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terça-feira, 21 de maio de 2019

Xiaomi lança loja física e online no Brasil, e vai vender de smartphones a patinetes

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Chinesa anuncia ofensiva pouco tempo depois de retomar a operação no mercado brasileiro. Mais 5 smartphones foram anunciados para o país.
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Por Thiago Lavado, G1 

Postado em 21 de maio de 2019 às 21h00m 
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Xiaomi anuncia venda de patinetes no Brasil — Foto: Thiago Lavado/G1

Pouco depois de voltar ao mercado brasileiro, a Xiaomi anunciou nesta terça-feira (21) uma loja online para vender produtos no país que vão além dos smartphones: de patinete a escova de dentes elétrica.
Todos serão importados e o site será lançado na primeira semana de junho. A chinesa também terá uma loja física, que será inaugurada no próximo dia 1º em um shopping de São Paulo.
Além desses locais, os celulares serão vendidos em distribuidores autorizados, entre eles algumas grandes lojas de departamentos.
Itens que não forem comprados pelos canais oficiais não terão garantia local e nem assistência técnica, afirmou a fabricante chinesa. 
Novos smartphones
A Xiaomi aproveitou o evento em São Paulo também para lançar 5 novos celulares para o país: Mi8 Lite, RedMi 7, RedMi note 7, Mi 9 e RedMi Go. Ela voltou ao mercado brasileiro em fevereiro, com os modelos Pocophone F1 e Redmi Note 6 Pro.

Nem todos os preços foram anunciados. Os destaques foram o Mi9, topo de linha da marca, e o intermediário RedMi Note 7. Veja os os detalhes:
Mi9 - R$ 3.999
Xiaomi Mi9, smartphone topo de linha que a chinesa lança no Brasil — Foto: Thiago Lavado/G1 
Xiaomi Mi9, smartphone topo de linha que a chinesa lança no Brasil — Foto: Thiago Lavado/G1

É o principal lançamento entre os 3. Foi apresentado no exterior em fevereiro deste ano. O aparelho tem tela de 6,39 polegadas e câmera frontal de 20 megapixels.

Na parte de trás, são 3 câmeras de 48, 16 e 12 megapixels. O processador é o Snapdragon 855, memória RAM de 6 GB ou 8 GB e armazenamento de 128 GB.

RedMi Note 7 - R$ 1.699
Xiaomi RedMi Note 7 também chega ao mercado brasileiro — Foto: Thiago Lavado/G1 
Xiaomi RedMi Note 7 também chega ao mercado brasileiro — Foto: Thiago Lavado/G1

Com tela de 6,3 polegadas, o Redmi Note 7 se destaca pela câmera de 48 megapixels. O processador é o Snapdragon 660, e o aparelho tem memória RAM de 4 GB e armazenamento de 64 GB.

Diversificação
As novidades são fruto da parceria da Xiaomi com a distribuidora DL Eletrônicos no Brasil.
Nesta terça, além de anunciar operação própria, a chinesa informou que ampliará o número de grandes lojas que vão oferecer os produtos no país.

Agora com 7 smartphones no portfólio, além de outros itens, a fabricante diversifica sua operação no Brasil, tanto em oferta como em faixa de preço. Só não há planos, por ora, de vender notebooks e tablets.
Xiami diversifica operação no Brasil com venda de outros produtos como relógios, barbeadores e escovas de dente, além de smartphones — Foto: Thiago Lavado/G1 
Xiami diversifica operação no Brasil com venda de outros produtos como relógios, barbeadores e escovas de dente, além de smartphones — Foto: Thiago Lavado/G1

Quando veio ao Brasil pela pela primeira vez, em 2015, a Xiaomi apostou apenas em um modelo barato: o Redmi 2 custava R$ 500 no comércio online.

Era uma forma de evitar a distribuição e reduzir custos ao consumidor, mas a marca não emplacou. Ela diminuiu sua presença no país no ano seguinte, até deixar de fazer novos lançamentos no país.

A essência da marca, no entanto, promete ser preservada, mesmo com a importação dos produtos. Não há planos, por ora, de fabricação nacional.

"A Xiaomi assumiu de maneira global trabalhar com margem de lucro mínima. A DL também se compromete a isso, disse Luciano Barbosa, que está à frente da distribuidora parceira.

Chineses de olho no Brasil
Além da Xiaomi, quem também voltou ao país foi a Huawei: a estratégia é parecida, dando prioridade agora a aparelhos mais caros e sofisticados.

A Huawei ganhou destaque nesta semana após o Google anunciar restrições de atualizações do sistema Android, o mais usado por smartphones no mundo, à empresa chinesa. Nenhuma atitude semelhante foi estendida à Xiaomi.
Produtos da Xiaomi no Brasil serão vendidos online e em loja física em São Paulo — Foto: Thiago Lavado/G1 
Produtos da Xiaomi no Brasil serão vendidos online e em loja física em São Paulo — Foto: Thiago Lavado/G1

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Huawei recebe licença temporária dos EUA para atualizar aparelhos

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Departamento de Comércio permitiu que, até agosto, a chinesa possa fazer a manutenção das redes e aparelhos já existentes.
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Por G1 

Postado em 20 de maio de 2019 às 22h35m 

GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Depois de colocar Huawei em lista de empresas proibidas de manter negócios no país, EUA garantem licença temporária para Huawei. — Foto: REUTERS/Aly Song 
Depois de colocar Huawei em lista de empresas proibidas de manter negócios no país, EUA garantem licença temporária para Huawei. — Foto: REUTERS/Aly Song

O Departamento de Comércio dos Estados Unidos garantiu nesta segunda-feira (20) uma licença temporária — válida até agosto — para que a Huawei possa fazer a atualização de sistemas e aparelhos.

