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quarta-feira, 6 de maio de 2020

Microsoft oferece recompensa de US$ 100 mil para quem encontrar falhas em sua tecnologia de 'internet das coisas'

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Plataforma Azure Sphere inclui hardware, conectividade com nuvem e software baseado em Linux. 
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 Por Altieres Rohr    
 06/05/2020 15h46  Atualizado há 4 horas  
 Postado em 06 de maio de 2020 às 20h00m  

Hardware para desenvolvimento de software baseado na tecnologia Azure Sphere, da Microsoft — Foto: Divulgação 
Hardware para desenvolvimento de software baseado na tecnologia Azure Sphere, da Microsoft — Foto: Divulgação

A Microsoft anunciou um programa de "caça às falhas" voltado para sua plataforma de internet das coisas, o Azure Sphere. Os especialistas interessados devem se inscrever no site da Microsoft até o dia 15 de maio e participar do desafio entre os dias 1º de junho e 31 de agosto. Quem encontrar falhas e conseguir executar códigos não autorizados poderá receber até US$ 100 mil (cerca de R$ 540 mil) pela façanha.
Nos programas de recompensas por falhas, empresas pagam aos especialistas que conseguirem demonstrar vulnerabilidades em seus produtos.
Valores acima de US$ 50 mil são considerados muito atrativos nesse mercado e ficam normalmente reservados a brechas graves que comprometam de forma significativa a confiabilidade de um produto ou serviço.

Pelo menos inicialmente, o programa não estará aberto para todos – como outros programas de recompensas da própria Microsoft.

Uma curiosidade do Azure Sphere é que ele é baseado em um sistema Linux. Frequentemente visto como "concorrente" da Microsoft, o Linux e suas derivações são muito usados nos equipamentos conectados da "internet das coisas", como câmeras de segurança, gravadores de imagens e outros dispositivos com funções inteligentes.

Um dos desafios dos dispositivos da internet das coisas é a manutenção de software. Como esses dispositivos costumam ter limitações de capacidade de processamento e memória, os fabricantes constroem um software "sob medida" para melhorar a eficiência. O Linux permite essa moldagem por ser um sistema de código aberto – qualquer um pode adaptá-lo às suas necessidades.

Por outro lado, as atualizações de software – inclusive para fins de segurança – também exige um trabalho caso a caso. Um sistema alterado nem sempre pode receber as mesmas atualizações que outro.

A Azure Sphere da Microsoft pretende facilitar esse processo, criando um canal padronizado para a conectividade do sistema e distribuição de atualizações. Para isso, a plataforma conta com um hardware padronizado, com chip e funções de segurança próprias.

Interessados em participar do programa devem consultar os detalhes no site da Microsoft para se inscreverem até o dia 15 de maio. O formulário de inscrição questiona se o pesquisador tem conhecimento de Linux, processadores ARM, programação Assembly e internet das coisas.

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

terça-feira, 5 de maio de 2020

Twitter testa alerta para usuários repensarem respostas ofensivas antes da publicação

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Segundo rede social, teste de mensagem de aviso acontecerá apenas em iPhones. Aviso vai aparecer apenas para tuítes em inglês. 
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 Por G1  05/05/2020 17h03  
 Atualizado há 49 minutos  
 Postado em 05 de maio de 2020 às 17h55m  

Twitter vai avisar usuários antes que eles publiquem tuíte com palavras que já foram denunciadas como ofensivas — Foto: REUTERS/Kacper Pempel
Twitter vai avisar usuários antes que eles publiquem tuíte com palavras que já foram denunciadas como ofensivas — Foto: REUTERS/Kacper Pempel

O Twitter irá testar uma ferramenta de envio de notificação aos usuários quando eles postarem uma resposta a tuíte usando "linguagem ofensiva" que aparece em mensagens marcadas como ofensivas. A medida é parte do esforço para moderar as conversas na plataforma, disse a rede social nesta terça-feira (5).

Segundo publicação feita no perfil de suporte da empresa, o aviso estará disponível apenas em celulares com sistema operacional iOS (iPhones). De acordo com a agência reuters, o teste deve durar pelo menos algumas semanas e será realizado globalmente, mas apenas vai ser aplicado sobre tuítes em inglês.
Quando os usuários clicam em "enviar" em sua resposta, eles serão informados que as palavras no tuíte são semelhantes às usadas em publicações denunciadas como ofensivas e serão questionados se gostariam de revisá-lo ou não.

