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quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Entenda por que EUA processam Google (e como isso pode ameaçar o futuro da internet)

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O Departamento de Justiça dos EUA acusa a empresa de tecnologia de abusar de uma posição dominante nas pesquisas na internet. Como o Google se defende?
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TOPO
Por BBC

Postado em 13 de setembro de 2023 às 10h55m

Post. N. - 4.731

Nos Estados Unidos, o Google é responsável por 90% das buscas feitas na internet — Foto: GETTY IMAGES
Nos Estados Unidos, o Google é responsável por 90% das buscas feitas na internet — Foto: GETTY IMAGES

Os Estados Unidos devem dar início ao mais importante julgamento de monopólio da era da internet.

O evento também é parte de uma série de confrontos recentes entre empresas multinacionais de tecnologia e o governo americano.

Quem está no banco dos reús dos tribunais federais de Washington desta vez é a gigante Google.

O processo deverá durar cerca de 10 semanas e algumas das figuras mais poderosas do setor serão ouvidas.

O juiz Amit P. Mehta, nomeado em 2014 pelo então presidente Barack Obama, será o responsável por proferir a sentença, embora o caso possa ainda receber recursos e parar na Suprema Corte dos EUA.

Abaixo, você conhece os pontos-chave deste julgamento histórico.

1. Do que a gigante de tecnologia é acusada

O procurador-geral Jonathan Kanter chega ao tribunal federal em 12 de setembro de 2023, em Washington — Foto: GETTY IMAGES
O procurador-geral Jonathan Kanter chega ao tribunal federal em 12 de setembro de 2023, em Washington — Foto: GETTY IMAGES

O Departamento de Justiça dos EUA acusa o Google de abusar de sua posição dominante nos serviços de busca pela internet.

A gigante da tecnologia é responsável por 90% desse serviço em terras americanas.

De acordo com o Departamento de Justiça, a empresa conseguiu e manteve essa fatia dominante do mercado de forma deliberada, por meio de acordos de distribuição anticompetitivos e excludentes, que padronizam as opções de pesquisa padrão em navegadores, telefones celulares, computadores e outros dispositivos.

O procurador do Departamento de Justiça, Kenneth Dintzer, encarregado de inaugurar os argumentos iniciais na terça-feira (12/9), afirmou que, para alcançar "essa posição privilegiada", a empresa paga mais de US$ 10 bilhões por ano a fabricantes de dispositivos (como a Apple), a empresas de telecomunicações (como a AT&T) e a fabricantes de navegadores (como a Mozilla).

Além disso, Dintzer afirmou que o Google manipula leilões de anúncios online para aumentar os preços aos anunciantes.

"Há duas décadas, o Google se tornou o 'queridinho' do Vale do Silício como uma startup com uma forma inovadora de pesquisar na Internet. Mas esse Google desapareceu há muito tempo. O Google de hoje é um guardião monopolista da internet e uma das empresas mais ricas do planeta", aponta a acusação original.

A ação exige que o Google seja considerado ilegal, que a empresa seja forçada a cessar suas supostas práticas de abuso de posição dominante e que sejam adotadas as "medidas estruturais necessárias" para reparar qualquer dano anticompetição.

Não está claro, porém, quais deveriam ser essas medidas.

A acusação também apela à adoção de "quaisquer outras medidas preliminares ou permanentes necessárias e apropriadas para restaurar as condições de concorrência nos mercados afetados pela conduta ilegal do Google".

2. O que o Google diz e como deve se defender

Kent Walker, presidente de Assuntos Globais da Alphabet Inc., anunciou em um post no blog do Google quais serão as principais estratégias de defesa — Foto: GETTY IMAGES
Kent Walker, presidente de Assuntos Globais da Alphabet Inc., anunciou em um post no blog do Google quais serão as principais estratégias de defesa — Foto: GETTY IMAGES

Basicamente, a empresa acredita que está sendo punida pelo seu sucesso.

"O Google certamente não é o guardião da Internet", argumentou o advogado-chefe da empresa, John E. Schmidtlein, na audiência de terça-feira (12/9).

Ele frisou que diferentes criadores de algoritmos de busca disputam para se tornar a ferramenta padrão da maioria dos dispositivos — o Google compete muito por essa posição e, se sai como vencedor, é "por méritos próprios".

Além disso, "essa intensa concorrência apenas melhorou o desempenho e a qualidade dos navegadores, resultando numa maior utilização dos motores de busca", acrescentou o advogado.

Os argumentos em que Schmidtlein e os outros representantes legais do grupo se apoiarão foram antecipados por Kent Walker, presidente de Assuntos Globais da Alphabet, empresa-mãe do Google, num post de blog intitulado "As pessoas usam o Google porque é útil. Nossa resposta ao EUA vs. Google".

