável pela conta da Mattel.
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Consumidor conhece seus direitos, mas não reclama na justiça



"Estímulo desenfreado ao consumo e desrespeito de algumas empresas acaba fazendo com que muitos brasileiros ainda desistam de buscar o amparo no CDC."




*//||\\* Por Leticia Muniz || 23/11/2012


consumidor,idec,direitos,código de defesa do consumidorApesar de conhecerem os seus direitos como consumidores, os brasileiros ainda relutam na hora de reclamar na justiça De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC), apenas uma em cada quatro pessoas questionam legalmente empresas e prestadores de serviços com base no CÓDIGO de Defesa do Consumidor. Uma das razões para este comportamento é o crescente estímulo ao consumo, que faz com que as pessoas acabem não tendo paciência de esperar pela solução dos impasses.

O estudo realizado em parceria entre o IDEC e a Market Analysis mostra que com relação ao nível de conhecimento sobre os seus direitos, a maioria, 55%, afirma conhecer razoavelmente sobre o que pode ou não reclamar. Já 45% dizem não possuir conhecimentos suficientes, apesar de saberem sobre a existência do Código de Defesa do Consumidor. Do total de entrevistados, um em cada 13 pessoas disseram ter informações profundas sobre seus direitos e deveres baseados na lei.

Os dados apresentam um avanço com relação ao mesmo período do ano passado, quando 18% dos pesquisados diziam não possuir qualquer conhecimento, 50% pouco e 26%, informações apenas razoáveis. “Esses dados nos mostram uma evolução na consciência dos consumidores, que vêm procurando buscar um maior conhecimento sobre os seus direitos. Isso, no entanto, ainda é genérico, pois indica que muitos conhecem a existência do Código de Defesa do Consumidor, mas não da lei em profundidade”, explica Carlos Thadeu de Oliveira, GERENTE Técnico do IDEC, em Entrevista ao Mundo do Marketing.

Baixa reclamação
Um dos dados mais surpreendentes da pesquisa fica por conta da baixa taxa de reclamação dos consumidores nos órgãos de Defesa do Consumidor. Apesar da grande maioria afirmar conhecer seus direitos (ao menos 95% das pessoas questionadas), apenas um em cada quatro reclamam na justiça em caso de defeito em produtos ou falhas na prestação de serviços. Entre os que menos se queixam então os jovens abaixo dos 25 anos de idade, justamente a faixa etária mais suscetível aos apelos do consumo.

Uma das explicações do IDEC para essa baixa taxa de reclamações é a alta rotatividade de produtos, principalmente os eletroeletrônicos. “Os jovens são mais sensíveis ao Marketing e acabam não tendo paciência para esperar até que uma empresa dê a sua resposta ou um produto vá para a assistência técnica. Estamos falando de uma geração hiper-conectada para a qual passar um dia sem um smartphone é uma tortura. Acaba sendo mais FÁCIL descartar e comprar um novo do que reclamar”, comenta Carlos Thadeu de Oliveira.

No que diz respeito ao contato com o CDC, a maioria dos brasileiros sabe da existência, conhece ou já ouviu falar, mas a maior parte nunca o consultou (63%). Apesar de longe do ideal, estes resultados revelam um avanço em relação a 2011, embora continue grande a distância entre conhecer e consultar o código.

consumidor,idec,direitos,código de defesa do consumidorBusca pelo avanço
No ano passado, um estudo da Fundação Getúlio Vargas apontou que 28% dos brasileiros nunca tinham ouvido falar no documento e apenas 16% o havia consultado. “Nesse aspecto ainda temos muito o que avançar, porque as pessoas apenas sabem que o Código existe, está nos estabelecimentos, mas não conhecem o seu conteúdo. Os consumidores não sabem de direitos básicos como, por exemplo, do arrependimento no caso de COMPRAS pela internet ou a inversão do ônus da prova, ou seja, é a empresa que precisa provar que não praticou o dano, não o consumidor provar que ela errou”, completa o Gerente Técnico do IDEC ao Portal.

A pesquisa mostra ainda que a cidadania no consumo está bastante associada ao poder aquisitivo, ao sexo e ao nível de escolaridade. Os indivíduos das classes mais altas (A e B), do sexo masculino e os mais escolarizados são os que mais se destacam em termos de conhecimento, uso do código e reclamação. A utilização do código de defesa do consumidor também está associada à região do país: as maiores queixas se concentram no Nordeste e a menor quantidade, no Sudeste.

Outro ponto avaliado pelo Instituto de Defesa do Consumidor é que, apesar de o Código de Defesa do Consumidor ter completado 20 anos desde a sua criação, ainda há muito o que as empresas aprenderem com relação ao respeito aos seus clientes. Os dados registrados pelo órgão ainda são considerados frustrantes: da totalidade de casos recebidos todos os meses, mais de 80% são resolvidos com um simples telefonema dos advogados para as empresas reclamadas.

