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quinta-feira, 24 de abril de 2025

YouTube completa 20 anos: relembre primeiro vídeo e curiosidades da plataforma

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Diariamente são publicados 20 milhões de novos vídeos no YouTube. Conheça os clipes mais vistos e os artistas com mais inscritos em seus canais.
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Por Redação g1

Postado em 24 de Abril de 2.025 às 17h20m

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YouTube — Foto: Rashidul Islam/Unsplash
YouTube — Foto: Rashidul Islam/Unsplash

O YouTube completou 20 anos na última quarta-feira (23). Com 20 bilhões de vídeos publicados desde seu lançamento, segundo a agência France Presse, a plataforma virou a mais popular para esse tipo de conteúdo.

Todos os dias são publicados 20 milhões de vídeos novos no YouTube, de acordo com a plataforma, que também divulgou números sobre videoclipes mais populares (saiba mais abaixo).

O serviço tem mais de 2,5 bilhões de usuários ativos, de acordo com empresas especializadas ouvidas pela AFP.

O domínio YouTube.com foi lançado em 14 de fevereiro, mas o aniversário da rede é comemorado no dia do envio do primeiro vídeo.

Em 23 de abril de 2005, Jawed Karim, um dos fundadores do YouTube publicou "Eu no zoológico". O clipe de 19 segundos mostra ele em frente à jaula dos elefantes no zoológico de San Diego, na Califórnia.

Jawed Karim, cofundador do YouTube, aparece no primeiro vídeo da plataforma — Foto: Reprodução
Jawed Karim, cofundador do YouTube, aparece no primeiro vídeo da plataforma — Foto: Reprodução

A ideia de criar a plataforma surgiu durante um jantar com Karim e os outros dois fundadores, Steve Chen e Chad Hurley, quando todos ainda eram funcionários da empresa de pagamentos PayPal.

O logotipo foi sugerido por Hurley, que se inspirou nas marcas usadas pela Caltrain, linha de trens do Vale do Silício, e pela TV Guide, empresa especializada em grades de programação de canais de TV.

O serviço foi comprado pelo Google em 2006 por US$ 1,65 bilhão (R$ 3,5 bilhões, na cotação da época). Apenas em 2024, gerou cerca de US$ 36 bilhões (R$ 222,9 bilhões) em receita publicitária.

Logotipo do YouTube se inspirou em outras duas marcas — Foto: Reprodução
Logotipo do YouTube se inspirou em outras duas marcas — Foto: Reprodução

Música no YouTube

Estes são os vídeos de música mais assistidos no YouTube, considerando dados atualizados até o último domingo (20):

  1. Luis Fonsi - Despacito ft. Daddy Yankee – 8,7 bilhões de visualizações
  2. Wiz Khalifa - See You Again ft. Charlie Puth [Official Video] Furious 7 Soundtrack – 6,6 bilhões de visualizações
  3. Ed Sheeran - Shape of You (Official Music Video) – 6,4 bilhões de visualizações
  4. PSY - GANGNAM STYLE(강남스타일) M/V – 5,5 bilhões de visualizações
  5. Mark Ronson - Uptown Funk (Official Video) ft. Bruno Mars – 5,5 bilhões de visualizações

Ainda de acordo com o YouTube, 300 videoclipes superaram 1 bilhão de visualizações. Estes são os que chegaram mais rápido a essa marca:

  1. Adele - Hello (88 dias)
  2. Ed Sheeran - Shape of You (97 dias)
  3. Luis Fonsi - Despacito ft. Daddy Yankee (97 dias)
  4. J Balvin, Willy William - Mi Gente (103 dias)
  5. ROSÉ & Bruno Mars - APT. (105 dias)

A plataforma diz que esses são os canais de artistas com mais inscritos, considerando dados atualizados até o último domingo (20):

  1. Blackpink – 96,4 milhões
  2. BTS – 80,1 milhões
  3. Justin Bieber – 75,2 milhões
  4. Eminem – 64,6 milhões
  5. Taylor Swift – 60,9 milhões

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quarta-feira, 23 de abril de 2025

Apple e Meta são multadas em mais de R$ 4 bilhões na UE por violarem regras de antimonopólio

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Estas são as primeiras multas aplicadas pela Lei de Mercados Digitais, aprovada no ano passado pela União Europeia.
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Por Redação g1

Postado em 23 de Abril de 2.025 às 20h00m

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App do Instagram na App Store, loja de apps da Apple. — Foto: Souvik Banerjee/Unsplash
App do Instagram na App Store, loja de apps da Apple. — Foto: Souvik Banerjee/Unsplash

A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia (UE), anunciou nesta quarta-feira (23) multas de mais de R$ 4 bilhões contra a Apple e a Meta, informou a agência de notícias France Presse.

A Apple recebeu uma multa R$ 3,2 bilhões (500 milhões de euros) e a Meta, dona do Facebook e Instagram, uma punição de R$ 1,3 bilhão (200 milhões de euros), por violação de regras antimonopólio.

A Apple é acusada de limitar a capacidade de operação de desenvolvedores de aplicativos alternativos, que não podem oferecer preços menores.

Já a Meta foi multada pelo modelo de privacidade imposto aos usuários, que devem autorizar o uso das informações que fornecem ou pagar uma tarifa, um sistema que a Comissão considerou que "não está adequado" à Lei de Mercados Digitais (DMA, na sigla em inglês).