A permissão retira por alguns meses algumas das proibições estabelecidas pelos EUA na semana passada. O comércio de equipamentos continua proibido, mas a Huawei ganha tempo para conseguir resolver os problemas gerados pela determinação do governo americano.

Neste final de semana, o Google suspendeu as licenças que permitiam à Huawei utilizar o sistema operacional Android e aplicativos da família Google. Com essa suspensão, motivada pelo decreto do governo de Donald Trump, a Huawei fica incapacitada de fazer atualizações em smartphones de fabricação da empresa a partir de agosto.
A exceção são as atualizações do Projeto de Código Aberto do Android (AOSP, na sigla em inglês), uma versão do sistema operacional que está publicamente disponível, mas que recebe atualizações com menor frequência.

A Huawei tinha recentemente retornado ao Brasil, com a linha de smartphones P30, topo de linha da empresa. Até uma estratégia agressiva de descontos foi adotada para o lançamento no país.

Na última quinta-feira (16), o governo dos EUA proibiu empresas americanas de comercializar equipamentos de tecnologia e telecomunicações com 69 empresas — incluindo a Huawei, que agora está numa lista de empresas proibidas de manter relações comerciais com empresas americanas, a não ser que tenha licenças especiais para isso.

domingo, 19 de maio de 2019

Por que o celular com Android vai ficando mais lento com o passar do tempo?

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Blog também tira dúvidas sobre como remover a sincronização da conta do Google no Google Chrome, e a diferença entre o cache do sistema e o cache dos dados de aplicativo no Android.
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Por Ronaldo Prass 

Postado em 19 de maio de 2019 às 17h00m 

GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013


(Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta)

Por que o celular com Android vai ficando mais lento com o decorrer do tempo?
Eu tenho uma pergunta. Uso sempre os mesmos apps, não baixo joguinhos, mas percebo que com passar do tempo o meu celular com Android vai ficando mais lento. Então para voltar ao normal acabo tendo que fazer o reset das configurações originais de fábrica. Mas após alguns meses o aparelho volta a apresentar os mesmos travamentos. Por que isso acontece? Lidiane

Olá, Lidiane! perda de desempenho do aparelho pode estar relacionada a instalação de atualizações do Android e também de aplicativos. É possível que a cada atualização, novas funcionalidades sejam disponibilizadas e por esse motivo, aumente o consumo de processador e memória RAM.

Pouco espaço livre na memória interna também compromete o desempenho, pois o sistema de arquivos do celular não é apropriado para o acumulo definitivo de um volume grande de dados. O ideal sempre eliminar arquivos inúteis, e aqueles imprescindíveis armazená-los na nuvem.

É recomendável revisar quais apps estão sendo executados em segundo plano, na maioria das vezes aplicativos desse tipo são carregados sem necessidade com a inicialização do Android. Limpar periodicamente o cache dos app de redes sociais, também é uma boa maneira de impedir a perda de desempenho.
Símbolo do sistema operacional Android, do Google — Foto: Divulgação/Google 
Símbolo do sistema operacional Android, do Google — Foto: Divulgação/Google

Como excluir informações sincronizadas no Chrome?
Oi, Ronaldo! Eu habilitei a sincronização automática do meu usuário no Google no navegador Chrome do meu trabalho. O problema é que está aparecendo o histórico de navegação do meu computador pessoal no da empresa. Como eu faço para remover essa configuração? Ataíde
Olá, Ataíde! Para remover a sincronizar no Google Chrome, siga os passos descritos abaixo:
  1. Clique no atalho em forma de "três pontinhos" ou se preferir, clique nesse link aqui chrome://settings para acessar as configurações do navegador;
  2. Na parte superior da tela, em "Pessoas", clique em Desativar;
  3. Clique em sair, para desconectar a sua conta no Google Chrome.
Pronto, os dados pessoais sincronizados com o PC da empresa foram removidos.

Qual é a diferença entre o cache do sistema e o cache dos dados de aplicativo no Android?
Olá, Ronaldo! Quando começo a perceber travamentos devido a pouco espaço disponível na memória ROM do Android, então recorro a limpeza do cache do sistema. No entanto, após finalizar a limpeza, o espaço livre permanece praticamente o mesmo. Qual é a diferença entre o cache do sistema e o cache dos dados de aplicativo no Android? Alexandre

Olá, Alexandre! Limpar os arquivos temporário do sistema não irá liberar espaço na memória do celular. Porque esses arquivos temporários não ocupam o espaço destinado ao armazenamento de dados do usuário. Removê-los também não irá melhorar o desempenho do sistema, e tornará mais demorado um reset de fábrica.

A diferença é que esses arquivos são estruturas criadas com o objetivo de acelerar a restauração do sistema; o cache de aplicativos servem para otimizar a exibição de informações que permanecerão sem atualização, esse mecanismo possibilita carregar mais rápido as publicações no Instagram, evitando que elas sejam baixadas novamente a cada execução do app, por exemplo.
Selo Ronaldo Prass — Foto: Ilustração: G1 
Selo Ronaldo Prass — Foto: Ilustração: G1