A maior parte das queixas sequer chegam até os tribunais. “Isso significa que ainda há pouca vontade das empresas para resolver os assuntos. Os clientes chegam até os Procons, fazem suas queixas e, na maioria delas, basta que se telefone para que os casos sejam resolvidos. Isso significa que eles poderiam ter sido resolvidos com uma simples conversa. O que falta, em muitos casos é vontade. As empresas conhecem a lei, mas não a respeitam. Muitas dão de ombros ou postergam a solução dos problemas e isso faz com que os consumidores desanimem de reclamar. Avançamos, mas ainda falta muito nesta caminhada”, explica o Gerente Técnico do IDEC, em entrevista ao Mundo do Marketing.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Em um ano Duff multiplica vendas e aposta em distribuição



"Marca inspirada na bebida tomada por Homer Simpson aumentou em dez vezes sua produção e agora mira nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte para ampliar participação no Brasil."




*\\||//* Por Isa Sousa || 22/11/2012



Duff,Duff Brasil,Simpsons,Homer Simpson,desenho,Fox,cervejas especiaisCom um ano recém-completado no mercado BRASILEIRO no dia 17 de novembro, a cerveja Duff tem motivos para comemorar sua chegada ao país. 

Lançada primeiramente em São Paulo, hoje a marca está em cinco estados (RJ, SC, RS, PR e MG) e tem planos de ampliar sua distribuição em 2013 para o Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Apesar de estar em algumas cidades dessas regiões, a meta é que o produto se estabeleça de forma oficial com o preço de R$ 10,00. Hoje, alguns bares chegam a cobrar o dobro.

Ainda assim, a MARCA tem ganhado seu espaço: são mais de mil pontos de vendas oficiais e, nos últimos 12 meses, a cervejaria SaintBier, localizada em Santa Catarina e onde a bebida é desenvolvida, teve que aumentar em 10 vezes sua produção. Com 12 rótulos de cervejas especiais fabricados na empresa catarinense, é a Duff que tem maior representatividade, com 30% de todo o líquido produzido.
O bom resultado da marca em seu primeiro ano, em um setor bastante competitivo no BRASIL, se deve a fatores externos à ela. O primeiro deles é a economia estável do país, que possibilita às empresas que tenham estudo aprofundado do mercado e planejamento adequado se estabelecer de forma positiva. O segundo ponto é o crescimento do consumo das cervejas especiais.

Duff,Duff Brasil,Simpsons,Homer Simpson,desenho,Fox,cervejas especiaisHoje as bebidas mais elaboradas respondem por 5% das vendas totais de cerveja no Brasil e, para os próximos cinco anos, a previsão é que as marcas especiais dobrem sua representatividade. “No nosso caso apresentamos aos detentores da marca na Colômbia um modelo de negócio que agradou, com uma gestão bem fundamentada. Não há como negar, o brasileiro está cada vez mais apto a beber menos e melhor e é exatamente esse perfil de consumidor que buscamos”, explica Bruno Scaravelli, sócio da Duff Brasil, em entrevista ao Mundo do MARKETING.

Pelo perfil "qualidade e não quantidade", o principal target da marca são homens e mulheres de 25 a 34 anos, das classes AB. “Sabemos que não temos o preço mais acessível do mundo e o jovem de 18 anos quer beber mais do que ter qualidade no que toma. Assim, a maior parte do nosso público é formada por pessoas em ascensão na carreira e que podem e querem consumir uma cerveja diferenciada”, afirma o sócio da Duff Brasil.

Marketing ousado
Com a expansão da cerveja, está incluso nas estratégias de Marketing da Duff até mesmo a diminuição do preço do produto. “Queremos manter o padrão de qualidade ao mesmo tempo em que ganhamos mercado e atraímos novos consumidores. O objetivo é abaixar o preço para R$ 8,00, mas ganhando em escala”, completa Scaravelli.


Além dessa ação, a marca espera inovar de outras formas. Mesmo recém-lançada, a Duff alterou sua identidade visual com quatro meses de existência, passando da cor vermelha para a verde por uma noite, em comemoração ao St. Patrick’s Day. “Percebemos que cada vez mais as pessoas têm comemorado o feriado irlandês em São Paulo e, durante uma reunião, pensamos nessa possibilidade. O custo de impressão não foi alto, mantivemos o teor puro malte da bebida, e o retorno foi muito bom, além da interação dos consumidores. Quem viu guardou a garrafa, quem não viu ficou curioso”, relembra Scaravelli.

A estratégia se repetiu em abril, quando a marca realizou o concurso “O Seu Texto na Garrafa”, em que frases dos consumidores foram escolhidas para estampar as embalagens e continuam até hoje. Devido ao sucesso, a ação de Marketing se repetirá no início de dezembro, em uma edição especial “Fim do Mundo”, que vai até o dia 21 de dezembro, data do suposto fim do mundo, segundo o calendário Maia, e tem parceria do artista plástico Arthur D'Araujo.

Duff,Duff Brasil,Simpsons,Homer Simpson,desenho,Fox,cervejas especiaisA ideia é estreitar cada vez mais o relacionamento com o público. Ao longo de 2012 a Duff lançou kits promocionais, foi a cerveja oficial da festa da Playboy e do São Paulo Boteco Week, desenvolveu aplicativo para celulares e criou concursos culturais no Facebook. “Brincamos que fazemos um Marketing ‘se vira nos 30’. 

Nosso foco são em campanhas criativas, com baixo custo e grande retorno. É difícil e hoje é nosso grande desafio, mas percebemos que nosso público é moderno, jovem e está 100% online. Por isso mesmo optamos pelas redes sociais, onde a interação é muito maior. A mídia televisiva é muito mais cara e não temos o retorno que o Facebook dá, por exemplo”, avalia Scaravelli.

