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Cookies de terceiros são usados para monitorar navegação na internet e oferecer anúncios personalizados. Empresa disse que mudou de decisão porque cenário atual avançou em relação a 2020, quando anunciou plano contra esse tipo de rastreamento. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Redação g1 Postado em 23 de Abril de 2.025 às 17h55m . #.*Post. - Nº.\ 5.105*.# .
Logotipo do Google — Foto: Andrew Kelly/Reuters
O Google voltou atrás e anunciou na terça-feira (22) que não proibirá o
uso de cookies de terceiros no navegador Chrome. A decisão acaba com o
plano da empresa de limitar o rastreamento de usuários, como tinha sido
divulgado no início de 2020.
➡️ O que são cookies? A palavra em inglês é a mesma usada para um tipo de biscoito🍪, mas, os cookies dos sites são arquivos criados para coletar informações sobre a sua navegação na internet.
Eles podem ter vários objetivos, como deixar a conta ativa para você
não precisar fazer login e senha toda vez que acessar um site ou manter
os produtos que você colocou no carrinho de compras de uma loja virtual.
No
caso dos cookies de terceiros, o objetivo é saber a atividade para
exibir anúncios personalizados, uma ferramenta-chave para empresas de
publicidade online.
O Google revelou em 2020 que planejava encerrar o suporte para cookies
de terceiros no Chrome, uma medida que foi adiada várias vezes. Críticos
da proposta apontavam que a mudança não oferecia mais privacidade aos
usuários e poderia prejudicar anunciantes como uma medida anticompetitiva.
Desde 2022, a empresa fala em uma transição dos cookies de terceiros
para um sistema considerado menos intrusivo. A ideia era identificar
interesses e preferências do usuário sem ter acesso ao seu histórico de
navegação.
Em julho de 2024, o Google informou que não impediria os cookies de
terceiros, mas que daria aos usuários a opção de desativá-los.
Agora, afirmou que o cenário mudou desde que a proposta foi anunciada
e que avanços tecnológicos e o auge da inteligência artificial oferecem
novas formas de proteger os dados pessoais do usuário que não deseja
compartilhá-los.
A empresa também citou o ambiente regulatório e disse que ele "evoluiu consideravelmente" em nível mundial.
"Por
todos esses motivos, decidimos manter nossa abordagem atual para os
cookies de terceiros no Chrome", disse em comunicado Anthony Chaves,
vice-presidente de Privacy Sandbox, iniciativa de privacidade do Google.
"Os usuários podem continuar a escolher a melhor opção para si mesmos
nas Configurações de Privacidade e Segurança do Chrome", afirmou.
No comunicado, o Google também lembrou que o Chrome já bloqueia cookies
de terceiros por padrão no modo anônimo. E disse que essa opção do
navegador também deverá limitar o acesso ao IP dos usuários no terceiro
trimestre de 2025.
Algumas das histórias fascinantes por trás da invenção das tecnologias do mundo moderno <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por BBC 18/04/2025 05h00 Atualizado há uma hora Postado em 18 de Abril de 2.025 às 06h00m . #.*Post. - Nº.\ 5.104*.# .
De passaportes com chips a elevadores: a curiosa origem de 5 objetos que facilitam nossa vida. — Foto: BBC
Muitas vezes nos esquecemos de que estamos sempre rodeados por uma tecnologia fabulosa.
Nossos lares, nossos bolsos, nossos escritórios... todos estão repletos
de objetos muito criativos, projetados para facilitar a nossa vida.
E, mesmo sem observarmos, o extraordinário engenho humano se esconde
por trás de muitos deles, ao lado da sorte e do acaso que geraram sua
forma no nosso mundo.
A BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, separou cinco histórias que revelam a genialidade humana.
Você provavelmente faz bom uso dos seus fones de ouvido com
cancelamento de ruído quando se senta ao lado de um fanático apreciador
do TikTok. Mas como eles realmente cancelam o ruído indesejado?