O Instagram já havia anunciado uma política semelhante para diminuir o número de comentários com conteúdo ofensivo.

Há muito tempo que o Twitter está sob pressão para eliminar conteúdo abusivo. Atualmente, a rede é monitorada por usuários, que denunciam tuítes ofensivos e por tecnologia de inteligência artificial, que faz a remoção automática de publicações problemáticas.

"Estamos tentando incentivar as pessoas a repensarem seu comportamento e repensarem sua linguagem antes de publicarem, porque geralmente estão no calor do momento e podem acabar dizendo algo que vão se arrepender depois", disse Sunita Saligram, chefe global de política do Twitter na área de confiança e segurança.

As políticas do Twitter não permitem que os usuários ataquem indivíduos com insultos racistas ou sexistas ou conteúdo degradante.

domingo, 3 de maio de 2020

Nokia volta a vender smartphone no Brasil e lança modelo 2.3 por R$ 899

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Aparelho vem com sistema operacional Android One, feito pelo Google sem alteração das fabricantes.
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 Por Thiago Lavado, G1  

 Postado em 03 de maio de 2020 às 13h05m  

Nokia 2.3 marca o retorno da marca ao Brasil. — Foto: Divulgação 
Nokia 2.3 marca o retorno da marca ao Brasil. — Foto: Divulgação

Os celulares da Nokia voltam a ser vendidos no Brasil a partir desde domingo (3). O modelo 2.3 chega ao país comercializado pela HMD Global Oy, representante dos smartphones da marca desde 2016.

O Nokia 2.3 é um aparelho de entrada, mas ainda com boas especificações e preço abaixo de lançamentos recentes. Ele chega no Brasil por R$ 899 e passa a ser vendido em varejistas parceiros da HMD no país.

Veja algumas especificações do modelo:
  • Tela HD+ de 6,2 polegadas (720x1520 pixels);
  • 2GB de memória RAM;
  • 32GB de armazenamento interno (expansível em até 512GB)
  • Câmera traseira de 13 megapixels e frontal de 2 megapixels
  • Processador quad-core Helio A22, da MediaTek
O aparelho conta ainda com a possibilidade de atualização para o novo Android 10, lançado em 2019. A versão do sistema operacional no aparelho é Android One, modelo feito em parceria com o Google que garante mais tempo de atualização e menos customizações das fabricantes. Até então, apenas a Motorola havia lançado aparelhos Android One no Brasil.

Produto virá com Android 9, mas será atualizado para Android 10 e também para a versão que vier depois. O aparelho vai ficar cada vez melhor e ninguém da concorrência terá tantas atualizações do sistema operacional nessa faixa de preço afirmou Juan Olano, diretor de portfólio da HMD Global para as Américas.
Nokia 2.3 chega com sistema operacional Android One. — Foto: Divulgação 
Nokia 2.3 chega com sistema operacional Android One. — Foto: Divulgação

Além do sistema operacional, o modelo vem também com a promessa de uma bateria que dura até dois dias, incluindo gestão de energia com inteligência artificial, que promete interpretar as necessidades do usuário.

A câmera também promete recursos inteligentes, melhorando o processamento das imagens. O modo retrato, aquele que desfoca o fundo e dá um aspecto mais profissional às imagens, está disponível graças à câmera traseira dupla.

O Nokia 2.3 está disponível nas cores verde, dourado e cinza.

Escolha do modelo para o Brasil
De acordo com Junior Favaro, diretor de vendas e marketing da HMD Global para o Brasil, a escolha pelo 2.3 é porque essa faixa de preço representa um mercado de 22 milhões de aparelhos o Brasil e que teve um crescimento de 32% no ano passado.Achamos a estratégia interessante de trazer o primeiro produto nessa faixa de preço, explica.

Segundo os executivos, a empresa deve expandir o portfólio no futuro e trazer outros modelos da Nokia para o Brasil.

A Nokia já operou no Brasil vendendo celulares e smartphones com sistemas operacionais Windows, Symbian e Meego. Atualmente, a marca é representada pela HMD, que assinou um acordo de licenciamento em 2016.