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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Tesla vai produzir telhas solares personalizáveis


Ana Rita Guerra, 
2016/10/31, 08:45
Postado em 31 de outubro de 2016 às 23h00m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Em meio ao processo de aquisição da SolarCity, a montadora de carros elétricos Tesla anunciou que vai produzir telhas com painéis solares que serão personalizáveis. A ideia é que o produto final pareça um telhado normal.

O produto será concebido em conjunto pelas equipas da Tesla e da SolarCity, apesar de a compra de US$ 2,6 bilhões ainda não estar finalizada – os acionistas das duas empresas votarão em novembro para aprovar o negócio.

Mas o CEO da Tesla, Elon Musk, já está mirando a integração futura, e seguindo sua visão de um futuro sustentável: produção de energia renovável, com a tecnologia fotovoltaica, armazenamento da energia através de baterias inovadoras e transporte verde, com seus carros elétricos. Sua intenção é que a Tesla seja campeã em todas essas áreas.

No caso do telhado solar, Powerwall 2, a inovação é que as telhas terão baterias integradas. Os consumidores poderão usar o novo produto para substituir integralmente o telhado de suas casas.

A SolarCity explica que as células solares desse telhado são invísiveis a olho nu. As telhas usarão vidro extremamente forte, capaz de aguentar três vezes mais que telhas normais.

O design desses telhados solares é diversificado, com várias propostas que o consumidor pode escolher.

As telhas são produzidas com recurso a impressão hidrográfica, revelou Musk em uma conferência de imprensa, o que significa que cada uma será única. Você pode pegar quaisquer dois telhados e eles vão parecer diferentes, porque eles serão diferentes, afirmou o CEO.

O telhado poderá armazenar até 14kWh de energia, com consumo contínuo de 5kW. A bateria pode ser alojada no chão, na parece, dentro ou fora da caa.

A comercialização do Powerwall 2 está prevista para a segunda metade de 2017 –  partindo do pressuposto que a aquisição recebe luz verde e segue em frente.

Conheça os melhores modelos de SSD para notebook


Felipe Alencar
por
Para o TechTudo
28/10/2016 06h00 - Atualizado em 28/10/2016 06h00
Postado em 31 de outubro de 2016 às 08h05m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
O SSD (Solid State Drive ou Discos de Estado Sólido) é um dos melhores upgrades que você pode fazer em seu notebook. Além de substituir o HD na tarefa de armazenagem de arquivos, ele traz mais velocidade à máquina, diminuindo o tempo de inicialização do sistema operacional e demais programas.

SSD e HD: entenda a diferença entre as tecnologias
Um SSD traz mais desempenho do que o aumento de memória RAM. Por isso, muitos usuários estão começando a considerar a troca de seus HDs tradicionais pelos SSDs, apesar de seu preço mais elevado. Nesta lista, estão os melhores SSDs que você pode comprar para o seu notebook e, assim, dar uma sobrevida ao computador.

SSD Corsair Force LE de 120 GB
SSD de 120 Gb da Corsair (Foto: Divulgação/Corsair)
SSD de 120 Gb da Corsair (Foto: Divulgação/Corsair)

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O primeiro SSD que listamos é este da Corsair de 120 GB, modelo CSSD-F120GBLEB. Ele é indicado caso você queira utilizar um HD e um SSD juntos, usando o segundo para a instalação do sistema operacional e dos programas.

Ele possui taxa de leitura de 550 MB/s e de escrita de 500 MB/s. O dispositivo pode ser instalado em baias de 2,5 polegadas e utiliza a interface SATA III, que possui taxa de transferência de 6 Gbps. Além disso, ele possui resistência a choques e pancadas. O seu preço gira em torno de R$ 230 a R$ 270.

SanDisk SSD Plus de 240 GB
Modelo Plus dos SSDs da SanDisk (Foto: Divulgação/SanDisk)
Modelo Plus dos SSDs da SanDisk (Foto: Divulgação/SanDisk)

Este SSD da SanDisk possui 240 GB de armazenamento e é até 20 vezes mais rápido do que uma unidade de disco rígido comum. A sua velocidade de leitura sequencial é de 535 MB/s, isso garante que o seu computador vai inicializar mais rápido e abrir os programas em pouco tempo.