Ocorre que os seus fones, por menores que sejam, incluem mais de um microfone.
Um deles coleta a onda sonora do ruído que entra, gerando uma corrida entre a velocidade do som e a da matemática.
O fone recebe a onda sonora barulhenta e a inverte, agrega e faz com
que ela chegue ao seu tímpano exatamente com a mesma velocidade do som
indesejado original.
A onda sonora que você não quer ouvir é cancelada pela própria onda
sonora invertida. Por isso, você não a escuta e pode continuar
apreciando o som que você realmente aprecia.
O criação dos fones de ouvido com cancelamento de ruído está
relacionada com o uso de helicópteros pelos EUA na Guerra da Coreia —
Foto: BBC
Este processo é, ao mesmo tempo, fenomenal e alucinante. Ele exige muitos cálculos matemáticos brilhantes.
Pode parecer uma inovação recente, mas sua origem remonta a 70 anos atrás, durante a Guerra da Coreia (1950-1953).
Os Estados Unidos enviavam helicópteros para recolher soldados feridos
ou imobilizados, que pediam ajuda pelo rádio. Mas as pás dos
helicópteros impediam que os sinais fossem ouvidos.
Na verdade, nem o piloto, nem os passageiros dos helicópteros
conseguiam se comunicar verbalmente entre si, impossibilitados pelo
ruído. O engenheiro Lawrence J. Fogel (1928-2007) comprovou esta
situação e fez diversas viagens de helicóptero em busca de uma solução.
A teoria sobre a forma de cancelamento das ondas sonoras entre si havia
sido descoberta mais de 150 anos antes. Mas Fogel foi o primeiro a
fazer uso prático dela, na década de 1950.
Ele criou os primeiros fones de ouvido com cancelamento de som. Com isso, Fogel transformou completamente as comunicações durante o voo.
2. Criminosos reincidentes... e passaportes
Os passaportes com chips incorporados de hoje em dia parecem ser de
alta tecnologia. Mas a origem dos passaportes biométricos se encontra,
na verdade, na frustração de um policial do século 19: o francês
Alphonse Bertillon (1853-1914).
Ele trabalhava em uma delegacia de polícia da capital francesa, Paris,
na década de 1880. Foi quando ele percebeu que, como não havia uma forma
consistente de registrar os dados dos criminosos, os reincidentes se
livravam da responsabilidade simplesmente se fazendo passar por outra
pessoa.
Mas Bertillon sabia que a estrutura do corpo adulto não muda com o passar do tempo. Por isso, ele idealizou um sistema de medidas corporais, combinado com uma fotografia policial.
Os passaportes com chips surgiram da frustração de um policial do século 19. — Foto: BBC
Suas inovações ajudaram até mesmo a identificar o famoso assassino em série francês Joseph Vacher (1869-1898).
O sistema de Bertillon foi posteriormente substituído pelas impressões
digitais, até renascer na década de 1960, dando início aos sistemas de
reconhecimento facial e biométrico de hoje em dia.
A cada três dias, os elevadores do mundo somados transportam o equivalente a toda a população mundial.
Basicamente, eles são uma caixa pendurada em um abismo – e, ainda assim, ocorrem poucos acidentes.
O elevador é o meio de transporte mais seguro que existe. E um dos principais motivos são os cabos incrivelmente fortes que o sustentam.
O segredo da força desses cabos é o seu formato trançado. A fricção entre as fibras retorcidas fornece aderência, devido à sua textura áspera.
O elevador solucionou um problema mortal que havia nas minas de carvão
do século 19, que impulsionaram a Revolução Industrial. Os mineiros
precisavam descer a grandes profundidades e os elevadores eram
pendurados com cordas de cânhamo ou correntes de ferro, que se rompiam
com o uso.
Mas cada opção tem suas virtudes, segundo o administrador de minas
alemão Wilhelm Albert (1787-1846). Ele combinou as duas soluções
disponíveis e começou a retorcer fios de ferro como se fossem cordas.
