Total de visualizações de página

domingo, 20 de outubro de 2019

Falha no leitor de digitais do Galaxy S10 desbloqueia celular que tem película de tela

= =---____---------   ---------________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::__________---------   -----------____---= =

Fabricante sul-coreana anunciou que vai lançar atualização de software para corrigir a vulnerabilidade.
= =---____---------   ---------________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::__________---------   -----------____---= =
 Por Altieres Rohr, G1  

 Postado em 20 de 0utubro de 2019 às 16h00m  

GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
A Samsung anunciou que vai lançar uma atualização de software para corrigir uma brecha de segurança no leitor de impressões digitais ultrassônico do Galaxy S10, um dos seus modelos topo de linha.

"A Samsung está ciente do caso de mal funcionamento do reconhecimento de digital do S10 e logo lançará uma correção de software", disse a empresa à agência Reuters.

O leitor biométrico desses aparelhos fica localizado sob a tela do celular e identifica os sulcos da digital por meio de ondas ultrassônicas. Segundo um relato publicado no jornal "The Sun", uma britânica descobriu que uma película de silicone chinesa comprada por menos de R$ 15 fazia o leitor reconhecer qualquer digital como válida, inutilizando o bloqueio de tela.
Modelo S10 se diferencia de aparelhos anteriores da série Galaxy com leitor de digitais sob a tela. — Foto: Thiago Lavado/G1 
Modelo S10 se diferencia de aparelhos anteriores da série Galaxy com leitor de digitais sob a tela. — Foto: Thiago Lavado/G1

A britânica notou o problema quando conseguiu desbloquear o celular com qualquer dedo, não apenas os cadastrados no telefone. Depois, verificou que seu marido e sua irmã também podiam desbloquear o aparelho.
A Samsung orienta que consumidores adquiram apenas acessórios autorizados pela marca e que o uso de películas não oficiais ou resíduos na tela podem interferir com o funcionamento do sensor.
Como o sensor fica debaixo da tela, películas adicionam uma camada entre a tela e o dedo usuário, interferindo no processo de leitura. É possível que a fabricante da película tenha buscado algum método de tornar seu produto compatível com o sensor, mas acabou quebrando a segurança do telefone.
A Samsung informou que o problema acontece quando uma digital é registrada após a aplicação da película. A fabricante recomenda a remoção de películas de silicone e o recadastramento das digitais para evitar riscos. Segundo a empresa, a recomendação vale para os modelos S10 e Note10 (incluindo S10+ e Note10+) até que seja instalada a atualização, programada para a próxima semana.

Sensor derrotado por impressão 3D e cola quente
Esse é o terceiro problema encontrado no leitor ultrassônico da Samsung. A tecnologia foi lançada em março pela empresa em seus modelos topo de linha, substituindo os sensores tradicionais que normalmente ficavam na traseira ou nas bordas dos telefones.

No início de abril, um mês após o lançamento do Galaxy S10, o sensor foi inicialmente derrotado por uma impressão 3D produzida a partir de uma foto de celular de uma digital.

Pouco menos de dois meses depois, no fim de maio, o canal de YouTube Max Tech conseguiu enganar o sensor com uma digital duplicada com cola quente. De acordo com o vídeo do canal, o experimento foi motivado por uma atualização da Samsung que acelerou o desbloqueio do telefone pela impressão digital – mas isso aparentemente diminuiu a segurança do dispositivo.

Reconhecimento facial é mais inseguro
O Galaxy S10 tem um recurso de reconhecimento facial, mas não dispõe dos sensores necessários para a leitura do rosto em 3D, como acontece no iPhone da Apple e no recém-anunciado Pixel 4 do Google. Testes já demonstraram que o reconhecimento facial, quando feito sem esses sensores, pode ser derrotado até por uma foto ou vídeo do dono do celular.
Por essa razão, apesar das falhas no reconhecimento de impressão digital, ela ainda é a melhor opção biométrica para os donos do aparelho.

A alternativa é utilizar uma senha ou desenho de padrão, como em modelos sem nenhuma opção de biometria.

