Total de visualizações de página

segunda-feira, 13 de setembro de 2021

SpaceX enviará primeira tripulação inteiramente civil à órbita da Terra nesta quarta

===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====


Evento de turismo espacial deve durar cerca de três dias e irá além das empreitadas de Jeff Bezos e Richard Branson. Viagem terá bilionário Jared Isaacman, fundador da empresa de comércio eletrônico Shift4 Payments, e mais três tripulantes selecionados por ele.
===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====
Por G1

Postado em 13 de setembro de 2021 às 12h00m

  *.-  Post.N. -:- 4.133  -.* 

Chris Sembroski, Hayley Arceneaux, Jared Isaacman e Sian Proctor, tripulantes da missão Inspiration4, durante treinamento de força G — Foto: Inspiration4/John Kraus
Chris Sembroski, Hayley Arceneaux, Jared Isaacman e Sian Proctor, tripulantes da missão Inspiration4, durante treinamento de força G — Foto: Inspiration4/John Kraus

A SpaceX vai enviar quatro pessoas ao espaço nesta quarta-feira (15) em uma missão de três dias, a primeira que orbitará a Terra com tripulação totalmente civil.

O evento irá marcar a entrada da empresa do bilionário Elon Musk na corrida do turismo espacial, que já contou com excursões de outros endinheirados que querem explorar esse mercado.

Em julho passado, Richard Branson fez um voo ao espaço de cerca de 20 minutos pela Virgin Galactic, enquanto Jeff Bezos ficou 10 minutos a bordo da nave da sua empresa Blue Origin. Essas viagens também foram realizadas com tripulantes civis, mas não chegaram até a órbita terrestre.

Essa é, inclusive, a grande diferença do voo da SpaceX. A missão é muito mais ambiciosa do que os voos da Virgin Galactic e da Blue Origin, que tinham escala suborbital, enviando suas tripulações ao espaço e de volta para a Terra em questão de minutos.

O voo da SpaceX é projetado para transportar seus quatro passageiros onde nenhuma tripulação civil jamais esteve: para a órbita terrestre.

Lá, eles darão a volta ao globo uma vez a cada 90 minutos e a mais de 27.358 quilômetros por hora, ou aproximadamente 22 vezes a velocidade do som, segundo a Reuters.

A altitude alvo é de 575 quilômetros, além das órbitas da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) ou mesmo do Telescópio Espacial Hubble.

O dono da empresa espacial, Elon Musk, não estará no voo – quem fará a viagem será Jared Isaacman, norte-americano fundador da empresa de comércio eletrônico Shift4 Payments. Ele levará outros três companheiros novatos em voos espaciais (veja quem são mais abaixo).

O veículo está pronto para decolar do Kennedy Space Center da Nasa no topo de um dos foguetes reutilizáveis Falcon 9, com um lançamento com prazo de 24 horas que se inicia às 21h (horário de Brasília) da próxima quarta (15).

A empresa de Elon Musk já transportou pelo menos dez astronautas para a ISS em nome da Nasa, mas essa será a primeira vez que viajarão astronautas não profissionais.

Entenda o voo suborbital em vídeo:

O que a ida de Bezos ao espaço e um arremesso de basquete tem em comum
O que a ida de Bezos ao espaço e um arremesso de basquete tem em comum

Quem são os tripulantes

Chris Sembroski, Sian Proctor, Jared Isaacman e Hayley Arceneaux, tripulantes da missão Inspiration4 — Foto: Inspiration4/John Kraus
Chris Sembroski, Sian Proctor, Jared Isaacman e Hayley Arceneaux, tripulantes da missão Inspiration4 — Foto: Inspiration4/John Kraus

O idealizador da viagem e primeiro tripulante é Jared Isaacman, magnata da tecnologia de 38 anos de idade que investiu uma soma não divulgada para que Elon Musk viabilizasse o evento.

