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segunda-feira, 31 de outubro de 2022

Lula é a personalidade mais buscada do mundo no Google nas últimas 24h; interesse por eleições bate recorde

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Além do Brasil, países que mais buscaram pelo presidente eleito foram Portugal, Uruguai, Paraguai e Argentina. Pico de pesquisas aconteceu no momento em que petista foi eleito, na noite do domingo (30).
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Por Gabriel Croquer, g1

Postado em 31 de outubro de 2022 às 16h10m

Post. N. - 4.473

Buscas por Lula em outubro de 2022 foram a maior na série histórica do Google, compilada desde 2004 — Foto: Eraldo Peres/AP
Buscas por Lula em outubro de 2022 foram a maior na série histórica do Google, compilada desde 2004 — Foto: Eraldo Peres/AP

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi a personalidade mais buscada do mundo no Google nas últimas 24 horas.

É o que revelou um levantamento da plataforma com dados extraídos às 9h30 desta segunda-feira (31) do Google Trends, página que mostra os interesses de busca em todo o mundo desde 2004.

Além do Brasil, os países que mais tiveram interesse pelo presidente eleito nesse período foram Portugal, Uruguai, Paraguai e Argentina.

O pico de pesquisas por Lula no mundo foi registrado às 19h56 do domingo (30), perto do horário no qual ele foi declarado eleito pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Desde 2004, início da série histórica do Google Trends, o interesse por Lula aumenta nos momentos decisivos de sua trajetória:

Lula nunca atraiu tantas buscas como no mês de outubro de 2022. O interesse por eleições também bateu recorde em 2022, com o maior índice nos últimos 18 anos.

Quem é Lula? Veja a trajetória do presidente eleito em VÍDEO:

Quem é Lula: veja a trajetória do presidente eleito do BrasilQuem é Lula: veja a trajetória do presidente eleito do Brasil

Interesse mundial

O interesse internacional foi acompanhado de uma série de perguntas em inglês sobre o petista. Veja abaixo as mais buscadas, com tradução livre para o português:

  1. Quem é Lula?
  2. Qual é a idade do Lula?
  3. Lula é corrupto?
  4. Lula é comunista?
  5. Lula é socialista?
Bolsonaro

Derrotado, o presidente Jair Bolsonaro (PL), também teve um crescimento nas buscas. Outubro de 2022 foi seu mês com segundo maior nível de interesse na plataforma, atrás apenas de outubro de 2018, quando foi eleito.

Veja abaixo a tradução das perguntas em inglês mais feitas sobre Bolsonaro:

  1. Quem é Bolsonaro?
  2. Bolsonaro é bom?
  3. Bolsonaro concedeu?
  4. Bolsonaro é ruim?
  5. Onde está Bolsonaro?

Como funciona a fábrica de fake news nas eleições brasileiras:
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sábado, 29 de outubro de 2022

Usuários do Tinder se dividem sobre querer saber ou não opinião política do match

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Levantamento do aplicativo apontou que 45,4% dos usuários acham 'necessário' ou 'melhor saber' a preferência das pessoas com quem estão conversando. Logo em seguida, com 42,7%, estão os que disseram 'não se importar' com o assunto.
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Por g1

Postado em 29 de outubro de 2022 às 08h00m

Post. N. - 4.472

Tinder — Foto: Divulgação/Kon Karampelas/Unsplash
Tinder — Foto: Divulgação/Kon Karampelas/Unsplash

O segundo turno das eleições tem afetado desde grupos de família no WhatsApp, onde o clima se acirrou, até conversas no Tinder, em que os usuários estão divididos sobre a importância de saber ou não a preferência política de seus matches.

O aplicativo de relacionamento perguntou a opinião dos usuários sobre o tema e recebeu essas respostas:

  • 45,4% acham "ser necessário" e "melhor saber" a preferência política da outra pessoa;
  • 42,7% disseram "não se importar com isso";
  • 11,8% "preferem nem saber".