Apelo emocional
Outro fator essencial para o bom momento da Duff no país é sua relação com os Simpsons e, por conseqüência, seu apelo emocional junto aos consumidores. O criador da cerveja – o mexicano Rodrigo Contreras – até se reuniu com a Fox, detentora dos direitos do desenho, mas devido à grande parte do público ser formado por crianças e adolescentes, não aderiu à iniciativa.


Contreras, no entanto, viu uma brecha para que o produto saísse do papel e se tornasse real: o canal de TV não havia patenteado a marca e nem o logotipo da Duff. O mexicano então patenteou e, em 2006, lançou o produto na Europa, onde está na Espanha, Alemanha, Bélgica, Itália e França. Em 2009 foi a vez da América do Sul, com a Colômbia como o centro de operações e mais dois sócios no país, além de ganhar mercado no Chile, Paraguai e Panamá.

Duff,Duff Brasil,Simpsons,Homer Simpson,desenho,Fox,cervejas especiaisMesmo sem a relação direta com os Simpsons, o próprio slogan da Duff - “Sim, ela existe” - remete ao desenho, sucesso há 23 anos ininterruptos. “É claro que existe um apelo emocional por trás da marca que nenhuma outra cerveja tem. A Duff tem muita força. Cervejas artesanais geralmente demoram de oito a 10 para conseguirem se estabelecer e nós já nos inserimos no mercado. Óbvio que por mais que não tenhamos direito de divulgação, quando o consumidor vê a cerveja, tem um pouco de alusão ao desenho e, por isso mesmo, ela se torna uma marca aspiracional e sem concorrentes diretos”, avalia Scaravelli.

O próximo passo para a marca agora é se lançar no comércio eletrônico. A loja virtual deve ser inaugurada no final deste mês e por meio dela a Duff espera se consolidar com seu público. “Teremos o material que estava disponível apenas para os bares: camisetas, luminosos, bonés, bolachas e, claro, a cerveja. Futuramente teremos canecas de porcelana, guarda sol, cooler e outras surpresas. Queremos atingir o máximo de consumidores. Sem dúvida nenhuma, a Duff foi a cerveja de 2012 e nossa meta é que ganhe mais mercado e seja novamente a marca do próximo ano”, prevê Bruno Scaravelli.

Programa Vantagens permite pagar contas por meio de pontuação



"Com o acúmulo de pontos por meio de diversos parceiros físicos e online, participantes da plataforma poderão quitar débitos em contas de água, luz, gás e telefone."



*/\||/\* Por Isa Sousa || 21/11/2012




Os participantes do Programa Vantagens, do Grupo LTM, poderão a partir de agora pagar contas de água, luz, telefone e gás por meio de pontuação adquirida na plataforma. O sistema funciona em todo o ciclo de consumo diário do usuário, que já podia realizar 400 mil tipos de trocas, serviços ou VIAGENS em 300 estabelecimentos comerciais no país. Agora, com o benefício “Pague Contas” será possível quitar dívidas de consumo doméstico. Com a iniciativa, a empresa espera chegar a todo o Brasil, estreitar laços com os participantes e aumentar o número de novos usuários. Hoje, o Programa Vantagens possui um milhão de cadastros.
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Claybom se reposiciona e volta a investir em Marketing



"Após anos de abandono e com apenas 1% de market share, marca muda sua identidade visual, suas embalagens, reformula sua receita e foca suas ações nas mulheres modernas."




*//||\\* Por Bruno Garcia || 21/11/2012


branding,reposicionamento,claybomA Claybom se repaginou e retomou os investimentos em Marketing para conquistar mercado e chegar ao segundo lugar entre as margarinas. Com um público-alvo redefinido, foco nas MULHERES modernas, mudança na identidade visual e reformulação nas embalagens, a marca da BRF pretende resgatar a força que tinha no passado, aproveitando o grande recall do seu nome entre os consumidores. O segmento é liderado pela Qualy, também da BRF, que possui quase 35% de market share. Por isso mesmo, a nova Claybom tem como meta disputar com Delícia e Doriana pela segunda colocação.

A marca foi criada na década de 1950 e com mais de 60 anos de história passava por um momento de praticamente abandono. Em 2007, quando passou a fazer parte do portfólio da BRF, o nome Claybom não tinha mais a mesma penetração e seu share foi diminuindo até chegar a 1% de participação, registrado em 2011. A partir de PESQUISAS, a divisão de Marketing da BRF percebeu que havia muito espaço para o mercado de margarinas voltadas para o uso culinário, segmento ainda não ocupado por uma marca de peso. As pesquisas indicaram também que a Claybom se mantinha no imaginário do consumidor. Estas informações foram o estopim para iniciar o plano de reposicionamento do produto.

O desafio da empresa tem duas frentes: de um lado desenvolver o mercado de uso culinário da margarina, considerado pequeno no Brasil quando comparado a outros países. Do outro lado, o desafio era rejuvenescer a Claybom sem prejudicar a lembrança que o consumidor tem da marca. 

