MARKETING COM VISIBILIDADE E TRANSPARÊNCIA, FOCALIZANDO COM CRIATIVIDADE E COMPETÊNCIA A SUA SLOGOMARCA, FAZENDO VALER NO DETALHE DO VISUAL O DIFERENCIAL DE RETORNO DO SEU INVESTIMENTO, COM SATISFAÇÃO DO CLIENTE EM PRIMEIRO LUGAR... EXCELÊNCIA NO ATENDIMENTO PARA A SATISFAÇÃO E O ENCANTAMENTO DO CONSUMIDOR-CLIENTE!
Personagens têm visual parecido com os do Instagram e do Facebook e podem ser usados como foto de perfil e em conversas com familiares e amigos. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 Postado em 11 de dezembro de 2022 às 09h00m Post. N. - 4.501
Como criar e usar avatar como foto de perfil no WhatsApp — Foto: Divulgação/WhatsApp
Usuários do WhatsApp já podem criar avatar no aplicativo de mensagens e usá-lo em conversas como sticker (figurinha) e também definir como foto de perfil. A novidade foi anunciada pela Metano início de dezembro e já está disponível para quem usa Android e iPhone (iOS).
Vale observar que o visual dos avatares do WhatsApp é semelhante aos do Facebook e do Instagram. No entanto, a Meta, dona das três plataformas, não disse se haverá integração entre elas.
Como criar avatar no WhatsApp
A função permite definir tom de pele, estilo de cabelo, características
faciais, roupas e mais detalhes, como brinco, acessórios para cabeça,
piercings, batons, entre outros. Veja como produzir o seu:
Na tela inicial do aplicativo, se você usa Android, toque no ícone ⋮ (Mais opções). Usuários de iPhone podem ir em "Configurações";
No topo, toque em "Avatar";
Depois, "Criar avatar";
Siga as etapas na tela para criar seu personagem e, então, toque em"OK".
Já para excluir seu personagem, basta abrir a tela novamente, tocar em "Apagar avatar"e confirmar a opção.
Tela para criar avatar no WhatsApp — Foto: Reprodução
Usar como foto de perfil no WhatsApp
Ainda na tela inicial, toque no ícone ⋮ (Mais opções) se você usa Android ou em "Configurações" se você tem iPhone;
Principais serviços de streaming de músicas exibem as faixas, álbuns e os podcasts mais ouvidos pelos assinantes este ano. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 03/12/2022 10h00 Atualizado há 2 horas Postado em 03 de dezembro de 2022 às 12h00m Post. N. - 4.500
Spotify, Deezer, Apple Music e YouTube: como saber que músicas você mais ouviu em 2022 — Foto: Reprodução/ Spotify
As principais plataformas de streaming de áudio começaram a
disponibilizar nesta semana a retrospectiva musical de seus usuários. Spotify, Deezer, Apple Music e YouTube Music fornecem informações como artistas, músicas e podcasts mais ouvidos pela pessoa ao longo de 2022.
Algumas também entregam uma espécie de "retrato", em que é possível ter
mais detalhes do seu estilo musical e outras curiosidades. Veja a
seguir como fazer em cada serviço.
Spotify
O "Spotify Wrapped 2022"
mostra os gêneros musicais favoritos e um top 5 com as músicas,
artistas e podcasts mais ouvidos. Também há o "Seu Dia em Áudio", uma
"história interativa que mostra como seu gosto musical variou ao longo
do dia". Veja abaixo como fazer:
Ao abrir o app do Spotify, clique no banner "Sua Retrospectiva 2022 tá on";
O app irá gerar stories contendo detalhes do seu ano musical;
É exibido um resumo das informações.
Deezer
O Deezer exibe as principais músicas reproduzidas, horas ouvidas,
artistas favoritos e o seu "humor musical". Os assinantes do serviço
podem verificar a retrospectiva ao abrir o aplicativo e clicar no banner
na página inicial ou:
Acesse o site do MyDeezerYear[https://mydeezeryear.deezer.com/pt-BR];
Clique no botão "Tô pronto (a)";
Faça login com o seu e-mail e senha;
Por fim, confira as informações do seu ano musical em stories.
