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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Vale a pena instalar agora a atualização para o iOS 13?

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Recém anunciado pela Apple, nova versão vem com melhorias significativas, mas alguns bugs surgiram no primeiro momento.
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 Por Ronaldo Prass  

 Postado em 20 de setembro de 2019 às 19h20m  

GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Nova versão do sistema operacional da Apple traz mudanças na exibição do aplicativo de fotos. — Foto: Reprodução/Apple 
Nova versão do sistema operacional da Apple traz mudanças na exibição do aplicativo de fotos. — Foto: Reprodução/Apple

O iOS 13 foi disponibilizado pela Apple e já pode ser baixado para os modelos de iPhone que suportam a nova versão do sistema. A nova versão vem com melhorias significativas e novidades interessantes, mas será que vale a pena instalá-lo imediatamente?

Essa é uma dúvida recorrente entre muitos usuários, já que em lançamentos anteriores foram encontradas falhas que afetavam a estabilidade do dispositivo. Algumas falhas também apareceram nesta edição, mas apesar de eventuais "bugs" — algo previsível em qualquer programa ou sistema — o que deve ser levado em consideração é a agilidade na correção do problema.

Após a liberação do iOS 13, as reclamações começaram a surgir, com usuários afirmando que alguns aplicativos travam aleatoriamente durante a sua execução. Também houve relatos de instabilidade na conexão com a rede e lentidão no aplicativo da câmera.

Primeira falha grave encontrada no iOS 13
Um hacker da ilha das Canárias anunciou ter encontrado uma falha de segurança grave, que expõe a agenda de contatos. No entanto, para obter êxito na invasão é preciso ter o aparelho em mãos. Mesmo que ele esteja protegido por senha e leitura biométrica, os detalhes sobre os contatos podem ser facilmente acessados.

O caso havia sido reportado ao programa de recompensas para falhas de segurança da Apple no dia 3 de julho. De acordo com reportagem da rede de TV americana CNN, a própria Apple confirmou que o problema existe e informou que a correção para este bug deve acontecer no iOS 13.1, que será disponibilizado no dia 24 de setembro.

Vale a pena instalar agora?
Os recursos presentes no iOS 13 melhoram a experiência de uso do smartphone. Devido aos bugs relatados pelos usuários, e com a expectativa do iOS 13.1 já na semana que vem, vale a pena esperar pela versão estável, que tenha as correções.

Outras novidades da versão
Modo Escuro
Esse recurso está entre uma das novidades mais relevantes no iOS 13. O modo escuro vem sendo cada vez mais adotado pelos usuários.

No iOS, essa opção não é apenas para alterar a cor do tema para um tom completamente preto: o modo escuro pode ser definido permanentemente com esse aspecto ou alternar automaticamente para uma transição de tonalidade baseada no nascer do sol - função semelhante a presente no Mac OS Mojave.
Todos os apps no iOS 13 são suportados pelo modo escuro.

Teclado com Swipe
Escrever no teclado apenas arrastando o dedo, sem a necessidade de teclar, não é novidade. Mas para obter essa função era necessário instalar apps de terceiros, que permitiam mudanças no teclado. Agora esse recurso é nativo do iOS 13.

Mapas com visão da rua
Novamente um recurso conhecido há anos, presente no Google Maps. Essa função foi adicionada agora no Maps da Apple, com a possibilidade de visualizar imagens de ruas dentro do app.
O recurso será implementado primeiro nos Estados Unidos.

Assistente virtual interagindo com os Apps
Finalmente a Siri é capaz de executar apps instalados no iPhone através do comando de voz.

Escolha a rede Wi-Fi na Central de Controle
A Central de controle é um recurso que surgiu para simplificar o uso de recurso do aparelho, mas faltava a possibilidade de conectar a rede Wi-Fi ou um dispositivo Bluetooth através dessa funcionalidade. O sistema também redireciona automaticamente a conexão da rede Wi-Fi para os dados de celular, quando houver indisponibilidade de internet.

Usar a internet de duas operadoras simultaneamente
Quem tem acesso a duas linhas no iPhone (o aparelho permite utilizar um SIM físico e outro virtual), agora conta com um novo recurso, que permite que o telefone use internet de ambas as linhas simultaneamente, dependendo da cobertura e disponibilidade da rede.

Aplicativo de fotos
A exibição da galeria ficou mais suave, principalmente para quem possuí uma grande quantidade de fotos.

O app foi aprimorado com inteligência artificial e ficou melhor em organizar as fotos, destacar os melhores cliques, omitir fotos duplicadas.

Foram adicionados novos recursos para a edição de fotos e vídeos, com funcionalidades semelhantes às encontradas no Instagram, por exemplo. Você pode simplesmente tocar para editar uma imagem e obterá uma lista de rolagem de diferentes ajustes, incluindo exposição, realces, sombras, contraste, ponto preto e muito mais.
Selo Ronaldo Prass — Foto: Ilustração: G1 
Selo Ronaldo Prass — Foto: Ilustração: G1

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Huawei lança linha de smartphones Mate 30, sem apps do Google

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Principal lançamento da empresa no ano, aparelhos chegam com boas configurações, mas sem acesso a aplicativos do Google.
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 Por G1  

 Postado em 19 de setembro de 2019 às 21h45m  
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Huawei lança linha de smartphones Mate 30, que chegam com boas configurações, mas sem apps do Google — Foto: Divulgação/Huawei 
Huawei lança linha de smartphones Mate 30, que chegam com boas configurações, mas sem apps do Google — Foto: Divulgação/Huawei

A Huawei anunciou nesta quinta-feira (19) a linha de smartphones Mate 30, principal lançamento da empresa no ano. A peculiaridade dessa vez é que os aparelhos chegam sem os aplicativos e serviços do Google, como geralmente acontece em aparelhos baseados no Android.