"Como dissemos desde o início, este processo é profundamente falho", diz o texto.

"Planejamos demonstrar no tribunal que nossos acordos de distribuição de pesquisa refletem as escolhas dos navegadores e dos fabricantes de dispositivos com base na qualidade de nossos serviços e nas preferências do consumidor."

"Facilitar a obtenção de produtos desejados pelas pessoas beneficia os consumidores e é apoiado pela lei antitruste dos EUA. Em suma, as pessoas usam o Google não porque precisam, mas porque querem."

Walker ressalta que é fácil mudar o mecanismo de busca padrão do dispositivo, se assim desejado pelo usuário, e mostra isso com um vídeo incluído na postagem: basta dar dois cliques no navegador Safari no computador e quatro no iPhone, por exemplo.

Além disso, Walker destaca que os executivos da Apple disseram que escolheram o Google porque é "o melhor" e que o acordo da empresa com os navegadores não é exclusivo.

"Pagar fabricantes de dispositivos e operadoras para promover ainda mais serviços como o Chrome e o Search é semelhante a um supermercado cobrar de uma marca de cereal para exibir seus produtos em uma prateleira ou no final de um corredor."

O promotor que abriu a sessão na terça-feira (12/9) mostrou um vídeo em que Sundar Pichai, CEO do Google e da Alphabet, pedia que o histórico de um determinado chat fosse desativado — Foto: GETTY IMAGES
O promotor que abriu a sessão na terça-feira (12/9) mostrou um vídeo em que Sundar Pichai, CEO do Google e da Alphabet, pedia que o histórico de um determinado chat fosse desativado — Foto: GETTY IMAGES

Neste momento, o julgamento está marcado para durar dez semanas — e dezenas de testemunhas passarão pelo tribunal.

Sundar Pichai, CEO do Google e da Alphabet, deve ser um dos depoentes.

O nome dele já apareceu nas declarações iniciais de terça-feira (12/9), depois que Dintzer insistiu que o Google sabia que "os acordos ultrapassavam os limites antitruste".

Após a argumentação inicial, o promotor mostrou uma conversa em que Pichai pede que o histórico de um determinado chat fosse desativado.

Da mesma forma, vários pesos-pesados ​​da Apple deverão testemunhar no processo, como Eddy Cue, vice-presidente de Serviços; John Giannandrea, vice-presidente de Estratégia de Aprendizado de Máquina e Inteligência Artificial; e Adrian Perica, presidente de Desenvolvimento Corporativo.

No início deste mês, Cue, Giannandrea e Perica perderam um recurso para não serem convocados como testemunhas no julgamento.

Pichai já está em Washington, onde participa de um fórum global sobre inteligência artificial no Senado dos EUA.

Por que dizem que o futuro da Internet está em jogo

O Google o considera líder por seus próprios méritos. — Foto: GETTY IMAGES
O Google o considera líder por seus próprios méritos. — Foto: GETTY IMAGES

"Este caso tem a ver com o futuro da internet", alertou o procurador Dintzer.

Ao entrar com a ação, o Departamento de Justiça dos EUA comparou o caso a outros julgamentos antitruste cujos resultados foram um marco.

Em 1974, o caso da AT&T levou à divisão da gigante telefônica uma década depois. Em 1998, a Microsoft foi condenada por abusar de sua posição dominante no mercado de computadores pessoais para impor o navegador Internet Explorer.

Neste último caso, o juiz decidiu inicialmente pela dissolução da Microsoft — mas, após interposição de recurso, o caso foi encerrado.

Seja como for, o desmembramento da AT&T em 1984 abriu caminho para a indústria moderna de telefonia móvel, enquanto o processo com a Microsoft é visto como pioneiro, ao abrir espaço para o Google e outras empresas na internet.

Este não é o primeiro nem o último dos processos judiciais que o Google enfrenta.

Em janeiro, o procurador-geral dos EUA, Merrick Garland, anunciou outro processo, desta vez por suposto abuso de posição dominante no mercado de publicidade digital.

Esse caso não deve ir a julgamento até pelo menos no próximo ano.

Na União Europeia, a gigante de tecnologia recebeu as três multas mais elevadas da história por práticas anticoncorrência.

-Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv28z7l4k89o

Bard, do Google, mente sobre código-fonte de urnas e depois muda versão

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Fotos antigas no Google Maps (Street View): entenda

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terça-feira, 12 de setembro de 2023

iPhone 15 custa mais de 5 salários mínimos; veja quanto custaram os últimos aparelhos

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Lançamento da Apple foi anunciado nesta terça-feira e deve chegar ao país custando R$ 7.299, na versão mais simples.
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Por Bruna Miato, g1

Postado em 12 de setembro de 2023 às 16h45m

Post. N. - 4.730

IPhone 15 e IPhone 15 Pro — Foto: Reprodução / Apple
IPhone 15 e IPhone 15 Pro — Foto: Reprodução / Apple

Um dos eventos mais aguardados do ano pelos apaixonados por tecnologia aconteceu nesta terça-feira (12) e, agora, o mundo já sabe mais detalhes sobre o mais recente lançamento da Apple: o iPhone 15.

Em quatro versões, da mais simples à mais elaborada, o novo aparelho pode ser comprado a partir de R$ 7.299 (ou US$ 799, nos Estados Unidos), com o modelo mais completo chegando a R$ 10.999 (ou US$ 1.199).

Com esses valores, para ter um iPhone 15, o consumidor precisa desembolsar, pelo menos 5,5 salários mínimos, que em 2023 é de R$ 1.320.

Se a intenção for comprar alguma das versões com mais detalhes, o preço equivaleria a:

  • 6,3 salários mínimos no caso do iPhone 15 Plus, que custa R$ 8.299 (US$ 899);
  • 7 salários mínimos no caso do iPhone 15 Pro, que custa R$ 9.299 (US$ 999);
  • 8,3 salários mínimos no caso do iPhone 15 Pro Max, que custa R$ 10.999 (US$ 1.199).

Novo lançamento da Apple ganha entrada USB-C para carregador e novas câmeras

Novo lançamento da Apple ganha entrada USB-C para carregador e novas câmeras

Quantos salários mínimos custa um iPhone 15 nos Estados Unidos?

Nos Estados Unidos, país que é o berço da Apple, o impacto causado pelo preço do celular no orçamento é menor.

Mesmo sem nenhuma correção desde 2009, um trabalhador americano recebe pelo menos US$ 7,15 por hora trabalhada, com base na legislação que determina o valor do salário mínimo no país. Assim, alguém que trabalha 40 horas semanais recebe US$ 286 por semana e cerca de US$ 1.144 por mês.

Tendo por base um salário mensal de US$ 1.144, os lançamentos da Apple custam, nos Estados Unidos:

  • 0,7 salário mínimo no caso iPhone 15;
  • 0,79 salário mínimo no caso iPhone 15 Plus;
  • 0,87 salário mínimo no caso iPhone 15 Pro;
  • 1,05 salário mínimo no caso iPhone 15 Pro Max.
Quanto custaram os últimos lançamentos da Apple?

Os últimos aparelhos da Apple também tiveram preços nada convidativos ao compará-los com o valor do salário mínimo vigente nos anos em que foram lançados.

O modelo mais antigo disponível no site da Apple é o iPhone 13, lançado em setembro de 2021 por valores a partir de R$ 6.599, na versão mini. Naquele ano, o salário-mínimo era de R$ 1.100.

  • Assim, para comprar a opção mais barata do iPhone 13, era necessário desembolsar 6 salários mínimos.
  • O aparelho sai por, pelo menos, R$ 3.999 atualmente, o que equivale a 3 salários mínimos no valor vigente.

Já o modelo mais barato disponível para venda nos canais oficiais da companhia é o iPhone SE 3ª geração, que foi lançado em março de 2022, quando o salário-mínimo era de R$ 1.212.

  • Na época do lançamento, o aparelho custava, no Brasil, R$ 4.199, o equivalente a 3,5 salários mínimos.
  • Hoje, esse celular sai por R$ 3.439, ou 2,6 salários mínimos atuais.

Por fim, a última geração que a Apple havia lançado foi a do iPhone 14, em setembro de 2022.

  • A versão mais simples do produto custava R$ 7.599, ou 6,3 salários mínimos da época.
  • Já a versão mais completa, o iPhone 14 Pro Max, não saía por menos de R$ 10.499, equivalente a 8,7 salários mínimos.

Esses aparelhos também tiveram redução nos preços, com a expectativa pela chegada iPhone 15. Agora, um iPhone 14 pode ser comprado por valores a partir de R$ 4.599, ou 3,5 salários mínimos, enquanto o iPhone 14 Pro Max sai por pelo menos R$ 7.949, ou 6 salários mínimos.

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segunda-feira, 11 de setembro de 2023

iPhone 15: 3 polêmicas e curiosidades do novo lançamento da Apple

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Apple deve lançar quatro novos celulares, sendo os modelos mais caros o iPhone 15 Pro e o 15 Pro Max, enquanto os modelos mais acessíveis serão o iPhone 15 e o 15 Plus.
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TOPO
Por BBC

Postado em 11 de setembro de 2023 às 18h40m

Post. N. - 4.729

iPhone — Foto: BBC
iPhone — Foto: BBC

A nova linha de iPhones deve ser lançada pela Apple na terça-feira (12/09), em um evento em Cupertino, na Califórnia.