O elevador é o meio de transporte mais seguro que existe. — Foto: BBC
Em 1834, Albert criou o cabo de aço trançado, mais forte que as cordas
de cânhamo e mais barato e mais leve do que as correntes de ferro. Foi
esta invenção de 190 anos atrás que tornou os elevadores mais seguros.
Mas a tecnologia que ajuda a impulsionar os elevadores para cima é
ainda mais antiga. Ela foi empregada em uma arma de guerra perto do
século 12.
O trabuco de contrapeso era um aparelho gigantesco, parecido com uma
catapulta. Ele era usado para lançar projéteis enormes a grandes
distâncias, permitindo aos invasores esmagar as defesas inimigas com
muita rapidez.
O trabuco empregava o mesmo mecanismo que possibilita que os elevadores de hoje em dia movimentem o peso da cabine para cima.
4. Soprar antes de aspirar
Os aspiradores de hoje em dia estão repletos de uma série de artefatos eletrônicos de alta tecnologia.
O Gen5, por exemplo, é o pequeno motor do modelo mais poderoso da marca
Dyson. Ele pode girar a 135 mil revoluções por minuto, nove vezes mais
rápido que o motor de um carro de Fórmula 1.
Isso faz com que o ar passe a 75% da velocidade do som, o que
representa uma sucção poderosa, vital para recolher as mais teimosas
partículas indesejadas do seu entorno.
Curiosamente, o fato de que a sucção seria a solução nem sempre foi
óbvio. As primeiras máquinas não aspiravam, mas sim sopravam o ar para
tentar levantar o pó dos tapetes e depositá-lo em um saco coletor.
O engenheiro Hubert Cecil Booth (1871-1955) foi quem teve a ideia de
que seria melhor sugar a sujeira através de um filtro. E, em 1901, ele
inventou o primeiro aspirador.
Mas o aparelho era enorme e caríssimo.
Os aspiradores de hoje em dia estão repletos de uma série de artefatos eletrônicos de alta tecnologia. — Foto: BBC
Apenas seis anos mais tarde, chegaram aspiradores portáteis e mais
baratos, das mãos de James Spangler (1848-1915), um inventor de pouco
sucesso que não havia conseguido acertar com nenhuma das suas ideias.
Sem conseguir dinheiro, Spangler precisou trabalhar em uma loja de
departamentos no Estado americano de Ohio. Seu trabalho era fazer
faxina, mas, como ele sofria de asma, acabava passando muito mal.
Ele decidiu criar um aparelho eletrônico que sugasse o pó, usando o
motor de uma máquina de costura, um cabo de vassoura, um forro de
almofada e uma caixa com aros.
Spangler pode ter criado o primeiro aspirador portátil, mas o nome que
permaneceu associado à sua invenção foi o do empresário local que
investiu na inovação: William Hoover (1849-1932).
Spangler morreu antes de ver o sucesso da sua criação. A popularidade
do aspirador de pó disparou na década de 1920, com constantes melhorias.
As telas sensíveis ao toque são cada vez mais populares e já não nos assombramos mais com elas.
O iPhone levou este tipo de telas para o público em geral em 2007, mas a
tecnologia já era empregada nas torres de controle de tráfego aéreo
desde a década de 1960.
A missão dos controladores de tráfego aéreo em terra é proteger a vida
humana nos céus. Cada voo é identificado com um prefixo e, naquela
época, era preciso escrever este código único para que os computadores
processassem as informações de voo.
Mas, com as dimensões do tráfego aéreo, a precisão era indispensável.
E havia muita coisa em jogo: cada voo tinha um código com 5 a 7
caracteres de comprimento – e, quando se escreve sob pressão, é muito
fácil cometer erros.
As telas sensíveis ao toque são cada vez mais populares e já não nos assombramos mais com elas. — Foto: BBC
Até que o engenheiro britânico Eric Arthur Johnson teve uma ideia
engenhosa para se desfazer do teclado: uma tela sensível aos dedos.
