MARKETING COM VISIBILIDADE E TRANSPARÊNCIA, FOCALIZANDO COM CRIATIVIDADE E COMPETÊNCIA A SUA SLOGOMARCA, FAZENDO VALER NO DETALHE DO VISUAL O DIFERENCIAL DE RETORNO DO SEU INVESTIMENTO, COM SATISFAÇÃO DO CLIENTE EM PRIMEIRO LUGAR... EXCELÊNCIA NO ATENDIMENTO PARA A SATISFAÇÃO E O ENCANTAMENTO DO CONSUMIDOR-CLIENTE!
O sistema servirá principalmente para detectar músicas que usam "vozes sintéticas de artistas existentes". Segundo a Deezer, mais de 100.000 músicas ou criações musicais entram na plataforma todos os dias. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por France Presse
Postado em 06 de junho de 2023 às 10h30m Post. N. - 4.639
Site do serviço de música por streaming francês Deezer — Foto: Reprodução/Deezer.com
A plataforma de música Deezer apresentou nesta terça-feira (6) uma ferramenta tecnológica que permitirá identificar as músicas que clonam as vozes de cantores usando inteligência artificial (IA).
"Nosso objetivo é eliminar o conteúdo ilegal e fraudulento, aumentar a transparência e desenvolver um novo sistema de remuneração pelo qual artistas profissionais sejam recompensados pela criação de conteúdo", afirmou o CEO da Deezer, Jeronimo Folgueira, em comunicado.
"É por isso que (...) desenvolvemos ferramentas para detectar conteúdos gerado por IA", acrescentou.
O sistema servirá principalmente para detectar músicas que usam "vozes sintéticas de artistas existentes".
"As informações servirão para apontar para artistas, gravadoras e usuários o conteúdo gerado pela IA na plataforma", detalha Folgueira.
Este novo sistema visa "desenvolver um modelo de remuneração que estabeleça uma distinção entre os diferentes tipos de criação musical".
A inteligência artificial fez uma entrada relâmpago na indústria da música, como no mundo da arte em geral.
Em meados de fevereiro, o DJ francês David Guetta anunciou que usou IA para reproduzir uma voz semelhante a do rapper americano Eminem em um de seus shows.
Guetta explicou à BBC que não iria comercializar aquela música, mas que sua intenção era "abrir o debate".
Segundo a Deezer, mais de 100.000 músicas ou criações musicais entram na plataforma todos os dias.
"A IA pode ser usada para criar novos conteúdos incríveis e acredito que a IA generativa pode gerar enormes benefícios", explicou o CEO da plataforma. "Mas precisamos garantir que isso seja feito com responsabilidade", concluiu.
Opiniões se dividem quanto a uso da ferramenta. O Center para AI Safety sugere uma série de possíveis cenários de desastre. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por BBC 03/06/2023 12h49 Atualizado há 02 horas Postado em 03 de junho de 2023 às 14h50m Post. N. - 4.638
O Centro de Segurança de Inteligência Artificial sugere uma série de
possíveis cenários de desastre por mau uso dessa tecnologia — Foto:
Getty Images
A inteligência artificial (IA) pode levar a humanidade à extinção,
alertaram especialistas — incluindo os chefes da OpenAI e do Google
Deepmind.
Dezenas apoiaram uma declaração publicada na página do Center for AI
Safety (ou Centro de Segurança de Inteligência Artificial, em tradução
livre), ong de pesquisa e desenvolvimento com sede em São Francisco, nos
Estados Unidos.
"Mitigar
o risco de extinção pela IA deve ser uma prioridade global, juntamente
com outros riscos em escala social, como pandemias e guerra nuclear",
aponta a carta aberta.
Mas outros dizem que os medos são exagerados.
Sam Altman, executivo-chefe da OpenAI, fabricante do ChatGPT, Demis
Hassabis, executivo-chefe do Google DeepMind e Dario Amodei, da
Anthropic, apoiaram a declaração.
O texto do Center for AI Safety sugere uma série de possíveis cenários de desastre:
As
IAs podem ser armadas — por exemplo, com ferramentas para descobrir
drogas que podem ser usadas na construção de armas químicas;
A desinformação gerada pela IA pode desestabilizar a sociedade e "minar as tomadas de decisões coletivas";
O
poder da IA pode se tornar cada vez mais concentrado em poucas mãos,
permitindo que "regimes imponham valores restritos por meio de
vigilância generalizada e censura opressiva";
Enfraquecimento, a partir do qual os humanos se tornam dependentes da IA, "num cenário semelhante ao retratado no filme Wall-E".
Geoffrey Hinton, que emitiu um alerta anterior sobre os riscos da IA
superinteligente, também apoiou a carta do Center for AI Safety.
Yoshua Bengio, professor de Ciências da Computação na Universidade de Montreal, no Canadá, também assinou o manifesto.
Hinton,
Bengio e o professor da Universidade de Nova York (NYU), Yann LeCunn,
são frequentemente descritos como os "padrinhos da IA" pelo trabalho
inovador que fizeram neste campo — e pelo qual ganharam juntos o Prêmio Turing de 2018, que reconhece contribuições excepcionais na ciência da computação.
Mas o professor LeCunn, que também trabalha na Meta, empresa dona do Facebook, disse que esses
avisos apocalípticos são "exagerados" e que "a reação mais comum dos
pesquisadores de IA a essas profecias de destruição é embaraçosa".