O levantamento foi feito nos dias 1 e 2 de outubro pelo Vibes, recurso do Tinder que lembra um quiz e ajuda o aplicativo a entender a expectativa dos usuários. Questionada pelo g1, a plataforma não disse quantas pessoas responderam à enquete.

O serviço também perguntou como os usuários reagiriam se o match tivesse uma visão política diferente da deles. Entre os que participaram, 55,5% afirmaram que "tudo bem, faz parte" e 22,1% disseram "não fazer diferença".

Segundo o Tinder, 15% dos usuários disseram "respeito, mas não rola" ter um match com posições políticas diferente das suas. Outros 7,3% entendem que essa situação "não vai dar certo".

O levantamento fez ainda um paralelo entre política e amor, e 58% dos respondentes disseram que costumam ter "certeza do que querem" nas duas áreas. Outros 26,9% afirmaram que gostam de "explorar suas opções", 11,4% responderam que "stalkeiam tudo" e 3,7% "sofrem para se decidir".

Os usuários foram convidados a opinar sobre o que esperam do país em 2023: 67,4% disseram que "desejam mudanças", enquanto 5,4% querem "que continue como está". Para 24,8% dos usuários, há um desejo de "paz, só paz" e 2,3% responderam "ainda não saber" o que querem.

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quinta-feira, 27 de outubro de 2022

Mark Zuckerberg perde mais de US$ 100 bilhões em um ano e despenca em listas de bilionários

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Meta, empresa controladora do Facebook, reportou queda do lucro pela metade nesta quarta-feira (26), em contexto de estagnação do número de usuários e redução da receita da empresa com publicidade. Em dois dias, ações caem mais que 25%.
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Por g1

Postado em 27 de outubro de 2022 às 16h05m

Post. N. - 4.471

Mark Zuckerberg — Foto: REUTERS/Erin Scott
Mark Zuckerberg — Foto: REUTERS/Erin Scott

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, acumula perdas bilionárias no último ano com a desvalorização da Meta, empresa controladora de seu conglomerado de tecnologia.

Do pico de sua fortuna em setembro de 2021 ao momento atual, o recuo de seu patrimônio passa de 73%. Em setembro de 2021, Zuckerberg tinha um patrimônio de US$ 141 bilhões. Nesta quinta-feira (27), o empresário acumula US$ 36,8 bilhões — são US$ 104,2 bilhões a menos em 411 dias.

Depois de chegar à quarta posição nas listas de bilionários, o empresário é, hoje, a 29ª pessoa mais rica do mundo, de acordo com o ranking em tempo real da Forbes.

Nos últimos dois dias, as ações da empresa caíram mais que 25% com os resultados ruins reportados pelo balanço do terceiro trimestre. O lucro da Meta caiu pela metade no período e ficou em US$ 4,4 bilhões, o que representa uma queda de 52% em relação ao mesmo período de 2021.

A receita da Meta foi de US$ 27,7 bilhões no período, marcando uma queda de 4% que já era prevista pelo mercado.

Aos 38 anos, Zuckerberg ainda detém cerca de 13% da Meta.

Logotipo da empresa Meta é visto em Davos, na Suíça — Foto: Arnd Wiegmann/REUTERS/Arquivo
Logotipo da empresa Meta é visto em Davos, na Suíça — Foto: Arnd Wiegmann/REUTERS/Arquivo

Os números foram divulgados em um contexto de estagnação do número de usuários e redução da receita da companhia com publicidade. Com o anúncio, as ações do grupo caíam mais de 12% em Wall Street nas negociações eletrônicas pós-fechamento desta quinta.

Citado em comunicado, Mark Zuckerberg, presidente-executivo da Meta, reconheceu que a empresa enfrenta "desafios a curto prazo sobre a receita", mas assegurou que os fundamentos estão "no lugar para voltar a um crescimento mais forte".

Há um ano, o Facebook se converteu em Meta e projetava um futuro glorioso do metaverso, universo paralelo anunciado como o futuro da internet.

Assim como a Alphabet (Google), a Meta sofre com a inflação e o aumento das taxas de juros, o que leva muitos anunciantes a revisar seu orçamento de marketing para baixo.

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