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
Selo Altieres Rohr — Foto: Ilustração: G1 
Selo Altieres Rohr — Foto: Ilustração: G1

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Apple continua sendo marca mais valiosa do mundo; Uber e LinkedIn estreiam na lista

= =---____---------   ---------________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::__________---------   -----------____---= =

Segundo ranking da Interbrand, 100 maiores marcas são avaliadas em US$ 2,1 trilhões. Facebook deixa 'top 10'.
= =---____---------   ---------________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::__________---------   -----------____---= =
 Por G1  

 Postado em 17 de 2019 às 15h40m  

GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Marca mais valiosa do mundo em 2019 segundo a Interbrand, Apple vale US$ 234 bilhões — Foto: REUTERS/Stephen Lam 
Marca mais valiosa do mundo em 2019 segundo a Interbrand, Apple vale US$ 234 bilhões — Foto: REUTERS/Stephen Lam

Avaliada em US$ 234 bilhões, a Apple continua sendo a marca mais valiosa do mundo, segundo o ranking Marcas Globais Mais Valiosas 2019, divulgado nesta quinta-feira (17) pela consultoria Interbrand. Google e Amazon seguem na segunda e terceira posições. Veja as 10 primeiras da lista:
  1. Apple: US$ 234,24 bilhões, alta de 9% sobre 2018
  2. Google: US$ 167,71 bilhões, alta de 8%
  3. Amazon: US$ 125,26 bilhões, alta de 24%
  4. Microsoft: US$ 108,84 bilhões
  5. Coca-Cola: US$ 63,36 bilhões
  6. Samsung: US$ 61,09 bilhões
  7. Toyota: US$ 56,24 bilhões
  8. Mercedes-Benz: US$ 50,83 bilhões
  9. McDonald's: US$ 45,36 bilhões
  10. Disney: US$ 44,35 bilhões
O Facebook, que ocupava a 9ª posição no ano passado, caiu para a 14ª. A marca apareceu no ranking pela primeira vez em 2012, no 69º lugar, e ascendeu posições nos cinco anos seguintes. No seu auge em 2017, ficou em 8° lugar com um valor de US$ 48,18 bilhões.

Nesta edição, estrearam na lista o Uber, na 87ª posição, avaliado em US$ 5,71 bilhões, e o LinkedIn, na 98ª, com valor de US$ 4,83 bilhões.

A marca que mais ganhou valor de 2018 para este ano foi a Mastercard, com crescimento de 25%, chegando a US$ 9,43 bilhões, no 62º lugar (salto de 8 posições).

Juntas, as 100 marcas do ranking somam US$ 2,13 trilhões, alta de 5,7% sobre os US$ 2,01 trilhões apurados em 2018.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Google trará alto-falante residencial Nest Mini para o Brasil

= =---____---------   ---------________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::__________---------   -----------____---= =

Preço e data da chegada permanecem sem definições para o país.
= =---____---------   ---------________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::__________---------   -----------____---= =
 Por G1  

 Postado em 16 de outubro de 2019 às 16h00m  

GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Nest Mini é anunciado em evento do Google. — Foto: Jefferson Siegel/Reuters 
Nest Mini é anunciado em evento do Google. — Foto: Jefferson Siegel/Reuters

Geralmente com poucas novidades de hardware no Brasil, o Google anunciou a vinda de um produto para o país: o Nest Mini, alto-falante residencial que conta o assistente de voz da empresa.

O produto foi anunciado por US$ 49 nos Estados Unidos, durante o evento "Made by Google" desta quinta-feira (25) — que reúne os principais anúncios de produtos da empresa no ano. Apesar disso, não foram divulgados preços ou datas do lançamento nacional do produto.
O Nest Mini é sucessor do Google Home, nome dado à antiga geração de automatizadores de residência do Google. Além do Brasil, ele foi anunciado para outros 22 países.

Com esse tipo de produto é possível conectar dispositivos inteligentes pela casa e fazer pedidos por voz, desde ligar lâmpadas, smart TVs até pedidos mais simples, como checar a temperatura, fazer perguntas e outras dúvidas usando o Assistente.

O Google já contava com um dispositivo com Assistente no Brasil, em parceria com a JBL.

O anúncio veio na sequência de outra gigante, a Amazon, que lançou no início do mês o Echo no Brasil. A Amazon chegou por aqui com três produtos para casa e o mais barato deles, o Echo Dot, sai por R$ 349. Nos EUA, Echo Dot e Nest Mini têm virtualmente o mesmo preço.