Já a velocidade de gravação é de 450 MB/s, o que também é bastante alto se comparado a um HD. Ele é também resistente à choques e vibrações, pois não possui partes móveis. O cache SLC utilizado neste SSD aumenta o desempenho na hora de gravar os dados nos chips de memória Flash. Seu preço em lojas do varejo é de R$ 354,00.

SSD Intel 540s Series de 240 GB
A Intel também faz ótimos SSDs (Foto: Divulgação/Intel)
A Intel também faz ótimos SSDs (Foto: Divulgação/Intel)

O SSD da Intel de modelo SSDSC2KW240H6X1 possui 240 GB de armazenamento e pode ser usado até como dispositivo de armazenamento principal, dispensando totalmente o uso de um HD. Ele pode ser instalado em baias de 2,5 polegadas e se liga à placa-mãe através da interface SATA III.

Sua taxa de leitura sequencial é de 560 MB/s e de escrita sequencial é de até 480 MB/s. Um diferencial deste SSD é que seu corpo é em alumínio. Seu preço médio está entre R$ 480 e R$ 565.

Kingston HyperX Savage de 240 GB
A HyperX é a linha mais avançada da Kingston (Foto: Divulgação/Kingston)
A HyperX é a linha mais avançada da Kingston 
(Foto: Divulgação/Kingston)

Este é um SSD da linha mais avançada da Kingston, a HyperX. Neste caso, o modelo SHSS3B7A possui 240 GB de armazenamento e, assim como os demais SSDs, é instalado numa baia de 2,5 polegadas. Ele se conecta à porta SATA III e também é compatível com SATA II. O dispositivo possui uma taxa de leitura de 560 MB/s e 530 MB/s para escrita de dados.
O seu preço está em torno de R$ 600 a R$ 705.

Kingston SSDNow UV400 de 480 GB
Este é o SSD para quem deseja bastante espaço de armazenamento (Foto: Divulgação/Kingston)
Este é o SSD para quem deseja bastante espaço de 
armazenamento (Foto: Divulgação/Kingston)

Este SSD da Kingston possui uma controladora Marvell de quatro canais, que melhora ainda mais a velocidade do dispositivo. Segundo a fabricante, ele é dez vezes mais rápido que um HD de 7200 RPM. Ele pode ser instalado em baias de 2,5” e utiliza a interface Sata III, atingindo uma taxa de 6 Gb/s.

A taxa de leitura é de 550 MB/s e de escrita de 490 MB/s. Além disso, ele vem com um kit para fácil instalação. O seu preço nas principais lojas é de R$ 627,00.

domingo, 30 de outubro de 2016

WiGig: entenda o padrão que promete ser bem mais rápido que o Wi-Fi


Filipe Garrett
por
Para o TechTudo

30/10/2016 06h00 - Atualizado em 30/10/2016 06h00
Postado em 30 de outubro de 2016 23h15m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
WiGig é o termo que se refere a um novo padrão de conexão sem fio, que promete oferecer taxas de transferência altas o suficiente para que aparelhos possam ter melhor velocidade do que o wireless atual. 

No entanto, mais do que um padrão rápido de distribuir sinal de internet, o WiGig promete ainda ser mais eficaz ao transferir dados do que tecnologias como Bluetooth e cabos USB. 

Três tecnologias que podem mudar radicalmente seu Wi-Fi em 2017
Recentemente, a WiGig Alliance, entidade que reúne empresas de tecnologia do mundo todo interessadas no amadurecimento desse padrão e na sua popularização no mercado, homologou os primeiros equipamentos compatíveis com essa nova interface.
Primeiros equipamentos compatíveis com o WiGig devem começar a aparecer no mercado no ano que vem (Foto: Nicolly Vimercate/TechTudo)
Primeiros equipamentos compatíveis com o WiGig devem 
começar a aparecer no mercado no ano que vem 
(Foto: Nicolly Vimercate/TechTudo)

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Internet sem fio mais rápida
O grande apelo do WiGig, desde seu anúncio em 2013, foi a perspectiva de novas redes de internet sem fio que tirassem partido da alta velocidade de transferência permitida pelo padrão. Usando redes em frequência de 60 GHz (para ter uma ideia, os roteadores top de linha do mercado são aqueles que podem operar em 5 GHz), o WiGig permite que as velocidades de rede no ambiente Wi-Fi sejam bem mais altas.
No momento, a WiGig Alliance está homologando os primeiros dispositivos compatíveis com o novo padrão, capazes de trocar informações a até 8 Gb/s (gigabits por segundo).

