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domingo, 6 de março de 2016

Gartner estima que mercado mundial de BI e Analytics atingirá US$ 16,9 bilhões em 2016

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Monica Campi,
2016/02/22, 12:00
Postado em 06 de março de 2016 às 12h30m


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O Gartner Inc. estima que o mercado mundial de Business Intelligence e Analytics atingirá US$ 16,9 bilhões em 2016, um aumento de 5,2% em relação a 2015.

O mercado de Business Intelligence (BI) e Analytics está na fase final de anos consecutivos de uma mudança liderada pela TI, passando de relatórios de sistemas de registros para Analytics de autoatendimento liderados pelos negócios.

Como resultado, a moderna plataforma de BI e Analytics (BI&A) surgiu para atender novos requisitos organizacionais de acessibilidade, agilidade e uma visão analítica mais profunda.
Conforme o Analytics se torna mais estratégico para a maioria das empresas, os negócios e processos são analíticos e cada pessoa é um usuário de Analytics.

Segundo o relatório, os diretores de marketing não podem mais ser apenas especialistas na criação de marcas e publicação de anúncios e também devem ser especialistas em análise de clientes. O mesmo é válido para os chefes de Recursos Humanos, da cadeia de suprimentos e dos altos cargos financeiros na maioria das indústrias.

Para responder ao tempo de percepção exigido pelo ambiente de negócios competitivo de hoje, muitas organizações querem democratizar as capacidades analíticas por meio do autoatendimento.

A diferença mais significativa entre a plataforma moderna de BI e Analytics comparada a um relatório de TI centralizado tradicional é a quantidade de modelagem inicial exigida, além das habilidades necessárias para construir um conteúdo analítico.

A criação de conteúdo por meio de plataformas de comunicação centralizadas em TI começa com a consolidação e modelagem dos dados por TI. Por outro lado, uma plataforma moderna de BI e Analytics suporta o desenvolvimento de conteúdos analíticos habilitados por TI.

Para obter o benefício integral das plataformas modernas de BI e Analytics, os líderes devem repensar a maioria dos aspectos de suas atuais implementações de análise centralizadas em TI para incluir cargos e responsabilidades, modelos organizacionais, processos de governança e liderança.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Internet no móvel chegará a 2 bilhões de pessoas em 2016

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Ana Rita Guerra, 
2015/12/18, 16:50
Postado em 04 de março de 2016 às 09h45m



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A internet ainda não chega a metade da população mundial, mas as coisas estão a melhorar. Em 2016, haverá 3,2 bilhões de pessoas com acesso à rede, ou 44% do total. Destas, 2 bilhões vão fazê-lo através de um dispositivo móvel – smartphone ou tablet.

De acordo com um novo relatório da IDC, o crescimento está a ser particularmente rápido na China, Índia e Indonésia, os três países que serão responsáveis por quase metade do crescimento no acesso à internet durante os próximos cinco anos. A previsão da consultora mostra, no entanto, que este crescimento não é um salto.

“O número total de utilizadores de internet no móvel deverá crescer ao ritmo de 2% por ano até 2020, a não ser que sejam introduzidas formas muito inovadoras de acesso”, escreve a IDC. 

“Os esforços da Google, SpaceX e Facebook, entre outros, para dar acesso à Internet aos 4 bilhões de pessoas que ainda não têm, através de aviões em altitude, balões e satélites estão em desenvolvimento. No entanto, o sucesso destas iniciativas e a sua operacionalidade em larga escala mantém-se incerto.”

Neste momento, a combinação de aparelhos low-cost e serviços wireless baratos são os principais impulsionadores do acesso às populações que até aqui não tinham como pagar um pacote de internet.

O relatório tem outro dado interessante: nos próximos cinco anos, o número de pessoas que vão aceder exclusivamente com dispositivos móveis vai disparar 25% por ano, ao mesmo tempo que aumenta o tempo que as pessoas passam ligadas. 

“Esta mudança na forma como acedemos à internet está a gerar um crescimento explosivo no comércio e publicidade móveis”, sublinha Scott Strawn, diretor de programa do serviço estratégico da IDC.

A consultora preparou ainda uma infografia ilustrando o que os consumidores mais fazem online em todas as partes do mundo e quem lidera no quê. A Europa Ocidental representa, por exemplo, 12% do total mundial de utilizadores que fazem compras online.
Outros dados desta infografia podem ser visualizados aqui.

O fim do crescimento a dois dígitos: smartphones entram na maturidade

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Ana Rita Guerra, 
2016/03/04, 07:15
Postado em 04 de março de 2016 às 09h30m



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Este será o primeiro ano em que a venda de smartphones vai crescer apenas a um dígito, projeta a IDC num novo relatório sobre o mercado mundial. A culpa é do abrandamento na China.

Segundo a consultora, 2015 terá sido o último ano em que o mercado de smartphones registrou crescimentos significativos, acima dos 10%. Para 2016, a previsão é de uma subida modesta de 5,7% para 1,5 mil milhões de unidades. Este avanço de apenas um dígito vai manter-se até 2020.

O problema é que a China juntou-se aos outros mercados maduros, Estados Unidos e Europa, com crescimentos modestos, enquanto a Índia, Indonésia, Médio Oriente e África continuam em alta. 

“O abrandamento do mercado maduro tem graves consequências para a Apple, tal como para os modelos Android topo de gama, visto que estes foram os mercados que absorveram a maioria dos dispositivos premium nos últimos cinco anos”, frisa o diretor de programa do Worldwide Quarterly Mobile Phone Tracker da IDC, Ryan Reith

O analista refere que o novo programa da Apple para trocas do iPhone, que permite ao usuário ir buscar a última versão todos os anos, tem como propósito dinamizar mercados com elevados níveis de penetração do celular.

Por outro lado, a IDC espera que a tendência das telas de grandes dimensões continue, com os ‘phablets’ a representarem agora 20% das vendas.

iOS estagnado

A plataforma da Apple não deverá crescer este ano. A IDC projeta que as subidas das vendas de iPhones só deverão acontecer em 2017, à medida também que a Apple alargar o programa de upgrades a outros mercados. A consultora nota que 2015 foi um ano “tremendo” para a marca, com um novo recorde de 231,5 milhões de iPhones vendidos, mais 20,2% que em 2014.

Android cresce

As vendas totais deverão atingir os 1,25 mil milhões de unidades este ano, com uma quota de mercado de 82,6%. Será uma subida de 7,6% em relação a 2015. 

A IDC indica que as grandes oportunidades em termos de volume estão no segmento low-cost, e que no ano passado apenas 14% das vendas ficaram acima dos 400 dólares. Este é um aspeto preocupante para os fabricantes, já que as margens de lucro são muito baixas e há cada vez mais marcas locais.

Windows Phone

As vendas de smartphones Windows caíram 18% em 2015, para 11,1 milhões de unidades, com 95% desse volume a vir dos aparelhos Nokia (cuja marca já foi descontinuada). A projeção para este ano é de 1,6% de quota de mercado e 23,8 milhões de unidades vendidas. Os dados da IDC podem ser consultados aqui.