“Nas nossas pesquisas, percebemos uma lacuna muito grande da questão do uso culinário da margarina pela consumidora brasileira. Percebemos também a força da Claybom e o apreço que as pessoas têm por ela. Queremos educar e incentivar para o uso da margarina na culinária. Mas precisávamos de uma marca que pudesse facilitar este trabalho. A Claybom é perfeita para este propósito”, afirma Eduardo Berstein, Diretor de Marketing da BRF, em ENTREVISTA ao Mundo do Marketing.

Uma nova margarina para uma nova consumidora
O primeiro passo para “relançar” a Claybom foi dar-lhe um posicionamento claro, dando destaque ao seu uso culinário, mas sem descartar que ela pode ser utilizada também para passar no pão. Por isso foi criado o mote “Claybom Para Tudo é Bom”. A empresa enfatiza a versatilidade do produto para atrair um perfil diferente de consumidora: mulheres mais jovens, entre 30 e 40 anos, que possuem diversas atribuições, trabalham, estudam e cuidam da casa.


branding,reposicionamento,claybomCom isso, a marca se afastou das consumidoras mais velhas e modernizou sua linguagem. Sua identidade visual e suas embalagens foram atualizadas. O tradicional esquema de cores em tons de amarelo foi substituído por azul e verde para se diferenciar no ponto de venda. A imagem da menina que simbolizava a Claybom foi retirada, mas foi mantido o “Nhac”, som de mordida utilizado na COMUNICAÇÃO da margarina.

As mudanças aconteceram também por dentro. O produto teve a sua receita reformulada e além do tradicional, chega ao mercado em dois novos sabores: Baunilha, mais adequado para confeitaria, e Alho & Cebola, recomendado para temperos. “É uma margarina cremosa e com sabor marcante para ser utilizada no pão, por exemplo, mas é também perfeitamente adequada para ser utilizada na culinária. 

Acredito que este foi o passo mais importante que demos, pois o produto realmente está muito bom e as pessoas perceberão este diferencial. Com isso, vamos atrair uma mulher que é mais versátil e não aquela dona de casa que unicamente cuidava da família”, explica o Diretor de Marketing da BRF.

Rejuvenescimento sem perder as origens
Embora tenha passado por mudanças na sua receita e em sua identidade, a Claybom não pode se desvencilhar totalmente do seu histórico. A BRF tinha a exata noção de que embora a margarina estivesse há algum tempo sem realizar ações de comunicação, ela ainda estava na lembrança dos brasileiros. Logo, os valores da marca deveriam ser conservados nas embalagens, nos materiais de ponto de venda e também nas ações de mídia que estão sendo realizadas.


Houve uma preocupação especial em como comunicar ao consumidor o novo momento da marca. Para dar suporte ao reposicionamento, foi criado um novo site e também o SAC específico para tirar dúvidas dos clientes. Isso tudo para compensar os quase dez anos de ausência total na mídia e não macular o patrimônio do produto. “Não podemos fugir nem abandonar totalmente os códigos que consagraram o produto original. Quando a mudança é muito brusca, as pessoas ficam com a sensação apenas de que demos o mesmo nome para um produto totalmente diferente. E isso fere a memória afetiva do público. Foi um grande desafio”, explica Wilson Mateos, Diretor de Criação da DM9, agência responsável pelo projeto, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O planejamento está gerando bons resultados. A BRF não divulgou os números investidos neste reposicionamento e nem os resultados em vendas até o momento, mas a empresa vem recebendo feedback dos consumidores. “No SAC que montamos para a nova Claybom, estamos recebendo muitos comentários positivos. Muitas pessoas inclusive nos agradecem por estarmos branding,reposicionamento,claybomresgatando a marca e dando a oportunidade de que eles relembrem os bons momentos da infância. Estes são sinais de que estamos no caminho correto”, comenta Eduardo Berstein, Diretor de Marketing da BRF.

A empresa tem boas expectativas para 2013. Como o mercado de margarinas não tem um giro muito rápido, a marca não espera por resultados significativos neste primeiro momento. Para um produto que no passado esteve na liderança em algumas regiões, como o Nordeste, é um recomeço para no próximo ano retomar seu espaço. “Vamos lutar para nos tornarmos a segunda marca do Brasil”, avisa Eduardo Berstein.

Disney promove Magic Run pela primeira vez no Brasil



"Evento foi realizado no domingo, dia 18, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Crianças que estavam fantasiadas concorreram a prêmios e família vencedora vai ao parque na Flórida."



*\\||//* Por Bruno Garcia || 21/11/2012



A Disney realizou pela primeira vez no Brasil o seu Disney Magic Run, uma corrida de rua que reuniu famílias no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. O evento contou com a presença de personagens da marca, como Mickey e Minnie que ajudaram as crianças no aquecimento, acompanharam o percurso e distribuíram kits. 

A caminhada em família teve 3 quilômetros enquanto a corrida individual teve dez quilômetros. Os VENCEDORES da corrida ganharam uma viagem para o Walt Disney World Resort, na Flórida, Estados Unidos. As crianças que estavam fantasiadas também concorreram a brindes que foram sorteados.
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Burger King abre primeira loja conceito e planeja mil PDVs até 2016



"Espaço de 650 m² e três pisos no centro do Rio de Janeiro teve a participação do lutador Anderson Silva. Empresa aposta na experiência para se diferenciar."



