MARKETING COM VISIBILIDADE E TRANSPARÊNCIA, FOCALIZANDO COM CRIATIVIDADE E COMPETÊNCIA A SUA SLOGOMARCA, FAZENDO VALER NO DETALHE DO VISUAL O DIFERENCIAL DE RETORNO DO SEU INVESTIMENTO, COM SATISFAÇÃO DO CLIENTE EM PRIMEIRO LUGAR... EXCELÊNCIA NO ATENDIMENTO PARA A SATISFAÇÃO E O ENCANTAMENTO DO CONSUMIDOR-CLIENTE!
Desde fevereiro, agência reguladora faz ações para bloquear sinal e coibir a venda de equipamentos clandestinos usados para acessar, sem pagar, conteúdo da TV por assinatura. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Lígia Vieira, TV Globo — Brasília Postado em 14 de dezembro de 2023 às 11h45m Post. N. - 4.791
Ter uma TV Box não homologada é crime, porque quem compra esse produto
acessa, sem pagar, conteúdo da TV por assinatura de forma ilegal. Além
disso, os usuários que acessam esse tipo de equipamento põem em risco a
segurança de seus dados.
"O objetivo da Anatel é retirar TV boxes não homologadas dos lares
brasileiros. Esses dispositivos não têm assistência técnica, não há
garantia de segurança de dados, e podem se tornar vetores de ataques
digitais à rede do usuário ou às redes das prestadoras de
telecomunicações", alerta o conselheiro diretor da Anatel Artur Coimbra.
"Para 2024, devemos ampliar as operações de bloqueio, fortalecendo o
combate à pirataria de conteúdo audiovisual no Brasil, e ampliar o
combate ao comércio e uso de TV boxes clandestinas", explica Coimbra.
Uma das estratégias do órgão regulador é realizar bloqueios de sinais
das TV boxes ilegais durante os finais de semana e nas transmissões de
grandes eventos.
No último dia 6, o órgão regulador usou essa tática e conseguiu
bloquear o uso de aplicativos usados para pirataria e 1,2 mil sites de
streaming ilegais na transmissão da última rodada da Série A do
Brasileirão.
Ação da Anatel bloquea aparelhos que transmitem ilegalmente sinal das operadoras de TV a cabo
Empresas admitiram que compartilham dados sobre alertas que aplicativos mandam para usuários quando isso é solicitado por autoridades. As notificações podem incluir informações sensíveis, como dados pessoais e financeiros. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Victor Hugo Silva, g1 13/12/2023 08h00 Atualizado há 02 horas Postado em 13 de dezembro de 2023 às 10h00m Post. N. - 4.790
Notificações no iPhone — Foto: Divulgação/Apple
As notificações enviadas para o seu celular podem ser acessadas por governos, admitiram a Apple e o Google. As empresas foram questionadas nos Estados Unidos sobre o repasse de informações, que pode prejudicar a privacidade dos usuários.
Isso porque esses alertas feitos por aplicativos podem incluir informações sensíveis, como dados pessoais e financeiros.
Um senador americano investiga esse compartilhamento desde 2022. Mas,
apenas no início do mês, as empresas admitiram que ele pode acontecer,
em uma reportagem publicada pela agência Reuters sobre o caso.
Em sua investigação, Wyden concluiu que governos "podem receber
conteúdo não criptografado, que pode variar desde instruções no código
do aplicativo até o texto real exibido a um usuário em uma notificação".
Com as notificações, também é possível acessar metadados, que mostram,
por exemplo, qual aplicativo enviou uma mensagem e quando ela foi
disparada, bem como o modelo de telefone e a conta Apple ou Google do
usuário.
A Apple já admitia que poderia fornecer a governos dados sobre
dispositivos e serviços como iCloud e Apple Pay. E o Google já informava
que poderia compartilhar informações de aplicativos como Gmail e
YouTube.