Estas são as primeiras multas aplicadas pela Comissão com base na DMA, que entrou em vigor no ano passado e exige que os gigantes do setor se ajustem às normas europeias sobre concorrência.

A Comissão advertiu que as multas podem aumentar caso Apple e Meta não iniciem a adaptação no prazo de 60 dias.

Desde que Donald Trump retornou à Casa Branca, a DMA e a lei que a acompanha, a Lei de Serviços Digitais (DSA), se tornaram alvos de fortes críticas do governo dos Estados Unidos.

As autoridades em Washington argumentam que a legislação constitui uma "barreira não tarifária" que afeta de forma desproporcional as empresas americanas.

No comunicado em que anunciou as multas, a comissária europeia de Transição Limpa, Justa e Competitiva, Teresa Ribera, afirmou que as sanções são "uma mensagem forte e clara", ao mesmo tempo que destacou que as medidas são "firmes, porém equilibradas".

Em um comunicado, a Apple antecipou que vai recorrer contra a multa. A Meta acusou a UE de tentar "prejudicar empresas americanas bem-sucedidas, enquanto permite que empresas chinesas e europeias operem sob padrões diferentes".

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Julgamento do Google: dona do ChatGPT diz que se interessa em comprar o Chrome

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Venda do navegador é defendida por autoridades do governo americano que acusaram o Google de monopólio nas buscas. Juiz ainda não determinou que medidas devem ser tomadas.
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Por Redação g1

3 de Abril de 2.025 às 18h15m

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Logotipo do Google na CES 2024, em Las Vegas — Foto: Steve Marcus/Reuters
Logotipo do Google na CES 2024, em Las Vegas — Foto: Steve Marcus/Reuters

A OpenAI, dona do ChatGPT, se interessa em comprar o Chrome, navegador do Google. A afirmação foi feita nesta terça-feira (21), durante o julgamento da big tech nos Estados Unidos.

O Departamento de Justiça dos EUA, autor da ação, defende a venda do navegador como uma medida para acabar com o monopólio do Google nas buscas. E recrutou o diretor de produto do ChatGPT, Nick Turley, como uma das testemunhas da acusação.

Em agosto do ano passado, o juiz Amit Mehta concluiu que a big tech violou leis contra a concorrência desleal no mercado, conforme a acusação do departamento do governo.

Agora, o julgamento está na fase da definição sobre que medidas podem ser tomadas. Dependendo do que for determinado, o Google poderá ser desmembrado.

O Google não tem a intenção de se desfazer do Chrome. A empresa pretende recorrer do que for decidido.

Open AI diz que Google rejeitou parceria

Segundo reportou a agência Reuters, no começo desta fase do julgamento, advogados do Departamento de Justiça (DOJ) deram um panorama da disputa pela liderança na inteligência artificial, que envolve big techs e startups.

Procuradores entendem que o domínio do Google nas buscas pode dar vantagens para a empresa também nessa corrida. E que os produtos de IA da big tech podem ser mais uma forma de levar os usuários para o buscador.

Ainda de acordo com a Reuters, o diretor Nick Turley, da OpenAI, contou que o Google recusou uma proposta de parceria com a startup para que o buscador da empresa fizesse parte do ChatGPT.

Isso aconteceu porque a OpenAI enfrentava problemas com o buscador que usava na época. Turley não nomeou qual era esse sistema. O ChatGPT usa o Bing, a tecnologia de buscas da Microsoft.

Turley disse que as buscas são uma parte crítica para o ChatGPT dar respostas atualizadas e baseadas em fatos para os usuários.

E que o robô-conversador está a anos de distância da meta de responder a 80% das perguntas feitas pelos usuários a partir do seu próprio buscador.

"Acreditamos que, ter parceiros múltiplos, especialmente a API do Google, nos permitiria oferecer um produto melhor para os usuários", disse a OpenAI em um e-mail para a big tech mostrado durante o julgamento.

API é a sigla para Interface de Programação de Aplicações. É um conjunto de regras e protocolos que permite que dois programas ou aplicativos "conversem" entre si e troquem informações e recursos.

O que diz o Google

O Google tem destacado que existe concorrência no setor de produtos com inteligência artificial generativa, como a IA da Meta e os produtos da Microsoft, que é parceira do ChatGPT.

Nesta terça, um advogado mostrou um documento de 2024 em que Turley dizia que o ChatGPT liderava o mercado de chatbots e não via o Google como seu maior rival.

O executivo respondeu que sua intenção, com aquela mensagem, era inspirar os funcionários da OpenAi e que a startup ainda poderia se beneficiar com parcerias na distribuição.

O Google argumenta ainda que seus produtos de IA estão fora do escopo do caso, aberto ainda em 2020, que se concentrou nos mecanismos de busca.

Acordos de exclusividade

Desenvolvido pelo Google, o Android é o sistema que está na maior parte dos smartphones vendidos no mundo.

Contratos firmados em 2024 previam exclusividade não apenas para o sistema de busca do Google nesses aparelhos, mas também para o Gemini AI, ferramenta de inteligência artificial, e o navegador Chrome.

Depois de o juiz concluir, em agosto daquele ano, que o Google prejudicava a concorrência, a big tech teria flexibilizado esses acordos, segundo a Reuters.

Os parceiros agora podem fazer ofertas de buscadores rivais, de acordo com documentos apresentados no julgamento.

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