*//||\\* Por Bruno Garcia || 13/11/2012


burger king,expansão,experiência,loja conceito,anderson silvaO Burger King inaugurou ontem, dia 12, no Rio de Janeiro, a primeira loja CONCEITO da marca no Brasil. O espaço de 650 m² está localizado na Avenida Rio Branco, centro da cidade, e conta com três pisos e mais de 150 lugares. Com foco na criação de novas lojas e na expansão para regiões onde possui uma presença pequena, a marca quer chegar a mil pontos de venda até 2016. Para atingir esta meta, o grande trunfo é focar suas ações de Marketing na criação de uma experiência diferenciada para o consumidor que visita os restaurantes.

A loja conceito possui amplo espaço e investiu na comunicação visual para transmitir os valores da empresa, ressaltando as qualidades do produto e o seu modo de preparo. A ideia é oferecer um local para que o consumidor possa comer com tranquilidade, promover encontros com os amigos e ter um bom momento. A empresa também está investindo em treinamento dos colaboradores para oferecer um atendimento diferenciado.

O Burger King chegou ao Brasil em 2008 com a abertura da primeira loja em um shopping do Rio de Janeiro e hoje conta com 240 pontos espalhados em mais de 80 cidades. A meta de mil restaurantes em quatro anos não parece assustar o principal executivo da companhia, que vê o mercado de alimentação como um dos mais aquecidos. “O segmento está crescendo muito. Em breve chegaremos ao mesmo nível que nos Estados Unidos: lá temos 40% de alimentação fora do lar. Aqui temos 33%. Alguns analistas dizem que chegaremos ao mesmo patamar que os americanos até 2020. Há um espaço de crescimento natural”, explica Iuri Miranda, Presidente do Burger King Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Branding para CRIAR um fast food diferenciado
A criação de lojas conceito faz parte da estratégia do Burger King para reforçar sua marca e separar-se da concorrência. A empresa lançará ao todo três espaços conceito ainda sem local e data definidos, enquanto as demais lojas seguirão o modelo tradicional. Ainda assim, todas as inovações aplicadas nos espaços conceito migrarão também para os outos pontos de venda. “Quando fazemos um restaurante como este, a proposta é oferecer um momento agradável. Somos fast food, mas isso não significa que a experiência não possa ser agradável”, afirma Iuri Miranda.


O modo de preparo do hambúrguer unido à possibilidade de PERSONALIZAÇÃO do sanduíche no balcão são apontados como os pontos que mais agradam o cliente brasileiro. “Um comentário que ouvimos com frequência dos consumidores é que os nossos pratos têm sabor de comida de verdade. E é isso que buscamos enfatizar, mudando o conceito do fast food. Queremos que as pessoas comam aqui e tenham um bom momento”, diz Ariel Grunkraut, Diretor de Marketing do Burger King, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Como a marca ainda não está presente nas regiões Norte e Centro-Oeste, há um cuidado no planejamento de Marketing para que novas lojas não sejam abertas onde o nome da empresa ainda não ganhou força e relevância. “O crescimento da marca tem que seguir a mesma velocidade da expansão das lojas no Brasil. Não podemos correr o risco de abrir restaurantes em uma região onde o Burger King não é tão conhecido. O ideal é que o crescimento do conhecimento da marca aconteça em paralelo com a expansão física dos PDVs. É o que fizemos aqui no Rio. O investimento no Rio de Janeiro foi de R$ 50 milhões desde o ano passado e agora lançamos esta loja”, completa Ariel Grunkraut.

burger king,expansão,experiência,loja conceito,anderson silvaNOVIDADES para atrair novos clientes
A empresa não revela seus números de faturamento ou de investimento em Marketing, mas afirma que os resultados vêm sendo satisfatórios. A ampliação do cardápio no próximo ano não está descartada, embora a organização não revele qualquer novidade para 2013. “Não posso falar sobre as novidades. Mas posso dizer que o mercado de fast food exige inovação sempre. Por mais que o consumidor goste de comer sempre sua comida predileta, é um setor muito dinâmico. Neste ano lançamos uma série de produtos, como uma nova linha de sobremesas, um sanduíche de peixe, entre outros”, conta o Diretor de Marketing.


A promoção chamada de “Preços Irresistíveis” também ajudou a atrair as pessoas, fazendo com que elas experimentassem os sanduíches da marca pela primeira vez. Lançada há cerca de um mês, a plataforma oferece lanches específicos a um preço bem mais baixo que o convencional. Outro benefício exclusivo da rede é o free refill: durante 30 minutos, o consumidor pode preencher seu copo de refrigerante quantas vezes quiser. “Com isso, atraimos as pessoas em períodos como o final do mês, onde a maioria não está com muito dinheiro no bolso. E atraimos também os jovens, que representam um target importante para a marca. O resultado tem sido muito bom”, explica Ariel Grunkraut.

sábado, 17 de novembro de 2012

Coca-Cola amplia apoio à Fundação Amazonas Sustentável



"Até 2017, serão R$ 23 milhões investidos nos programas para o desenvolvimento da região do Rio Negro. Anúncio foi feito pelo CEO global da marca, que esteve no Brasil."




*//||\\* Por Bruno Garcia || 14/11/2012



A Coca-Cola Brasil amplia a parceria com a Fundação Amazonas Sustentável (FAS). O projeto visa a expansão e o desenvolvimento da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Negro. Até 2017, somado ao INVESTIMENTO realizado em 2009 para a FAS de R$ 20 milhões, a Coca-Cola Brasil terá investido aproximadamente R$ 23 milhões no programa. 