Isso se deve à guerra comercial travada por Estados Unidos e China, que envolveu a Huawei, incluída este ano, pelo governo americano, em uma lista de proibição comercial. Isso impediu que a empresa firmasse uma parceria mais direta com o Google.

Os novos aparelhos, Mate 30 e Mate 30 Pro, chegam com um sistema operacional chamado EMUI 10, baseado no Android 10, que é de código aberto, o que ajudou a empresa a contornar parte das sanções.

Como os smartphones foram lançados sem a Play Store, os aplicativos precisam ser baixados pela Huawei App Gallery, loja própria da empresa. Segundo a Huawei, cerca de 45 mil apps já estão integrados nessa plataforma.

Câmera e processadores potentes
Os aparelhos chegam com especificações bastante robustas de processador e e câmera. O processador dos dois modelos é o Kirin 990, lançado pela Huawei no começo do mês em uma feira de tecnologia em Berlim. Em uma das versões do Mate 30 Pro, ele vem com conectividade 5G — novidade nos processadores de fabricação própria da Huawei.

Ambos os modelos têm 8GB de memória, mas o armazenamento interno é diferente: O Mate 30 vem com 128GB e o Mate 30 Pro com 256GB.

Veja os preços anunciados:
  • Mate 30: 799 euros
  • Mate 30 Pro: 1.099 euros
  • Mate 30 Pro 5G: 1.199 euros
Nas câmeras, a Huawei trouxe novamente uma parceria com a fabricante de câmeras e lentes Leica. A câmera principal do smartphone tem 40 megapixel com abertura f/1.8. As outras são uma grande angular de 16 megapixel, com abertura de f/2.2; uma teleobjetiva de 8 megapixel, com abertura de f/2.4; além de uma câmera com sensor 3D, para imagens mais refinadas.
Linha de aparelhos Mate 30 conta com configuração potente de câmeras, feita em parceria com a Leica — Foto: Divulgação/Huawei 
Linha de aparelhos Mate 30 conta com configuração potente de câmeras, feita em parceria com a Leica — Foto: Divulgação/Huawei

Huawei Mate 30 Pro

  • Tela: Full HD+ (2400 x 1176 pixels), 6,53 polegadas
  • Câmeras: 40, 40, 8 megapixels e câmera 3D
  • Câmera frontal (selfie): 32 megapixels
  • Processador: Kirin 990
  • Memória RAM: 8 GB
  • Armazenamento: 256 GB

Huawei Mate 30

  • Tela: Full HD+ (2340 x 1080 pixels), com 6,62 polegadas
  • Câmeras: 40, 16 e 8 megapixels e câmera 3D
  • Câmera frontal (selfie): 24 megapixels
  • Processador: Kirin 990
  • Memória RAM: 8 GB
  • Armazenamento: 128 GB

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Criticadas por conteúdo violento, redes sociais dizem que investem em tecnologia para remover postagens mais rápido

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Em depoimento ao Senado dos EUA, executivos de Twitter, Google e Facebook afirmam que estão desenvolvendo soluções de inteligência artificial para retirar conteúdo nocivo de suas plataformas.
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 Por Reuters  

 Postado em 18 de setembro de 2019 às 22h30m  
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Executivos de Google, Facebook e Twitter participam de audiência no Senado dos EUA. — Foto:  REUTERS/Jonathan Ernst 
Executivos de Google, Facebook e Twitter participam de audiência no Senado dos EUA. — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

Grandes empresas de mídia social — como Google, Facebook e Twitter —disseram durante um painel do Senado dos Estados Unidos nesta quarta-feira (18) que estão fazendo mais para remover conteúdo violento ou extremista das plataformas.

Essas empresas foram duramente criticadas nos últimos meses por serem usadas para disseminação de publicações que endossam grupos extremistas ou pelo compartilhamento de vídeos violentos.

Chamou a atenção o caso do ataque a mesquitas em Christchurch, na Nova Zelândia, que deixou mais de 50 mortos e que foi transmitido pelo terrorista ao vivo no Facebook.

A chefe de gerenciamento de políticas globais do Facebook, Monika Bickert, disse ao Comitê de Comércio do Senado que os sistemas de detecção da companhia "reduziram o tempo médio necessário para a nossa inteligência artificial encontrar uma violação no Facebook Live para 12 segundos". Essa redução é de 90% no tempo médio de detecção, segundo sela, se comparada a alguns meses atrás.

Bickert disse que o Facebook pediu ajuda da polícia para acessar "vídeos que poderiam ser ferramentas úteis de treinamento" para a tecnologia de aprendizado de máquina. Com mais informações disponíveis, como imagens da polícia, a ferramenta teria maior subterfúgio para detectar conteúdo nocivo aos usuários.

O diretor de políticas públicas do Twitter, Nick Pickles, disse que o site suspendeu mais de 1,5 milhão de contas por promoção do terrorismo entre agosto de 2015 e o final de 2018. Segundo ele, "mais de 90% dessas contas foram suspensas por meio de nossas medidas proativas".

O diretor global da unidade de política da informação do Google, Derek Slater, disse que a resposta para esse problema de disseminação de conteúdo nocivo é "uma combinação de tecnologia e pessoas".

"A tecnologia pode ficar melhor e melhor em identificar padrões. As pessoas podem ajudar a lidar com as nuances certas", disse. Dos 9 milhões de vídeos removidos em um período de três meses este ano pelo YouTube, 87% foram sinalizados por inteligência artificial.