Apelidado de Inspiration4, o passeio especial foi concebido por Isaacman principalmente para aumentar a conscientização e o apoio em prol de uma de suas causas favoritas, o St. Jude Children's Research Hospital, importante centro de tratamento de câncer pediátrico. Ele prometeu US$ 100 milhões ao instituto.

Cada membro da tripulação foi selecionado para representar um pilar da missão, segundo a agência AFP.

A mais jovem, Hayley Arceneaux, de 29 anos, é uma sobrevivente de câncer ósseo na infância, que representa a "esperança". Ela será a primeira pessoa com uma prótese a viajar ao espaço. Arceneaux também trabalha como médica assistente em Memphis, no Hospital St. Jude.

A vaga da "generosidade" foi atribuída a Chris Sembroski, de 42 anos, ex-veterano da Força Aérea dos Estados Unidos que trabalha na indústria da aviação.

A última cadeira da missão representa a "prosperidade" e foi oferecida a Sian Proctor, uma professora de Ciências de 51 anos que, em 2009, perdeu por pouco a oportunidade de ser astronauta da Nasa. Ela será apenas a quarta mulher afro-americana a viajar ao espaço.

Treinamento

O treinamento da tripulação durou vários meses, segundo a AFP, e incluiu a experiência de força G em uma centrífuga – um braço gigante que gira em grande velocidade.

Também foram realizados voos parabólicos para experimentar a falta de gravidade por alguns segundos e completaram uma caminhada na neve em grande altitude no Monte Rainier, na região noroeste dos Estados Unidos.

Durante os três dias em órbita, eles terão o sono, a frequência cardíaca, o sangue e as habilidades cognitivas examinadas.

Os tripulantes passarão por testes antes e depois da missão para um estudo do impacto da viagem em seus corpos. A ideia é acumular dados para futuras missões com passageiros privados.

Turismo espacial

Foguete Falcon 9, da SpaceX, em lançamento realizado em 23 de abril de 2021 — Foto: NASA/Ben Smegelsky via REUTERS
Foguete Falcon 9, da SpaceX, em lançamento realizado em 23 de abril de 2021 — Foto: NASA/Ben Smegelsky via REUTERS

Uma missão bem-sucedida deve ajudar a inaugurar uma nova era de turismo espacial comercial, com várias empresas competindo por clientes ricos e dispostos a pagar uma pequena fortuna para experimentar a alegria do voo supersônico, a ausência de gravidade e o espetáculo visual do espaço.

Definir níveis aceitáveis de risco para o consumidor neste empreendimento perigoso de viagem espacial também é fundamental e levanta questões importantes.

"Você precisa ser tanto rico como corajoso para embarcar nesses voos agora?" disse Sridhar Tayur, professor de gestão de operações e novos modelos de negócios da Carnegie Mellon University em Pittsburgh, em entrevista à Reuters na última sexta (10).

O objetivo declarado da missão é tornar o espaço acessível para mais pessoas, embora as viagens espaciais permaneçam parcialmente abertas para poucos privilegiados.

"Em toda história da humanidade, menos de 600 seres humanos chegaram ao espaço", disse Isaacman à AFP.

"Estamos orgulhosos de que nosso voo ajude a influenciar todos aqueles que viajarão depois de nós", concluiu.

Entenda a diferença entre voo orbital e voo suborbital — Foto: G1
Entenda a diferença entre voo orbital e voo suborbital — Foto: G1

------++-====-----------------------------------------------------------------------=================--------------------------------------------------------------------------------====-++----- 

domingo, 12 de setembro de 2021

Para companhias aéreas, ameaças cibernéticas são o principal temor de segurança atualmente

===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====


Medidas estabelecidas em aeroportos e aviões após os atentados de 11 de setembro de 2001 em Nova York limitaram drasticamente o risco de uma ação terrorista presencial.
===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====
TOPO
Por France Presse