Entenda como tudo começou e quais foram os desdobramentos:
📲 O senador dos EUA Ron Wyden disse ter recebido, ainda em 2022, uma denúncia de que governos estavam pedindo registros de notificações enviadas no iPhone e no Android – os países não foram revelados;
🚫 Wyden afirmou que sua equipe investigou o caso e entrou em contato com Apple e Google, mas foi informada que o acesso a detalhes tinha sido proibido pelo governo dos EUA;
👍
Em 6 de dezembro, o senador solicitou que o Departamento de Justiça
autorize empresas informar usuários sobre o repasse dos registros sobre
notificações;
✍️ No dia seguinte, a Reuters publicou uma reportagem em que as empresas admitiram que o compartilhamento é possível;
📝 A Apple disse que vai atualizar seus relatórios de transparência para detalhes as solicitações, porque o repasse das informações se tornou público;
🤝 E o Google afirmou que compartilha o compromisso de manter usuários informados sobre os pedidos de registros sobre notificações.
Uma fonte da agência Reuters afirmou que o governo dos EUA está entre
os que solicitaram dados sobre notificações enviadas pelo celular, mas
não revelou outros países que pediram informações.
Ainda de acordo com a agência, o Departamento de Justiça se recusou a
comentar a vigilância sobre as notificações ou a suposta proibição que
impedia Apple e Google de divulgarem esses pedidos.
Como funcionam as notificações?
Para um aplicativo enviar uma notificação aos seus usuários, ele
precisa primeiro de uma espécie de serviço postal, que organiza as
informações.
Aplicativos de iPhone usam o Push Notification Service, da Apple,
enquanto apps de Android recorrem ao Firebase Cloud Messaging, do
Google.
"Esses
serviços garantem a entrega oportuna e eficiente de notificações, mas
isso também significa que a Apple e o Google atuam como intermediários
no processo de transmissão", disse Wyden.
O senador afirmou que, como a Apple e o Google fazem a entrega das
notificações, as empresas podem ser secretamente obrigadas a entregar
essas informações para governos.
Apple e Google — Foto: Reuters/Mike Segar/Andrew Kelly
O que dizem a Apple e o Google?
A Apple afirmou à Reuters que o governo dos EUA lhe proibiu de
compartilhar qualquer informação sobre o repasse de notificações
enviadas por aplicativos. "Agora que este método se tornou público,
estamos atualizando nossos relatórios de transparência para detalhar
esses tipos de solicitações".
A empresa informou à Wired que atualizou a versão em inglês de suas
diretrizes sobre processos jurídicos para tornar explícito que os
registros sobre notificações podem ser obtidos por governos.
O Google informou ao g1
que publica "um relatório de transparência compartilhando o número e os
tipos de solicitações governamentais de dados de usuários que
recebemos, incluindo as solicitações mencionadas pelo Senador Wyden".
"Compartilhamos o compromisso do senador de manter os usuários informados sobre essas solicitações", disse a empresa.
Os dados mais recentes do relatório de transparência do Google apontam que, no segundo semestre de 2022, órgãos governamentais brasileiros fizeram 12.773 solicitações de informações de usuários. Porém, o documento não detalha quantos pedidos envolveram notificações de aplicativos.
Verificação em duas etapas e senhas mais fortes podem tornar sua rede mais segura; perfil da primeira-dama teve publicações atacando o presidente Lula e o ministro Alexandre de Moraes nesta segunda-feira (11). <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 12/12/2023 09h17 Atualizado há 02 horas Postado em 12 de dezembro de 2023 às 11h25m Post. N. - 4.789
A escolha das senhas é um passo importante para dificultar o surgimento de problemas no mundo digital. — Foto: Reprodução
Usamos senhas para as redes sociais todos os dias. Mas como manter tudo
isso seguro? Um dos caminhos para evitar ataques hackers éativar a dupla verificação e criar senhas difíceis de serem descobertas.
O perfil foi invadido por volta das 21h30. Depois disso, o hacker fez
publicações ofensivas contra Janja, o presidente Lula e o ministro
Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
Ainda não se sabe exatamente como a conta da primeira-dama foi invadida.
De todo modo, veja a seguir dicas que dificultam ataques hackers na rede social X.
Use a verificação em duas etapas ❌
Muitas redes sociais possuem algum modelo de acesso em verificação de duas etapas.