Pontos fortes
O WiGig é um nome que surgiu da fusão dos termos wireless (sem fio) e gigabit, que, por sua vez, faz referência às taxas de transferência de dados possíveis nas interfaces de rede cabeadas, compatíveis com o padrão gigabit.

Em resumo, o WiGig é um tipo de rede sem fio criada para atingir velocidades muito mais altas de transferência de dados, tornando essa interface uma opção válida para a criação de ambientes de rede Wi-Fi extremamente rápidos, assim como base para o uso em situações que exigem vasta largura de banda.
Padrão WiGig tem área de cobertura menor e pode ser ideal para ambientes de alta densidade (Foto: Divulgação/WiGig)
Padrão WiGig tem área de cobertura menor e pode ser ideal 
para ambientes de alta densidade (Foto: Divulgação/WiGig)

Exemplos são transmissão de conteúdo de áudio e vídeo em alta resolução via wireless sem o uso de cabos HDMI; ou wireless docking, em que um dispositivo móvel é vinculado via rede sem fio a uma dock station; aplicações em jogos; realidade virtual sem fios e na construção de redes de alta velocidade que envolvam o uso de celulares, roteadores e etc.

Mais do que rede de Internet
É natural associar o uso do WiGig a redes de Internet porque estamos acostumados a vincular o termo wireless com a web, mas, ainda assim, as aplicações desse tipo de tecnologia vão além.
Emaranhado de cabos ainda é um problema sério da realidade virtual e que pode ser resolvido com o WiGig (Foto: Divulgação/HTC)
Emaranhado de cabos ainda é um problema sério da 
realidade virtual e que pode ser resolvido com o WiGig 
(Foto: Divulgação/HTC)

Como a velocidade de transmissão de dados tem potencial de atingir os 8 Gbps nessa primeira geração de dispositivos compatíveis, é possível vislumbrar o uso do WiGig para a criação de óculos de realidade virtual que dispensam a grande quantidade de cabos envolvidos na instalação de dispositivos.

Qual é o melhor canal de roteador Wi-Fi? Comente no Fórum do TechTudo.
Outro uso é a transmissão de conteúdo de áudio e vídeo de alta resolução entre aparelhos. Se você tem um vídeo em 4K no computador e deseja assisti-lo na TV, a melhor maneira para fazer isso é conectar os dois dispositivos via HDMI. Com o WiGig, em tese, seria possível fazer streaming desse tipo de conteúdo do PC para a TV sem a necessidade de cabo algum.

Pontos fracos
Quem sabe como redes sem fio funcionam entende que, quanto maior a frequência, maior é a velocidade, mas menor é o alcance. Essa realidade imposta pelas leis da física também é verdadeira para as redes WiGig. Por exemplo, um roteador de 2,4 GHz não atinge as mesmas velocidades de um dual-band, que pode operar a 5 GHz, mas a área de cobertura da rede criada em 2,4 GHz é maior do que a possível no aparelho com frequência mais alta.

Na frequência de 60 GHz, essa realidade é ainda mais dramática, pois a cobertura possível de um roteador WiGig seria de apenas 10 metros, com capacidade de penetração de paredes e obstáculos físicos quase desprezível. Para uma área de cobertura grande, o usuário precisaria de uma rede de roteadores e repetidores de sinal.

Para impedir problemas de performance, os dispositivos habilitados a funcionar com o WiGig deverão ser capazes de sozinhos alternar entre padrões de operação. Assim, quando você sai da área de cobertura do WiGig, o equipamento começa a funcionar em redes sem fio mais lentas, mas com melhor sinal no local.