YouTube Music
Além das faixas e artistas mais tocados, o YouTube Music mostra a "Personalidade musical",
função que "captura sua vibração e estilo musical com base em seus
hábitos". Ainda são revelados os remixes e as apresentações ao vivo, que
só estão no YouTube, e que você mais gostou ao longo do ano. Veja como
fazer:
Abra o app do YouTube Music e toque na sua foto, no canto superior direito;
No menu, toque em "Sua Recap";
Toque no botão"Assista agora" e confira a sua retrospectiva;
Por fim, uma playlist é gerada.
Apple Music
O serviço da Apple compartilha as músicas que marcam o seu ano, além de gêneros e artistas mais ouvidos.
Abra o app "Música" e, no banner "Replay 2022 - Seu ano Musical", toque em "Visite o site";
Você será redirecionado para uma página e, então, toque em"Começar";
Desça a página para obter informações detalhadas;
Ou toque em"Retomar destaques"para visualizar um resumo em formato de stories.
Ao final, todas as plataformas disponibilizam uma playlist com todas as
faixas que você mais ouviu e permitem compartilhar o seu ano musical
nas redes sociais.
Nesse período, só uma associação que atua na área de segurança virtual registrou mais de três mil casos de vazamentos de imagens íntimas. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Fernanda Graell e Marcus Vincax, Bom Dia Brasil 02/12/2022 10h08 Atualizado há 02 horas Postado em 02 de dezembro de 2022 às 12h15m Post. N. - 4.499
Lei Carolina Dieckmann completa 10 anos como marco no combate a crimes cibernéticos
A chamada Lei Carolina Dieckmann está completando 10 anos como um marco no combate a crimes cibernéticos.
Nesse período, só uma associação que atua na área de segurança virtual
registrou mais de três mil casos de vazamentos de imagens íntimas.
"Colocou 'a mais nova prosituta de...', da cidade que eu moro, né?
Colocou o nome da cidade e colocou as minhas fotos. As pessoas foram
tirando print e foram mandando uma para outra", disse uma vítima, cujas
fotos sensuais foram colocadas na internet pelo ex-marido.
Ela foi à polícia e fez a denúncia.
Enquadrado na lei mais conhecida como Lei Carolina Dieckman, o
ex-marido ficou preso seis meses, mais seis com tornozeleira eletrônica e
teve que pagar indenização.
O avanço na legislação aconteceu depois que a atriz Carolina Dieckman,
em maio de 2012, teve fotos copiadas do computador pessoal e divulgadas
na internet, sem autorização.
A lei representou um marco em relação aos crimes de informática. Um
novo olhar da Justiça para situações que nasciam no mundo virtual, em um
computador ou celular, mas que causavam danos bem reais às vítimas.
Ao longo desses dez anos, o texto já passou por alterações para ficar
cada vez mais atual e proporcionou mudança no código penal brasileiro.
"Essa lei foi um marco e a partir daí a gente evoluiu pra ter outras
condutas também punidas no Código Penal que envolvam essas situaçoes de
dados contidos em dispositivos informáticos que podem ser retirados,
podem ser mal utilizados, podem ser divulgados – tudo issso sem
autorização de quem é titular daqueles dados", comentou a professora de
Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Patrícia
Glioche.
Desde 2018, o Código Penal ampliou e aumentou a pena para crimes que usam a internet. São muitos verbos e nenhum é permitido: oferecer,
trocar, disponibilizar, transmitir, vender, distribuir, publicar ou
divulgar por qualquer meio - inclusive meio de comunicação de massa ou
sistema de informática ou telemática - fotografia, vídeo ou outro
registro audiovisual que contenha cena de estupro, de estupro de
vulnerável ou que faça apologia ou induza a sua prática ou, sem
consentimento da vítima, cena de sexo, nudez ou pornografia.
A pena é cadeia: de um a cinco anos de reclusão.
Ainda há um agravante: a
pena é aumentada de um a dois terços se o crime é praticado por agente
que mantém ou tenha mantido relação íntima de afeto com a vítima ou com o
fim de vingança ou humilhação.
"A maior vitória com a Lei Carolina Dieckmann foi que, pela primeira
vez, a sociedade viu a importância de se regular criminalmente a
internet e percebeu que esse avanço tem que ser continuo, tem que ser
constante", avaliou o titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de
Informática (DRCI), Pablo Sartori.
"Eu consegui superar. Só que as marcas ficam, né, do que eu passei. Dói na alma, assim, você ser exposta da forma que eu fui".