O anúncio foi feito na última segunda-feira, dia 12, durante a visita do CEO da The Coca-Cola Company, Muhtar Kent, à sede da fundação. Kent veio acompanhado por um grupo de executivos da marca para conhecer as ações de sustentabilidade desenvolvidas pela empresa em outros países.
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Gol transforma Smiles em empresa independente em 2013



"Programa de fidelidade passa a ter operação própria a partir do dia 1° de janeiro e tem como meta ampliar sua rentabilidade. Empresa não descarta a abertura de capital."



*\\||//* Por Bruno Garcia || 14/11/2012




A GOL transformará o Smiles em uma empresa independente a partir do dia 1° de janeiro de 2013. O programa de fidelidade da companhia aérea ganha operação própria com a meta de agregar maior valor ao negócio, buscando novas formas de receita. O anúncio foi feito na manhã de hoje, dia 14, pelo Presidente da Gol, Paulo Kakinoff, em conferência para a imprensa. O movimento é semelhante ao realizado por outra companhia aérea, a Tam, que desmembrou o Multiplus há três anos. Não está descartada a abertura de capital da nova empresa ainda em 2013, porém no segundo semestre, assim como fez o Multiplus, que é listado na Bolsa de Valores.
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Nespresso comemora seis anos e reduz preços em 20%



"Cápsulas são vendidas por R$ 1,50 a unidade e redução foi possível devido à otimização dos custos. Os preços das máquinas de café não foram reduzidos."



*//||\\* Por Bruno Garcia || 14/11/2012




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A Nespresso anuncia novos preços para suas cápsulas de café em comemoração aos seus seis anos no mercado brasileiro. Os consumidores podem adquirir os cafés da marca a partir de R$1,50 por cápsula, representando uma redução de mais de 20%. As cápsulas são vendidas em embalagens com 10 unidades da mesma variedade. 

Com isso, a empresa espera ampliar as vendas entre a sua base de clientes, além de atrair novos. A Nespresso informa que a redução no valor só foi possível devido ao crescimento da empresa no Brasil, o que possibilitou a otimização dos custos. As máquinas não sofreram redução de preço e a empresa possui modelos que variam entre R$ 395,00 e R$ 995,00.


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Presumer: como utilizar este perfil de consumidor para co-criar



"Marcas nacionais e internacionais vêm utilizando o Presumer, pessoas capazes de satisfazer seus desejos por meio do envolvimento com itens que ainda não foram lançados."



*//||//* Por Leticia Muniz || 14/11/2012


tecnisa,gafisa,Presumers,fiat MioA evolução na relação entre as marcas e as pessoas vem gerando pessoas cada vez mais engajadas. Por outro lado, em busca de vencer o nível de exigência alto dos clientes, empresas inovadoras vêm investindo nos chamados Presumers, pessoas capazes de satisfazer os seus desejos por meio do envolvimento com produtos os serviços antes mesmo do seu LANÇAMENTO, fazendo parte do seu desenvolvimento.

Os Presumers são apaixonados pelas marcas com as quais se envolvem e se interessam por financiar e fazer parte de uma causa antes que ela seja lançada. Este perfil de consumidor está intimamente ligado às estratégias de crowdsourcing, por meio da qual as empresas utilizam seus clientes ou potenciais clientes como co-criadores de seus produtos e serviços.

A ferramenta é comum nos Estados Unidos, em países da Europa e vem sendo utilizada por algumas empresas brasileiras. Os benefícios mais comuns são a CRIAÇÃO de um grande volume de ideias em um curto espaço de tempo, o engajamento de potenciais clientes, o aumento de interesse do público-alvo, além de gerar uma diversidade de opções criativas e impulsionar o desenvolvimento do negócio.

A importância da co-criação
O conceito de Presumer nasceu do grupo de pessoas que buscavam recursos para a construção dos seus próprios produtos. “O termo surgiu quase como um fundo de quintal aperfeiçoado, onde consumidores criam os seus projetos e vão atrás de recursos para a produção em uma escala maior. São pessoas que querem colocar em prática as suas próprias IDÉIAS”, explica Luciana Stein, Pesquisadora da Trendwatching e responsável pelo estudo que traça o perfil do Presumer, em entrevista ao Mundo do Marketing.


A utilização do consumidor como co-criador faz parte de um dos pilares do conceito de marcas vivas, onde é necessário manter um relacionamento próximo com o público como uma das chaves para o sucesso. Cada vez mais as marcas passarão a ter os clientes como parceiros e agentes de desenvolvimento. “Houve uma evolução e o futuro das marcas é se relacionar. As empresas não podem mais permanecer por trás do vidro apenas construindo produtos. É preciso estar cada vez mais próximo do consumidor. A co-criação é isso”, explica Fred Gelli, Sócio da agência Tátil D, em entrevista ao Portal.

Presumers,fiat Mio,tecnisa,gafisaExemplos nacionais
Essa paixão por tirar as ideias do papel começou a chamar a atenção de diversas marcas. Em 2009, por exemplo, a Fiat foi buscar opiniões dos internautas para construir o carro conceito Mio. O veículo foi criado a partir de 10 mil sugestões de 17 mil pessoas. Para coletar os dados, a empresa criou um espaço colaborativo online onde eram registradas as ideias.