Postado em 12 de setembro de 2021 às 10h30m

  *.-  Post.N. -:- 4.132  -.* 

Ataque de 11 de Setembro completa 20 anos. Terroristas sequestraram aviões comerciais para jogá-los contra pontos dos EUA como as Torres Gêmeas, em Nova York — Foto: Sean Adair/Reuters/Arquivo
Ataque de 11 de Setembro completa 20 anos. Terroristas sequestraram aviões comerciais para jogá-los contra pontos dos EUA como as Torres Gêmeas, em Nova York — Foto: Sean Adair/Reuters/Arquivo

As medidas de segurança estabelecidas em aeroportos e aviões após os atentados de 11 de setembro de 2001 em Nova York limitaram drasticamente o risco de uma ação terrorista. Hoje, contudo, o que mais preocupa as companhias aéreas no quesito segurança são os potenciais ataques cibernéticos.

A blindagem das portas de acesso, o uso de equipamentos sofisticados para detecção de explosivos, o monitoramento de passageiros e o controle mais rígido dos objetos que podem ser levados dentro das aeronaves foram algumas das medidas introduzidas após os atentados.

Em uma nota publicada na última quarta-feira (8), o diretor-geral da Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata, na sigla em inglês), Willie Walsh, afirmou que "há mais segurança" nos aviões atualmente.

Além disso, mesmo que alguém conseguisse burlar as medidas de segurança e tentasse assumir o controle físico de uma aeronave,"os próprios passageiros, cientes do que ocorreu em 11 de setembro, lutariam", previu Dan Cutrer, um ex-piloto e especialista em segurança aérea da universidade Embry-Riddle, nos EUA.

Segundo o especialista, agora os novos perigos são invisíveis, como o coronavírus e os ataques cibernéticos.

Estes últimos, na opinião do diretor-geral da Iata, fazem parte dos "riscos emergentes" para a segurança e devem ser monitorados de perto.

Novas portas

Conforme o setor de aviação adota novas tecnologias, desenvolve serviços on-line e oferece conexões wi-fi aos passageiros, novas portas se abrem para a ação dos hackers.

Os especialistas ouvidos pela AFP, no entanto, consideram pouco provável que alguém consiga assumir remotamente o controle de uma aeronave, já que o sistema utilizado para a pilotagem não está conectado ao que é oferecido para gerenciar os utilitários dos passageiros.

Pablo Hernández, pesquisador do instituto Innaxis, especializado em aviação, acredita que a ameaça mais tangível talvez esteja no sistema de que comunicação entre pilotos e controladores aéreos, que não está encriptado. Segundo o especialista, não é muito difícil se intrometer em uma conversa com um bom equipamento de rádio.

Contudo, como a segurança dos voos é prioridade na aviação, os aparelhos sensíveis estão protegidos, garante Hernández.

Por outro lado, os ataques aos sistemas "em terra", como os que gerenciam reservas de passagens e bagagens, se tornaram mais comuns. Em 2020, um grupo de hackers teve acesso aos dados pessoais de cerca de 9 milhões de clientes da empresa britânica EasyJet.

Apenas no ano passado, o órgão de vigilância de tráfego aéreo Eurocontrol registrou 1.260 ataques desse tipo, principalmente contra companhias aéreas, mas também contra fabricantes, aeroportos, autoridades, etc.

Em média, um agente do setor no mundo é vítima a cada semana de algum tipo de software malicioso, instalado fraudulentamente pelos hackers, que pedem um resgate em dinheiro para desbloquear o sistema ou para não tornar públicas as informações roubadas, acrescentou o Eurocontrol em uma nota publicada no início de julho.

VÍDEO: Ransomware - entenda como vírus é usado em extorsões
VÍDEO: Ransomware - entenda como vírus é usado em extorsões

Dinheiro e espionagem

Para Deneen DeFiore, chefe de segurança cibernética da companhia United Airlines, o risco mais temido é um ciberataque que "atrapalhe as operações".