Além das novas versões de aparelhos celulares, o encontro, previsto para começar às 14h (horário de Brasília), deve promover o lançamento de uma nova geração de fones de ouvido e relógios inteligentes.

Os preços dos smartphones devem ser mais elevados em comparação com as gerações anteriores.

Segundo informações da Bloomberg, a Apple deve lançar quatro novos celulares, sendo os modelos mais caros o iPhone 15 Pro e o 15 Pro Max, enquanto os modelos mais acessíveis serão o iPhone 15 e o 15 Plus.

Abaixo, a BBC News Brasil traz três polêmicas que marcam o lançamento da nova linha da gigante de tecnologia e curiosidades sobre as mudanças esperadas nos novos modelos.

1. Novo carregador

O novo iPhone da Apple provavelmente contará com uma entrada de carregador USB-C.

Os telefones da empresa atualmente utilizam seu adaptador proprietário Lightning, ao contrário de concorrentes, como a Samsung.

A mudança deve ocorrer por conta de uma lei da União Europeia que exige que os fabricantes de telefones adotem uma entrada de carregador comum até dezembro de 2024, a fim de economizar dinheiro para os consumidores e reduzir o desperdício.

As entradas mais comuns nos carregadores — Foto: BBC
As entradas mais comuns nos carregadores — Foto: BBC

A maioria dos novos produtos da Apple, como os iPads mais recentes, já utiliza o USB-C, mas a empresa havia se oposto à regra da UE.

Quando foi introduzida em setembro de 2021, um representante da Apple disse à BBC News que "regulações rigorosas que exigem apenas um tipo de conector sufocam a inovação em vez de incentivá-la, o que, por sua vez, prejudicará os consumidores na Europa e ao redor do mundo".

Adaptadores de Lightning para USB-C já estão disponíveis de outras marcas de eletrônicos, incluindo a Amazon, e todos os iPhones desde o iPhone 8, lançado em 2017, suportam o carregamento sem fio.

Como o atual iPhone 14 parece ser o último dispositivo da Apple a usar exclusivamente essa tecnologia, isso pode marcar o início do fim do cabo Lightning, que é vendido na loja da Apple por R$ 219.

Não está claro se essa será uma mudança global no produto, embora a empresa seja menos propensa a criar uma versão diferente do aparelho apenas para o mercado europeu.

2. Proteção contra software-espião

Nos últimos anos, a Apple tem lançado diferentes atualizações de segurança em resposta às constantes tentativas - por vezes bem-sucedidas - de fabricantes de spyware (os softwares-espiões) de entrar nos sistemas iOS.

A expectativa é que os novos iPhones ganhem um reforço contra esse tipo de invasor - embora com o tempo mais atualizações possam ser necessárias.

A última medida de segurança foi lançada pela Apple no começo de setembro, depois que o software-espião Pegasus, do grupo israelense NSO, infectou iPhones e iPads.

O Pegasus, um software espião, tem a capacidade de secretamente acessar mensagens criptografadas armazenadas no telefone, ativar remotamente a câmera e o microfone, e rastrear continuamente a localização do dispositivo - tudo de forma remota e sem deixar rastros aparentes.

Além disso, ele tem sido associado a violações dos direitos humanos que se estendem do México à África Oriental, levando à inclusão da empresa israelense responsável na lista de alerta do Departamento de Comércio dos EUA.

3. Preço recorde

A próxima linha poderá ser a mais cara de toda a história dos iPhones, com o Pro Max, por exemplo, sendo cotado para ser vendido a partir de US$ 1.299 (R$ 6.416).

Design e novas funcionalidades: curiosidades sobre o iPhone 15

Há expectativas de que todos os modelos do próximo iPhone apresentem uma borda infinita, não se limitando apenas à linha Pro, como acontecia nas versões dos anos anteriores.

Além disso, espera-se a eliminação do botão liga/desliga, uma câmera de 48 megapixels com lente periscópica (para permitir um zoom óptico de maior alcance sem aumentar significativamente a espessura do dispositivo), uma estrutura de titânio e uma tela mais fina.

Há também a possibilidade de que os novos modelos de iPhone tenham a capacidade de capturar fotos 3D que poderão ser visualizadas nos óculos Vision Pro.

Espera-se também que mais países passem a oferecer iPhones com suporte para eSIM, que permite a utilização de uma linha telefônica virtual.

Desde o ano passado, os modelos vendidos nos Estados Unidos já não incluem a bandeja física para cartões SIM no interior do celular, e agora a expectativa é que essa mudança se estenda a países da Europa, como a França.

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