Com essa função ativada, o usuário precisa usar, além da sua senha, um
código recebido por SMS ou gerado em um aplicativo no seu celular para
ter acesso a conta.
A verificação em duas etapas oferece uma alta proteção contra ataques,
já que um invasor não conseguirá acessar sua conta nem mesmo tendo sua
senha. Ele precisará, além da sua senha, do acesso ao seu celular.
No menu lateral, clique em "Mais" e em "Configurações e privacidade";
Clique em "Segurança e acesso à conta", depois clique em "Segurança";
Clique em "Autenticação em duas etapas";
Há três métodos disponíveis: Mensagem de texto, Aplicativo de autenticação ou Chave de segurança;
Depois
de se registrar, assim que entrar em sua conta, você precisará informar
o método de autenticação em duas etapas que usou no acesso anterior e a
sua senha.
Senhas mais seguras 🔐
Crie senhas longas,
que são mais difíceis de serem adivinhadas por tentativa e erro – uma
dica é usar truques para criar senhas mais criativas, como pequenos
trechos de frases ou músicas importantes para você;
Use letrasmaiúsculas e minúsculas, além de números e caracteres especiais, como @ e $;
Não use a mesma senha em vários sites ou aplicativos;
Use gerenciador de senhas para memorizar as suas credenciais (veja opções abaixo);
Evitando a obviedade, crie senhas que são frases porque são facilmente memorizáveis e difíceis de serem descobertas;
Como lembrar da senha? 🤔
Sistemas de gerenciamento ajudam a criação e proteger de senhas. Eles
contam com criptografia, o que dificulta o acesso de terceiros a
informações privadas. Veja algumas opções gratuitas:
Gerenciador de Senhas do Google(integrado navegador Chrome e à conta Google);
LastPass;
Microsoft(integrado ao Authenticator para Android, também pode ser usado no Windows, no Edge e com extensão para o Chrome);
KeePass(com Keepass2Android para sincronizar suas senhas no Android).
Outras opções pagas incluemDashlane, 1Password e Dropbox Passwords.
Avalie links no X
Usuários do X publicam links usando encurtadores de URL, como bit.ly ou
TinyURL, para criar links abreviados que sejam mais fáceis de
compartilhar em posts. No entanto, como os encurtadores de URL podem
ocultar o domínio final, fica difícil saber para onde o link aponta.
Alguns navegadores, como Chrome e Firefox, têm plug-ins gratuitos que mostram as URLs estendidas sem precisar clicar neles.
Em geral, tome cuidado ao clicar em links.
Se você clicar em um link e inesperadamente for encaminhado para uma
página que pareça a página de acesso do X, não digite seu nome de
usuário e senha.
Em vez disso, vá para X.com e acesse diretamente da página inicial do X.
A invasão
A conta no X(antigo Twitter) da primeira-dama, Janja Lula da Silva,
foi bloqueada após ser hackeada na noite desta segunda-feira (11).
Segundo o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Passos, o
bloqueio foi feito a pedido da instituição, que já está investigando o
caso.
A conta da primeira-dama foi invadida por volta das 21h30. Depois
disso, o hacker fez publicações ofensivas contra Janja, o presidente
Lula e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
A conta de Janja no X tem mais de 1 milhão de seguidores. Por volta das
22h45, o perfil da primeira-dama continuava no ar. No entanto, todas as
publicações haviam sido removida.
Procurado, o diretor-geral afirmou que o perfil teve o acesso bloqueado
e deve ser desativado em breve, após a preservação dos dados.
Andrei Passos disse ainda que a PF já está atuando no caso e que uma
investigação preliminar está em curso. O inquérito será instaurado na
terça-feira (12).
Além disso, a Advocacia-Geral da União enviou uma notificação
extrajudicial ao X solicitando o congelamento da conta até o fim das
investigações e a preservação de dados de acesso, mensagens diretas e
endereços de IP.
A assessoria da primeira-dama informou que entrou em contato com a PF e que também acionou o X.
O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo
Pimenta, afirmou que os responsáveis serão identificados e não ficarão
impunes.