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Antes gratuito, serviço permite monitorar o que repercute na rede social, o que é útil especialmente para empresas. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por France Presse Postado em 16 de agosto de 2023 às 14h20m Post. N. - 4.704
TweetDeck — Foto: Reprodução/Twitter
O aplicativo TweetDeck começou a ser pago na terça-feira (15), e os usuários da rede social X (ex-Twitter), passaram a ser redirecionados a uma página para assinar o serviço quando tentam acessá-lo.
Na terça, ao tentar acessar a ferramenta, que agora se chama X Pro, os
usuários recebiam uma mensagem que solicitava o pagamento anual R$ 440
para aderir à verificação.
O bilionário Elon Musk, que comprou oTwitter
no ano passado, fez uma profunda reforma na plataforma, cortando
funcionários e buscando assinaturas e rendas adicionais para um serviço
extremamente popular, mas com algumas falhas.
Linda
Yaccarino, a nova diretora da X, assegurou na semana passada que a
plataforma se encontra "perto do equilíbrio" e voltou a contratar
pessoal.
O TweetDeck foi lançado há mais de uma década e permite ao usuário
organizar em seu computador suas contas por temas, através de colunas. O
Twitter comprou o aplicativo em 2011 por US$ 40 milhões de dólares.
Nas redes sociais, clientes reclamaram de falta de sinal em várias regiões. Entidade que representa o setor confirma problemas nos serviços após apagão nacional. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 15/08/2023 10h06 Atualizado há uma hora Postado em 15 de agosto de 2023 às 11h20m Post. N. - 4.703
Homem com celular na mão na região central de São Paulo — Foto: Celso Tavares/g1
Segundo o Downdetector, site que reúne notificações de instabilidade em
sites e aplicativos, as queixas começaram a cair por volta das 12h20,
mas ainda há registros.
Ao g1,
a Conexis Brasil Digital, entidade que representa as operadoras de
telecomunicações, disse que as falhas no fornecimento de energia
elétrica poderiam impactar os serviços das operadoras em algumas regiões
do país(leia a nota ao final da reportagem).
A TIM chegou a registrar o maior número de reclamações no Downdetector, com mais de 400 alertas, por volta das 9h40 (veja na imagem abaixo). Na Vivo, o pico foi registrado por volta das 9h30, com 76 alertas. Na Claro, foram 62 notificações, a partir das 9h37.
Queda na Tim — Foto: Reprodução/Downdetector
Nas redes sociais, há reclamações das três operadoras. "Quase 2 horas
sem luz e sem internet. Claro voltou durante 5 minutos e caiu de novo",
disse uma pessoa. "Boa Viagem sem luz, sem internet da TIM, meu telefone
sem rede", reclamou outra.
"Do nada uma queda de energia desde cedo e a Vivo totalmente sem sinal", publicou um cliente (veja outras repercussões abaixo).
O que diz a entidade que representa as operadoras
"A Conexis Brasil Digital informa que em decorrência de falhas no
fornecimento de energia elétrica ocorridas em algumas localidades na
manhã desta terça-feira (15), os serviços de telecomunicações podem
apresentar instabilidade. As operadoras já estão trabalhando para
reestabelecer os serviços no menor prazo possível".
Presidente do BC diz que o superapp permitirá uma maior competição entre os bancos na oferta de produtos e serviços. Dentro do 'agregador financeiro', as pessoas poderão saber a totalidade de débitos e de créditos em todos os bancos. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Alexandro Martello, g1 — Brasília 13/08/2023 07h20 Atualizado há um dia Postado em 14 de agosto de 2023 às 08h00m Post. N. - 4.702
O mercado financeiro está trabalhando nos chamados "agregadores
financeiros", apelidados de "superaplicativos", que reunirão as
informações das pessoas físicas atualmente espalhadas por vários bancos
em uma única plataforma. A informação é do presidente do BC, Roberto
Campos Neto.
Segundo ele, a expectativa é de que esse tipo de aplicativo esteja
disponível dentro de um ano e meio, ou seja, próximo ao fim de 2024. O
mandato de Campos Neto no comando do BC vai justamente até o fim do ano
que vem. Ele já informou que não pretende continuar na instituição em 2025.
"Você
vai ter seu fluxo [financeiro de todos os bancos] consolidado em um
instrumento só. Então hoje a gente paga o cartão de crédito, e tem
aquele 'dois de três[parcelas], cinco de oito', e você não sabe mais
quanto que você deve. Você vai apertar um botão [no agregador
financeiro] e vai ter lá todo o seu fluxo de caixa, como as empresas
fazem hoje. Isso vai estar disponível para as pessoas físicas", disse
Campos Neto nesta semana.
O agregador financeiro é mais uma etapa do "open banking"(ou open finance), uma plataforma desenvolvida pelos participantes do
sistema que permite aos clientes o compartilhamento dos dados bancários e
históricos de transação com bancos e fintechs (pequenas empresas de
tecnologia em serviços financeiros). O objetivo é aumentar a concorrência entre os bancos.
"É um produto que provavelmente as instituições financeiras vão
aparecer. A cada dia que passa, os apps agregam mais informações e
produtos e serviços. Dele e de terceiros. O 'open finance' turbina esse
processo em prol do consumidor. Se o consumidor tem duas, três contas em
diferentes instituições financeiras, vai poder agregar todas as suas
informações em um único local", disse o diretor de Regulação do BC,
Otavio Damaso, em junho.
De acordo com o BC, entre as funcionalidades dos "superaplicativos" estarão:
Escolher de qual banco retirar recursos ao fazer um pagamento por meio do PIX;
Se quiser pegar crédito, o aplicativo mostrará a taxa de juros que cada banco oferece para a operação;
Conversão de moeda física para moeda digital, e vice-versa, entre o mesmo banco, ou diferentes instituições financeiras;
Realização de investimentos, possibilitando uma maior competição sobre as taxas de retorno;
Se
tiver ações de empresas em um banco, outras instituições financeiras
vão saber e poderão oferecer um custo de 'custódia'(manutenção) mais
barato;
Bancos vão começar a competir pelos serviços ofertados,
como crédito, por exemplo, pois saberão as taxas que outros cobram. E
será possível fazer a "portabilidade do crédito".
Unificar o fluxo financeiro de débitos e créditos em uma única ferramenta.
"Se quiser fazer crédito, vai aparecer a taxa de juros que cada banco
para aquela operação. Vai poder competir online pela sua operação",
disse o presidente do BC, Roberto Campos Neto, nesta sexta-feira (11),
durante participação no Fórum de Gestão Empresarial da Federação das
Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap).
Esquema de como deverá ser o agregador financeiro, segundo o Banco Central — Foto: Reprodução/ Banco Central
No fim do ano passado, Campos Neto afirmou que, em sua visão de futuro,
não é razoável esperar que as pessoas tenham que lidar com diferentes
aplicativos para acessar informações e serviços de diferentes
instituições financeiras.
O Banco Central informou que não há necessidade de regulação adicional
para os agregadores financeiros, pois os regulamentos do open finance já
possibilitam esse tipo de produto.