Os colaboradores puderam acompanhar o processo de produção por meio da internet, podendo comentar e influenciar na decisão final dos designers. “Esta é uma questão importante. O Presumer gosta de fazer parte da história, de se sentir importante, de se sentir claramente levado para dentro da marca. Esse envolvimento é uma forma de buscar status. Eles acompanham os processos até o final e compartilham as informações nas redes sociais”, completa Luciana Stein.

A construtora Tecnisa é outra que utiliza ativamente as opiniões dos consumidores para o desenvolvimento de produtos. Por meio do projeto de crowdsoursing Tecnisa Ideias, a empresa abre espaço para que os internautas enviem suas sugestões para a melhoria da vida daqueles que moram nos condomínios. As ideias são avaliadas e, as melhores, colocadas em prática.

O grande desafio para a empresa é na escolha das melhores ideias. Outra companhia que lançou mão do crowdsourcing foi a Gafisa, que utilizou o Facebook como canal de comunicação com seu público para criar o edifício colaborativo Eureka. O intuito principal da empresa foi incentivar o diálogo da marca com os internautas. A meta inicial era alcançar 20 mil fãs no Facebook e o número chegou a 39 mil.

Ao todo foram cerca de 3 mil ideias encaminhadas. “Essa proposta ainda está em crescimento no Brasil porque trata-se de um processo lento e caro. Além disso, as empresas ainda tentam compreender melhor como é o funcionamento”, afirma a pesquisadora da Trendwatching.

A utilização do Presumer no mundo
Fora do Brasil, a utilização do Presumer enquanto perfil de consumidor é mais comum. Nos Estados Unidos, a marca de batatas fritas Lay’s desenvolveu o concurso “Do us a flavour”, que convida os consumidores a criarem novos sabores para o petisco. Como recompensa, o escolhido receberá um prêmio no valor de US$ 1 milhão.


Outra que usa a estratégia no exterior é a 3M. A empresa criou a The Spark, uma rede social para estimular inovação entre seus sete mil cientistas. A companhia também promove visitas ao seu Centro Técnico para Clientes, no qual consumidores podem testar produtos da marca e dizer o que acham de cada um. A 3M também envia produtos para clientes cadastrados em seu Test Drive de Inovação, para que eles testem os lançamentos e emitam suas opiniões.

Já a IBM criou o programa IBM Liquid, que desenvolve aplicativos com a ajuda do público. A empresa paga 100 dólares para cada desenvolvedor investir em um projeto pessoal ou de colegas. A fabricante de celulares Nokia conta com o Ideas Project, site que capta feedback e sugestões de usuários e consumidores da empresa. Já no Invent with Nokia, a empresa faz parceria com o público para desenvolver patentes em conjunto.

tecnisa,gafisa,Presumers,fiat MioInteratividade para crescer
A interatividade com o Presumer também é utilizada pela rede de cafés Starbucks por meio do projeto My Starbucks Idea. No site é possível sugerir ideias, votar nas melhores e discutir com outros consumidores as melhores propostas. As sugestões são organizadas em categorias, rankeadas por votação popular e acumulam pontos. Os comentários de cada proposta também são abertos, e muitas contam com uma participação massiva do público. As melhores ideias são colocadas em prática com os créditos do autor.


Com tantos exemplos práticos, é importante que as marcas que ainda não utilizam esta proposta estejam atentas para os benefícios que podem ser gerados pela utilização dos Presumers na co-criação de produtos e serviços. Além de se tornarem consumidores engajados, esse público atua como multiplicador das ideias e valores das empresas. Além disso, a utilização das ideias dos clientes em potencial traz uma maior garantia de aceitação do mercado. “É preciso lembrar que todos temos uma opinião sobre os produtos. A relação com as marcas é tão intensa quanto com as pessoas e com os presumers isso é ainda maior”, diz Luciana Stein.

As empresas, no entanto, precisam estar atentas para a forma como utilizam o Presumer para que esta relação não se torne negativa. É necessário ter critério para avaliar o que será aberto aos consumidores e em qual fase do processo isto será feito. “Não é qualquer coisa que pode ser aberta. Já vi empresas deixando consumidores escolherem design de rótulos. O consumidor não sabe fazer isso. Nesse caso, o mais indicado é escolher públicos específicos para que a ação não se torne um tiro no pé”, pondera Fred Gelli, em entrevista ao Mundo do Marketing.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Mercado erótico se aperfeiçoa em Marketing e fatura R$ 1 bilhão


"Mudanças nas lojas, ações de relacionamento para atrair o público feminino, crescimento de marcas nacionais e redesign das embalagens garantem o crescimento."



*\\||//* Por Isa Sousa || 12/11/2012


Mercado erótico,sex shops,sensual,faturamento,crescimento,De Pernas Pro ArO mercado erótico no Brasil movimentou R$ 1 bilhão em 2011 e promete manter uma média de crescimento em 18% para 2012. O amadurecimento do setor transformou os pontos de venda, as estratégias de atendimento e ampliou o público-alvo, antes limitado pelos tabus que envolviam o setor. As marcas nacionais, até então com baixa participação, se profissionalizaram, investindo em novos produtos e em uma identidade visual focada neste novo perfil de cliente. Hoje são sete milhões de produtos vendidos por mês entre 10 mil pontos de venda, mais de 650 lojas virtuais e o formato delivery.