"Na aviação, não há tempo perdido", afirmou DeFiore à AFP. Os aviões estão em constante movimento em todo o mundo e qualquer avaria pode gerar um problema em cascata.

Além disso, o risco aumenta com o uso crescente de softwares para realização de transações financeiras, gerenciamento de dados e de planejamento para o consumo de combustíveis.

A grande maioria dos hackers parecem agir motivados pelo dinheiro, que podem ganhar "hackeando" dados bancários, vendendo dados pessoais ou exigindo um resgate.

Por outro lado, devido às muitas informações disponíveis sobre os passageiros, como nomes e históricos de viagens, alguns países pode se sentir tentados a realizar ações de de espionagem, opinou Katelyn Bailey, especialista da empresa de cibersegurança FireEye.

Contudo, a existência de um centro para compartilhar informações e análises dedicadas à cibersegurança na aviação (Aviation ISAC, em inglês) desde 2014 tem proporcionado uma ajuda inestimável para as companhias, opina Deneen DeFiore.

Para ela, os riscos cibernéticos representam uma nova realidade que deve ser levada em conta, desde os responsáveis pela segurança aérea às equipes de manutenção.

------++-====-----------------------------------------------------------------------=================--------------------------------------------------------------------------------====-++----- 

sábado, 11 de setembro de 2021

WhatsApp deixará de funcionar em celulares Android antigos; veja como identificar sua versão

===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====


A partir de 1º de novembro, aplicativo não oferecerá suporte para gerações do sistema do Google que foram lançadas antes de 2012.
===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====
Por G1

Postado em 11 de setembro de 2021 às 10h00m

  *.-  Post.N. -:- 4.131  -.* 

WhatsApp — Foto: Reuters/Francis Mascarenhas
WhatsApp — Foto: Reuters/Francis Mascarenhas

O WhatsApp vai restringir as versões do Android que têm suporte ao seu aplicativo. A mudança afetará as edições mais antigas do sistema operacional do Google.

No site do mensageiro, há a informação de que, "a partir do dia 1º de novembro de 2021, o WhatsApp não será mais compatível com aparelhos Android com o sistema operacional 4.0.4 e versões anteriores".

Para continuar usando o aplicativo é preciso atualizar o sistema ou transferir a conta para um aparelho com uma versão mais recente. O serviço também permite fazer um backup do histórico de mensagens.

Com a decisão, o WhatsApp funcionará apenas nos seguintes sistemas:

  • Celulares com Android 4.1 e mais recentes
  • iPhones com iOS 10 e mais recentes
  • Alguns modelos com KaiOS 2.5.1

O Android 4.0.4, também conhecido como Ice Cream Sandwich, foi lançado em dezembro de 2011. Ele foi sucedido pelo Android 4.1 (Jelly Bean), liberado em julho de 2012.

O site do mensageiro não trata de mudanças no iOS, mas a recomendação é usar a versão mais recente do sistema da Apple.

O G1 perguntou ao WhatsApp quais smartphones com versões mais antigas do Android serão afetados com o fim do suporte, mas o aplicativo explicou que não tem uma lista com os modelos.

Por conta de mudanças feitas pelas fabricantes, os passos para descobrir a versão do Android podem ser diferentes em cada celular. Confira como encontrar a informação em celulares de duas marcas:

Samsung

  1. Abra as "Configurações";
  2. Clique em "Sobre o telefone";
  3. Clique em "Informações do software";
  4. Busque por "Versão Android".
Motorola

  1. Abra as "Configurações";
  2. Clique em "Sistema";
  3. Clique em "Sobre o dispositivo";
  4. Busque por "Versão do Android".
Como saber a versão do iOS

  1. Abra o menu "Ajustes";
  2. Clique em "Geral";
  3. Clique em "Sobre".
------++-====-----------------------------------------------------------------------=================--------------------------------------------------------------------------------====-++-----