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domingo, 22 de janeiro de 2023

Twitter demitiu 80% dos funcionários desde que Musk comprou a rede, diz CNBC

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Reportagem do site afirma que a plataforma tem agora menos de 550 engenheiros trabalhando em tempo integral. Um executivo já tinha dito que metade dos funcionários foi cortada desde outubro.
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Por g1

Postado em 22 de janeiro de 2023 às 10h00m

Post. N. - 4.536

Elon Musk entrou na sede do Twitter carregando uma pia no primeiro dia como dono do Twitter, em outubro passado — Foto: Reprodução/Twitter
Elon Musk entrou na sede do Twitter carregando uma pia no primeiro dia como dono do Twitter, em outubro passado — Foto: Reprodução/Twitter

As demissões no Twitter atingiram 80% dos funcionários da rede social, diz reportagem publicada nesta sexta-feira (20) no site da CNBC.

Desde que Elon Musk comprou a plataforma, em outubro, o quadro de trabalhadores saiu de 7.500 para 1.300, de acordo a publicação, que diz ter tido acesso a documentos internos.

Um executivo já tinha falado, em novembro, que metade dos funcionários tinha sido cortada. Outras demissões se seguiram e a medida também atingiu o Brasil.

Além dos cortes, Musk também pôs fim à política de home office instalada pelo antigo presidente-executivo Jack Dorsey, que deixou a função no fim de 2021, ainda em meio à pandemia.

Segundo a CBNC, o Twitter conta agora com menos de 550 engenheiros trabalhando em tempo integral. Já a área responsável pelas recomendações sobre a política de uso da plataforma passou a ter apenas 20 funcionários.

Por outro lado, ainda de acordo com o site, Musk autorizou que 130 empregados de suas outras empresas a trabalharem para o Twitter, incluindo a montadora Tesla e a aeroespacial SpaceX.

Até pássaro azul foi leiloado

Na última terça-feira (17), o Twitter leiloou diversos objetos do escritório-sede, em São Francisco, entre cadeiras, eletrônicos e até uma luminária do pássaro azul, símbolo do Twitter, que decorava o local.

Os lances foram encerrados na quarta e a plataforma não informou quanto arrecadou.

Crise nas 'big techs'

Demissões nas big techs: o que está acontecendo com Google, Microsoft, Meta e Amazon
Demissões nas big techs: o que está acontecendo com Google, Microsoft, Meta e Amazon

Além do Twitter, as "big techs" também têm realizado demissões. A lista inclui o Google, a Amazon, a Meta e a Microsoft que, juntas, cortaram mais de 50 mil funcionários nos últimos 3 meses.

Todas têm sentido os impactos da inflação em alta nos Estados Unidos e da queda no consumo com o declínio da pandemia. Quer se aprofundar? Leia mais aqui e ouça o podcast:

Elon Musk entra na sede do Twitter com uma pia nas mãos
Elon Musk entra na sede do Twitter com uma pia nas mãos

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sábado, 21 de janeiro de 2023

VÍDEO: robô humanoide Atlas agora pode pegar e arremessar objetos

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Boston Dynamics, empresa de robótica controlada pela montadora Hyundai, divulgou demonstração em que o robô coloca suas novas habilidades em prática.
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Por g1

Postado em 21 de janeiro de 2023 às 09h35m

Post. N. - 4.535

Os novos movimentos podem ser úteis em tarefas industriais e de construção, já que o robô passa a ser capaz de mover objetos de diferentes tamanhos, materiais e pesos.

O novo vídeo divulgado pela Boston Dynamics mostra o Atlas saltando e fazendo cambalhota. Em outro momento, ele arremessa um objeto e empurra uma caixa de madeira.

Atlas, robô da Boston Dynamics — Foto: Divulgação/Boston Dynamics
Atlas, robô da Boston Dynamics — Foto: Divulgação/Boston Dynamics

Com 89 kg e 1,52 metro de altura, a inovação é construída com peças impressas em 3D para ter força que favoreça suas "atividades radicais". O Atlas conta com sistemas hidráulicos e motores elétricos para se mover. Os sensores em seu corpo ajudam na detecção do ambiente.

"O avançado sistema de controle e o hardware de última geração da Atlas dão ao robô o poder e o equilíbrio para demonstrar agilidade em nível humano", explicou a empresa.

Quando foi criada, a Boston Dynamics era focada na criação de robôs para a área militar. Especializada em robótica, a empresa foi comprada em 2013 pelo Google, que a vendeu à japonesa Softbank em junho de 2017. Em 2020, a Hyundai comprou 80% da empresa de robôs.

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

'Big techs' demitem mais de 50 mil pessoas em 3 meses

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Google, Microsoft, Meta, Amazon e Twitter anunciaram demissão nos últimos meses. O cenário econômico enfraquecido e a queda no número de anúncios explicam o mau momento.
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Por g1

Postado em 20 de janeiro de 2023 às 12h20m

Post. N. - 4.534

Google, Meta e Microsoft vivem mau momento no mercado de ações — Foto: Reuters
Google, Meta e Microsoft vivem mau momento no mercado de ações — Foto: Reuters

O Google anunciou nesta sexta-feira (20) a demissão em massa de 12 mil funcionários em todo o mundo, o que representa 6% de sua força de trabalho, segundo a agência Reuters.

O anúncio vem dois dias depois de a Microsoft também oficializar o corte de 10 mil pessoas. Em apenas três meses, as grandes empresas de tecnologia já desligaram mais de 50 mil colaboradores.

A desaceleração macroeconômica e a queda na receita com propaganda explicam o cenário negativo.

Veja quem demitiu e quantos foram desligados:

O que explica esse cenário

Analistas veem uma combinação de menos vendas, com o declínio da pandemia, e menos anúncios, dada a atual situação econômica dos Estados Unidos.

"Muitas dessas empresas cresceram em 2020 e aí depois houve a queda. No auge da pandemia, a digitalização aumentou. Todo mundo estava em casa, muitos recebem auxílio do governo e as pessoas gastaram mais online", explica ao g1 Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inovação e professor convidado da FGV.

"As big techs precisavam de pessoas para suportar a demanda, mas esse crescimento não se manteve após a flexibilização do isolamento causado pela Covid", completa.

As "big techs", como são conhecidas Apple, Microsoft, Meta (dona de Facebook, Instagram e WhatsApp), Alphabet (dona do Google) e Amazon — vivem um mau momento. Nos últimos 12 meses, elas perderam juntas quase US$ 4 trilhões em valor de mercado.

Os dados são de um levantamento feito por Einar Rivero, do TradeMap, a pedido do g1, comparando os valores de mercado no último dia 4 com os de 1 ano atrás.

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