Ele sabia que as cargas elétricas se armazenam nos nossos corpos. E,
quando dois campos elétricos se aproximam, eles perturbam um ao outro.
Mas o que acontece se você esticar um pedaço de cabo de cobre e o
conectar a um computador? Pois esta foi a base da sua invenção
revolucionária.
Se, nos centros de controle de tráfego aéreo, houvesse telas com uma
série de cabos de cobre e cada um deles pudesse ser detectado e
etiquetado com os códigos de voo separadamente, o controlador só
precisaria tocar no indicativo, em vez de escrevê-lo.
Johnson criou um sistema flexível, muito mais rápido que qualquer coisa que havia existido antes. Mas o mais importante é que ele era muito menos propenso a erros.
Aquela foi a primeira tela sensível ao toque do mundo. E permitiu
ajustar rapidamente os planos de voo dos aviões, evitando a ocorrência
de tragédias.
Na segunda (14), a fabricante de chips disse que estava planejando construir servidores de IA avaliados em até US$ 500 bilhões nos EUA, em sintonia com o impulso do governo Trump para a fabricação local. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Júlia Nunes, g1* 16/04/2025 10h25 Atualizado há 2 horas Postado em 16 de Abril de 2.025 às 12h25m . #.*Post. - Nº.\ 5.103*.# .
Nvidia e Trump — Foto: g1
As ações da Nvidiadespencam cerca de 10% na tarde desta quarta-feira (16), impactadas pela decisão do governo dos Estados Unidos de limitar as exportações de um chip de inteligência artificial da empresa para a China.
O índice Nasdaq, o principal da bolsa de valores americana que reúne empresas de tecnologia,caía 4,29% por volta das 16h10.
As bolsas asiáticas e europeias fecharam em baixa.
Mais cedo, a ASML, grande fornecedora holandesa de equipamentos para
fabricação de chips, alertou que as tarifas dos EUA estavam aumentando a incerteza em torno de suas perspectivas para 2025 e 2026.
O anúncio das novas restrições veio no fim da noite desta terça-feira
(15). O Departamento de Comércio dos EUA informou que estava emitindo novos requisitos de licenciamento de exportação
aos chips H20 da Nvidia e ao processador MI308 da fabricante Advanced
Micro Devices (AMD), bem como seus equivalentes, para a China.
"O
Departamento de Comércio está comprometido em agir de acordo com a
diretriz do presidente para proteger nossa segurança nacional e
econômica", disse um porta-voz do Comércio.
A Nvidia, que atualmente é aterceira empresa mais valiosa dos EUA, afirmou que enfrentará um prejuízo de US$ 5,5 bilhões por causa das restrições, enquanto a AMD estima uma perda de US$ 800 milhões.
"Esta
divulgação é um sinal claro de que a Nvidia agora tem enormes
restrições e obstáculos para vender para a China", disse Daniel Ives,
analista da Wedbush Securities, à Reuters.
Os chips de IA da Nvidia têm sido um foco importante dos controles de
exportação dos EUA, já que as autoridades americanas têm se mobilizado
para impedir que os chips mais avançados sejam vendidos para a China,
enquanto os EUA tentam se manter à frente na corrida da IA.
Na segunda-feira (14), a Nvidia anunciou que estava planejando construir servidores de IA avaliados em até US$ 500 bilhões nos EUA nos próximos quatro anos, em sintonia com o impulso do presidente americano Donald Trump para a fabricação local.
Pequim pediu ainda que as transportadoras chinesas suspendam as compras de equipamentos e peças de aeronaves de empresas americanas, o que deve aumentar os custos de manutenção dos jatos que voam no país.
Mais tarde, um comunicado no site oficial da Casa Branca informou que a China agora encararia tarifas de até 245% sobre produtos específicos, como resultado de suas "ações retaliatórias".