A venda de porta em porta também foi determinante para o crescimento do mercado sensual brasileiro. Nos últimos três anos o número de vendedoras de itens eróticos por catálogo saltou de dois mil para 85 mil. O formato também atraiu um novo perfil de consumidor: mulheres que nunca encararam uma sex shop, por vergonha ou pudor, tiveram a oportunidade de serem atendidas em casa ou em outros ambientes mais íntimos de forma exclusiva. Esta mudança é considerada pelo setor um dos divisores de água.

Mercado erótico,sex shops,sensual,faturamento,crescimento,De Pernas Pro ArDados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico (Abeme), entidade criada em 2002, mostram que as mulheres representam 68% das compras de produtos sensuais. Os homens ficam com 32% da fatia. Por esta razão, grande parte das lojas passou por mudanças. O ambiente escuro, que focava no público masculino, com atendentes homens, músicas altas e dark rooms foi substituído por claridade, vendedoras e espaços para chás de lingerie ou despedidas de solteira. Hoje, as lojas físicas representam 68% das vendas para as mulheres. O índice é mais representativo que as vendas online (55%), porém menor que do delivery (90%).

Outro fator fundamental para a ampliação do setor foi o trabalho de separação do erotismo e da pornografia. “O ano de 2003 foi determinante para que começássemos a trabalhar de forma aprofundada e promovêssemos um isolamento definitivo de que o sensual não é o mesmo que o pornográfico. Até aquele ano, víamos as próprias sex shops usando essa temática. Isso mudou e o setor investiu em novas estratégias de Marketing”, avalia Paula Aguiar, presidente da Abeme.

De Pernas Pro Ar
Apesar da evolução do mercado erótico no Brasil nos últimos dez anos, o boom se deu com o lançamento do filme “De Pernas Pro Ar”, de 2010, da Globo Filmes. A produção nacional mostrou de forma bem humorada a história da dona da sex shop Sexy Delícia, que investe na criação de um portal e no delivery para tirar a empresa da falência. O filme foi visto por mais de três milhões de pessoas.
Mercado erótico,sex shops,sensual,faturamento,crescimento,De Pernas Pro ArBaseado na história da empresária Érica Rambolde, o sucesso do longa gerou uma continuação, o “De Pernas Pro Ar 2”, que será lançado ainda este ano. “O filme foi importante não só para mim, mas para o mercado de forma geral. Ele é um marco e sem dúvida trouxe uma cara nova para esse negócio, desmistificando muita coisa e falando de forma bem humorada sobre prazer e sexo”, afirma Érica, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Com a repercussão, a Sexy Delícia investiu em Marketing. Antes apenas no formato delivery, hoje a marca possui loja física no Rio de Janeiro e também trabalha a plataforma digital. As ações de relacionamento com o cliente são outro caminho para atrair as consumidoras: são promovidos cursos com temáticas sensuais e sexuais, além de chás de lingerie. Com foco maior na classe B e C, sem descartar a A, as ações fizeram com que o negócio tivesse um crescimento de 25% até o mês de outubro, em comparação ao mesmo período do ano anterior.

O próximo passo é o investimento em franquias. “Queremos expandir dentro de dois ou três anos. Tivemos propostas para abrir no Rio Grande do Sul, em Pernambuco, Amazonas e até mesmo na Alemanha, berço das sex shops. A grande dificuldade, no entanto, ainda é o serviço, que é nosso carro chefe e precisamos que seja de qualidade”, afirma Denis Poggian, Gerente de Marketing da Sexy Delícia, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Destaque nacional
As marcas eróticas brasileiras respondem por 55% dos produtos vendidos atualmente no país. O índice é considerado excelente quando levado em conta o nascimento desse mercado. Em 2008, por exemplo, os itens importados correspondiam a 75% das vendas e, em 2009, chegou a 85%.

A evolução positiva, segundo a Abeme, foi praticamente forçada. “A falta de tecnologia fez com que tivéssemos que nos desdobrar para entender o que era bom e o que não era. O resultado é que hoje o Brasil é considerado o melhor país em produtos cosméticos eróticos e de lingerie”, pontua Paula Aguiar, Presidente da Associação.
Mercado erótico,sex shops,sensual,faturamento,crescimento,De Pernas Pro ArUm exemplo é que, enquanto os mercados europeu e norte-americano possuem uma média de 10 sabores de gel para sexo oral, o Brasil desenvolveu 40 opções. Outro case de sucesso é a Intt Cosméticos. Nascida em 2007 com 12 produtos, hoje são 40 itens e até dezembro serão lançados mais sete. “Por um lado desenvolvemos alguns produtos pela inovação e concorrência, mas por outro é por demanda mesmo. Hoje temos os melhores géis e os melhores lingeries do mundo. A exportação brasileira nessa área é muito forte”, informa Alessandra Seitz, Diretora da Innt Cosméticos, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Outro investimento da indústria nacional é na embalagem. “Com cinco anos, triplicamos nosso faturamento e investimos em uma identidade visual que não é apelativa. As mulheres podem comprar os produtos e não precisam escondê-los. Parece um cosmético qualquer e é assim que tem que ser visto”, completa Alessandra.