Muitos
outros especialistas também acreditam que o medo de a IA acabar com a
humanidade é irreal e uma distração de questões como preconceito em
relação aos sistemas, que já são um problema.
Arvind Narayanan, um cientista da computação da Universidade de
Princeton, nos EUA, disse à BBC que os cenários de desastre de ficção
científica não são realistas.
"A
IA atual não é nem de longe suficientemente capaz para que esses riscos
se materializem. Como resultado, isso desvia a atenção dos danos de
curto prazo da IA", avalia ele.
Elizabeth Renieris, pesquisadora sênior do Instituto de Ética em IA da
Universidade Oxford, no Reino Unido, disse à BBC News que se preocupa
com os riscos mais próximos.
"Os
avanços na IA ampliarão a escala da tomada de decisão automatizada que é
tendenciosa, discriminatória, excludente ou injusta. Ao mesmo tempo em
que é inescrutável e incontestável", acredita ela.
Estes avanços "podem impulsionar um aumento exponencial no volume e na
disseminação de desinformação, fraturando assim a realidade e corroendo a
confiança do público, além de gerar mais desigualdade, principalmente
para aqueles que permanecem do lado errado da divisão digital".
Muitas ferramentas de IA essencialmente "pegam carona" em "toda a experiência humana até o momento", destaca Renieris.
Várias dessas tecnologias são treinadas em conteúdo, texto, arte e música criados por humanos
— e seus criadores "transferiram efetivamente uma tremenda riqueza e
poder da esfera pública para um pequeno punhado de entidades privadas".
Pausa solicitada
A cobertura da imprensa sobre a suposta ameaça "existencial" da IA
aumentou desde março de 2023, quando especialistas, incluindo o dono da
Tesla, Elon Musk, assinaram uma carta aberta pedindo a suspensão do
desenvolvimento da próxima geração de tecnologia de IA.
Essa carta perguntava se deveríamos "desenvolver
mentes não-humanas que eventualmente superassem em número, fossem mais
espertas, nos tornassem obsoletos e nos substituíssem".
Em contraste, a nova carta divulgada por especialistas tem uma declaração muito curta, destinada a "abrir a discussão".
A declaração compara o risco ao representado pela guerra nuclear.
Em uma postagem no blog, a OpenAI sugeriu recentemente que a
superinteligência pode ser regulada de maneira semelhante à energia
nuclear.
"É
provável que eventualmente precisemos de algo como uma AIEA (Agência
Internacional de Energia Atômica) para os esforços de
superinteligência", escreveu a empresa.
'Fique tranquilo'
Sam Altman e o executivo-chefe do Google, Sundar Pichai, estão entre os
líderes de tecnologia que discutiram recentemente a regulamentação da
IA com o primeiro-ministro inglês, Rishi Sunak.
Ao falar com repórteres sobre o último alerta sobre o risco de IA,
Sunak enfatizou os benefícios da tecnologia para a economia e a
sociedade.
"Você
viu que recentemente a IA ajudou pessoas paralisadas a andar e
descobriu novos antibióticos, mas precisamos garantir que isso seja
feito de maneira segura e protegida", disse ele.
"É por isso que me encontrei na semana passada com CEOs de grandes
empresas de IA para discutir quais são as barreiras que precisamos
implementar e qual é o tipo de regulamentação que deve ser criada para
nos manter seguros."
"As
pessoas ficarão preocupadas com os relatos de que a IA representa
riscos existenciais, como as pandemias ou as guerras nucleares. Mas
quero que elas tenham certeza de que o governo está analisando isso com
muito cuidado", concluiu.
Sunak disse que havia discutido a questão recentemente com outros
líderes na cúpula do G7 no Japão e iria levá-lo novamente a
representantes dos EUA em breve.
A cúpula de países mais ricos, inclusive, criou recentemente um grupo de trabalho sobre a IA.
Proposta prevê que empresas como Facebook, Google e Microsoft terão que repassar uma porcentagem da receita com publicidade para veículos de jornalismo. Texto agora será analisado pelo Senado estadual. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 02/06/2023 13h20 Atualizado há um dia Postado em 03 de junho de 2023 às 09h45m Post. N. - 4.637
Plataformas apresentaram críticas à versão atual do PL das Fake News — Foto: Alessandro Feitosa Jr/g1
A Assembleia da Califórnia, nos Estados Unidos,
aprovou nesta sexta-feira (2) por 46 votos a 6 um projeto de lei que
obriga redes sociais a pagarem para usar conteúdo jornalístico em seus
serviços. A proposta agora será analisada no Senado estadual.
O projeto da Lei de Preservação do Jornalismo prevê que grandes plataformas, como Facebook, Google e Microsoft,
terão que repassar uma porcentagem de suas receitas com publicidade
para acessar conteúdos produzidos por veículos de jornalismo digital.
Este acesso inclui aquisição, rastreamento e indexação do conteúdo
jornalístico pelas plataformas. O projeto propõe que 70% do valor obtida
com a regra seja destinado para jornalistas contratados pelos veículos
de imprensa.
A organização News/Media Alliance, que representa cerca de 2.000
veículos de jornalismo nos Estados Unidos, afirmou que a aprovação do
projeto na Assembleia da Califórnia é uma "ação decisiva e direta para
salvar o jornalismo".
"Estamos extremamente encorajados a ver esse progresso em nível
estadual, o que mostra que os americanos entendem a importância e o
valor do jornalismo para manter suas comunidades seguras e informadas, e
responsabilizar os que estão no poder", afirmou a presidente da
News/Media Alliance, Danielle Coffey.